Meus amantes - Parte 4 - Eu, grávida, transando com o novo personal trainer



Olá pessoal. Fazem mais de quatro anos desde nossa última publicação e devo dizer que paramos de escrever não por não ter tido mais aventuras (na verdade tivemos! Muitas!) mas sim porque desanimamos um pouco de escrever. Temos contos com aproximadamente 20 mil leituras e somente 140 votos... mesmo que a gente escreva por ser uma fantasia nossa, de expor nossas histórias sem uma exposição pessoal (ainda que publiquemos fotinhas pra vocês de vez em quando =P ) - a falta de algum reconhecimento fez com que diminuíssemos a frequência e, finalmente, praticamente parássemos de escrever para o site. Além disso tivemos uma filha nesse período. Esta é uma tentativa de retomar o hábito de escrever para o site. Agradecemos de coração a todos que prestigiaram nossos contos até aqui. Acompanhamos um pouco o site e vimos excelentes contos nas últimas semanas e uma nova autora nos contatou dizendo que começou a escrever por nossa causa e pedindo para continuarmos. Lemos os contos dela, ficamos com tesão e perguntamos “porque não?”

Bom já adianto que esse conto vai ser muito longo, mas prometo que quem ler até o final não vai se arrepender e vai gozar, mesmo que já tenha acabado de gozar lendo algum outro conto. Como faz tempo desde a última vez que escrevemos, vou começar com a nossa descrição e atualizar vocês sobre o que aconteceu em nossas vidas nesses anos todos. Quem quiser pode pular este e o próximo parágrafo, mas gostaria que lessem. É bem pessoal, mas considero tudo o que escrevemos como bem pessoal. Me chamo Bia (fictício), atualmente estou com 32 anos, tenho cabelos pretos, lisos com algumas ondulações e longos, olhos castanhos, minha pele é branca, seios e bundas médias, apesar do meu marido dizer que eu tenho um rabão. Estou com um corpo muito bom e acho que estou em minha melhor forma desde sempre, mesmo tendo tido um bebe a pouco tempo (e estar com outro a caminho). O meu maridinho corno se chama Anderson (fictício), 29 anos, branco, cabelo preto e olhos castanhos. Também está em ótima forma (faz longos percursos de bicicleta e recentemente concluiu uma maratona, um orgulho!). Nos casamos a cerca de 2 anos, mas estávamos nos relacionando desde 2009, morávamos juntos desde meados de 2011. Recentemente tive nossa primeira filha e decidimos continuar com minhas putarias, mesmo com a criança. Somos bem-sucedidos financeiramente, e atualmente não residimos mais em Curitiba (mas provavelmente voltaremos em breve). Eu havia saído do meu trabalho nessa época. Já o Anderson exercia um cargo alto numa planta industrial em Curitiba e uma filial estava em expansão em outra região (cidade não muito grande, portanto não vamos nos expor ao ponto de dizer qual), ele se candidatou a assumir uma vaga importante durante esse período de expansão. Na época eu havia deixado meu trabalho.

Bom, conheci o Anderson quando ele ainda estava na faculdade e me apaixonei por aquele pau desde a primeira noite. Na época costumávamos transar a noite toda. Acordávamos transando e dormíamos transando. Eu nunca tinha visto alguém que gostasse tanto de sexo quanto eu! Mas finalmente havia encontrado. Transávamos antes de ir para o pub, chegávamos e transávamos. Íamos numa festa chata? Dávamos um jeito de transar no banheiro ou onde quer que fosse. Eu sempre gostei de sexo, e ele conhecia dois ou três caras que já tinham me comido. Talvez por isso demorou pra reconhecer que me amava o suficiente para me pedir em namoro. Me enrolou quase 2 anos, mesmo me comendo quase todo dia. Enfim, começamos a namorar e logo passamos a morar juntos. Com o tempo e morando junto nossa frequência foi diminuindo, o que eu compensava me masturbando o tempo todo, fosse no trabalho, fosse em casa! Nosso primeiro conto relata como acabei transando com alguns amigos deles, numa visita inesperada à nossa casa em Curitiba. Desde então, assumimos um relacionamento liberal, do qual sou eu, na maior parte do tempo, que tiro proveito. O Anderson até transou com outras mulheres, fizemos troca de casal com alguma regularidade por um tempo. No começo o Anderson só aceitava me ver com outro se pudesse participar, mas com o tempo ele foi aceitando mais e hoje o que ele gosta mesmo é de me ver com outro. Na verdade, nem precisa me ver com outro, só de saber que fodi com outro ele já fica louco. Claro que, se ele está por perto ele geralmente participa. Quanto a mim, confesso que fico louca de tesão com isso também! Ter outros homens a minha mercê, me dando e recebendo prazer, enquanto meu marido está observando e apreciando o momento... só de pensar fico melhorada! Porém isso se tornou um problema para nós numa certa altura, e tivemos que repensar a forma com que estávamos levando a vida, pois recentemente fiz uma cagada que quase nos expôs. Sei que a culpa foi minha e por sorte não houveram consequências sérias. Fiquei preocupada pois eu me sentia fora de controle, era só sexo, sexo e sexo. Nessa época eu ainda trabalhava e me masturbar no trabalho já tinha virado mais do que rotina. Fazia uma pós-graduação algumas vezes por semana. Período noturno. No intervalo, mesmo com fome, ao invés de jantar eu ia pro banheiro e me acabava na siririca. Ou usava um vibrador, ou ambos. Eu sempre andava com pelo menos um vibrador na bolsa. Já passei por situações constrangedoras, onde derrubei algumas coisas da bolsa na frente das pessoas e junto caia o vibrador. Cheguei a procurar ajuda profissional: tentei frequentar um terapeuta, rapaz novo, 25 anos... não deu certo. Não dá pra tratar a vontade insaciável de sexo com um terapeuta pra quem você quer dar. Tentei ir numa terapeuta, mas ao falar do que eu passava comecei a sentir tesão com ela também. Percebi que a coisa estava ficando séria e fui numa terapeuta mais séria, renomada e com quem eu não poderia tentar nada mesmo que quisesse. O diagnóstico? Descobri que sou viciada em sexo. Não sei se eu precisava de um diagnóstico pra isso... mas enfim... tivemos a chance de escolher entre continuar assim ou eu me tratar para diminuir a libido. Decidimos continuar assim, mas com algum aconselhamento consegui colocar minha vida nos trilhos novamente, a ideia era que eu fosse mais cuidadosa e ela me indicou exercícios mentais para escapar em situações em que sentir tesão poderia ser perigoso. Pouco antes da mudança descobri que estava grávida, eu me cuidava, tomava anticoncepcional há bastante tempo, mas ainda assim aconteceu. Na época eu tinha um amante fixo, o Márcio, então fiquei preocupada com a ideia de que o Anderson poderia não ser o pai e, apesar de ele ter ficado com muito tesão com a possibilidade, ficamos também preocupados, pois isso complicaria fazer um histórico médico do bebe (fora que a fisionomia do Márcio é bem diferente da do Anderson). No fim deu tudo certo, após a criança nascer fizemos o teste de paternidade e o Anderson era o pai. Hoje nossa filha tem quase 2 aninhos.

Meu corpo havia mudado um pouco com a gravidez. Sei de casos onde as mudanças são mais drásticas, mas no meu caso não foi. Dei muita sorte, acredito. Mas desde que soube da gravidez mantive uma dieta regular, aumentei o ritmo dos exercícios físicos, tive acompanhamento de uma nutricionista e continuei com as terapias. Eu ainda conseguia manter minhas curvas. Minha bunda aumentou pouca coisa, meus seios estavam maiores e claro, minha barriga estava maior e com a pele lisa. No começo da gravidez meu tesão tinha diminuído um pouco, mas nessa época, antes da mudança, eu estava com ainda mais tesão do que antes da gravidez, se é que é possível. Sobre desejos de grávida posso dizer que, talvez por eu já gostar muito disso antes, o que eu sentia vontades loucas as vezes era de beber porra. Queria beber leite de qualquer um que me chamasse atenção. Mas com a responsabilidade de uma gravidez eu me contive e me segurei. Só tomava leitinho do meu amor e do Márcio. Nesse ponto continuar com a terapia ajudou muito.

O Anderson havia sido transferido, como já comentei, e ele foi na frente com o carro dele levando algumas coisas pessoais pra procurar uma residência para alugarmos. Eu estava com cerca de quinze semanas de gestação e recém havia descoberto que teria uma menininha. Acabou que fiquei em Curitiba por mais uns dias, precisava organizar as coisas, pois não tivemos tempo de encaixotar tudo antes. Não era taaaanta coisa assim, pois deixaríamos os móveis pois estávamos alugando o nosso apartamento para um casal. Até nossa cama ficaria para o casal, que aliás, eram bem certinhos, evangélicos e que, acredito, infartariam se imaginassem as putarias que já aconteceram naquele apartamento. O Márcio, amigo do Anderson (veja nosso conto sobre meu aniversário que passei no motel com três homens) era meu único amante fixo nessa época e era um amor de pessoa e foi me ajudar a encaixotar as coisas e organizar tudo. Além disso ele levou nossas coisas para o carro, já que eu não podia fazer muita força. Acredito que eu agradeci ele muito bem por isso.

Chegando na nova cidade: nova vida. Começamos a nos organizar. Compramos móveis e etc. Só faltava uma coisa. Alguém pra me comer! É sério, a ideia de que o Anderson trabalharia em ritmo frenético, as vezes de segunda a segunda, em turnos mirabolantes e que eu ficaria em casa sem trepar era inadmissível. Ele propôs que eu encontrasse alguém para cuidar de mim. Ao mesmo tempo, a cidade era relativamente pequena, então eu precisava ser muito cuidadosa. Não queria me expor.

Decidi ser paciente. Passei a não usar aliança, meu marido começou a se apresentar para os vizinhos como se fossemos familiares, irmãos. Meu marido quase não ficava em casa. Pensei que talvez eu poderia me passar por alguém solteira por ali, o que diminuiria boatos na vizinhança. A casa era ampla, tínhamos dois quartos, o que ajudaria a sustentar a ideia de que éramos irmãos. Dentro de duas semanas já tinha começado a frequentar uma academia e conheci um carinha legal, o Fábio. Ele era um personal trainer lá, sonhava em abrir o próprio negócio. Ele era recém-formado, tinha 22 anos. Tinha muita disposição e evidentemente pouco reconhecimento no trabalho. Possuía um corpo atlético e muito bem definido. Não era aqueles caras bombadões nem nada, era um cara com um corpo muito bom, só isso. Muito bonito de rosto também. Olhos azuis e um olhar bastante penetrante. Apesar disso tudo ele me parecia muito respeitoso, algo raro na profissão que exerce. Ele usava uma aliança prata na mão direita e batendo um papo com ele acabei descobrindo que ele tinha uma namorada. Eu reparava bem e ele não era do tipo que ficava alisando as meninas ou dando aquelas olhadas enquanto as garotas se exercitavam. Fui com a cara dele. Porém uma semana depois vi que ele começou a aparecer sem a aliança... descobri que haviam terminado. Resolvi investir nele...

Com o passar dos dias conversamos bastante, mesmo depois do expediente dele. Saímos para um café ou outro, mas nada demais acontecia, até aí era pura amizade. Os únicos momentos em que ele me elogiava era quando eu dizia que estava ganhando peso (o que não era exatamente verdade, eu havia engordado 4,0 kg desde o começo da gestação, o que era o esperado).

Bom, com os elogios eu senti que precisava fazer aquilo acontecer. Nossa casa tinha duas salas, mas não mobiliamos uma delas pois, novamente, o trabalho do Anderson por ali era temporário. Duraria no máximo uns 4 anos e ainda víamos nossa residência como Curitiba. Resolvi comprar uma bicicleta ergométrica e alguns utensílios e fazer uma área para que eu me exercitasse em casa. O Anderson concordou e sugeriu que eu contratasse o personal que tinha me chamado atenção, caso ele topasse. Ele não podia ter dado uma ideia melhor!

Naquele mesmo dia, no fim da tarde, fui para a academia toda feliz. Cheguei para o Fábio e pedi ajuda com um exercício, ele foi de pronto me ajudar.

Eu: Fábio, ultimamente a academia anda tão cheia que to pensando em largar. Não acho legal vir aqui grávida e levar esses exercícios sabe?

Fábio: Mas Bia, exercícios são bons. Tem mulheres que fazem até na última semana de gestação...

Eu: Eu sei, mas acabou que comprei uns equipamentos e estou pensando em fazer exercícios em casa mesmo. Aqui todo mundo fica me olhando, parece que estão me julgando.

Fábio: Ah, claro, você pode fazer em casa sim, mas o ideal seria ter um devido acompanhamento.

Eu: Você não toparia me ajudar?

Fábio: Não sei Bia, sério mesmo, eu adoraria, mas pegaria mal, eu poderia ser demitido.

Eu: Olha, não precisa responder se não quiser mas... quanto você ganha aqui?

Fábio: Ah, meu salário é meio ruim. Eu tiro uns por fora sendo coaching de corrida e tal, mas mesmo isso é meio em segredo. O Paulo (dono da academia) até sabe mas faz vista grossa, mas só porque eu não tenho muitos clientes e porque eu faço propaganda e o pessoal da corrida acaba vindo treinar aqui. Agora... aqui eu ganho um salário e meio... meio triste se formar pra isso né? Mesmo assim, treinar você em casa... na mesma linha do que fazemos aqui... o Paulo não ia curtir não...

Eu: Nossa Fábio! Você é muito talentoso, boa pinta, paciente. É o melhor personal desse lugar, nem o Paulo é tão bom, e ainda fica mexendo com as meninas, o que é irritante pra elas, te garanto! Fica no celular o tempo todo, não tá nem aí... ele deveria te reconhecer mais. Eu vou pensar um pouco e vejo quanto poderia te oferecer em troca de aulas lá em casa, o que você acha? Como eu trabalho em horários flexíveis, posso adequar minha rotina pra você me ajudar em algum horário em que você não precise estar aqui. E seria nosso segredinho. O que acha?

Ele não disse que sim, nem que não, mas me contou que o turno dele era só no início da manhã até umas 9 h e depois ele só voltava após as 17 h e ficava até umas 21h, as vezes fazia uns extras, caso o Paulo pedisse.

Naquela noite comentei com o Anderson. Ele sugeriu que eu oferecesse 3 salários mínimos mensais para o Fábio. Mas que, se rolasse algo, era para eu manter apenas ele como fixo naquela cidade e que, se eu sentisse que não ia vingar, era pra mandar ele embora assim que pudesse.

Falei com o Fábio e quando disse o valor ele quase caiu pra trás:

Fábio: Meu Deus Bia! Isso é muito!

Eu: Na verdade não. É aqui que você é mal pago. Eu estou te oferecendo esse valor, mas também quero total comprometimento seu comigo.

Bom, ele disse toparia sim me ajudar, mas não era para eu comentar com ninguém. Eu disse novamente que guardaria bem os nossos segredinhos. Era tudo o que eu precisava: discrição.

Ele passou a frequentar minha casa logo após sair da academia, pouco depois das 9 h da manhã. No começo eu fiz de tudo pra deixá-lo bem à vontade. Como eu disse antes, ele era muito respeitoso. Passada uma semana que estávamos nesse ritmo ele me fez perguntas mais pessoais. O que eu fazia ali, por que havia deixado Curitiba, com o que eu trabalhava e como conseguia sustentar um personal pagando tanto para 2 h por dia (inventei um emprego home office para justificar que eu tinha alguma renda e também disse que antes eu tinha um emprego melhor e recebia aluguel de dois apartamentos). Falei para ele sobre meu “irmão”. Ele já estava bem à vontade. Perguntou sobre o pai da criança e eu desconversei, disse que seria assunto para outro dia. Nos tornamos amigos, as vezes ele almoçava comigo. Pedi quanto ele queria a mais para aparecer depois das 21h nos dias de pouco movimento da academia. Passei a me alimentar de forma mais leve e comer no máximo as 19 h, para não prejudicar nos exercícios. Ele disse que eu já estava pagando bem o suficiente e que vez ou outra poderia fazer isso de graça. Ficamos nisso por cerca de um mês, todos os dias pouco depois das 9 h da manhã ele chegava lá em casa e começou a aumentar a frequência com que ia lá em casa, após as 21h.

Eu me masturbava antes de ele chegar e após ele sair! Do contrário eu acho que atacaria ele! Os horários-extra dele no período da noite estavam cada vez mais raros na academia, desconfiei, e depois ele confirmou, que ele estava se negando a ficar lá só para ir lá em casa me ver. Comecei a sentir que ele me olhava diferente, como se me desejasse. Me masturbava o tempo todo pensando nele. Falei pro Anderson que eu ia dar um jeito de o Fábio me comer na próxima Sexta-feira. O Anderson disse que teria um turno noturno na planta e que, se tudo corresse bem, sairia umas 22 h da noite, mas do contrário, só as 2 h da manhã. Eu disse que se ele saísse as 22 h era para me avisar para ver se ele poderia ou não entrar em casa. Sexta a tarde o Anderson ficou em casa, chupei ele, mas não dei, queria me guardar. Ele me lambeu até eu gozar umas duas vezes. Eu estava com tanto tesão que esguichei na segunda gozada. O Anderson foi trabalhar as 19 h. Finalmente, sexta à noite, feriado municipal, corno trabalhando... eu não trepava a quase 2 semanas, estava louca! Combinei com o Fábio de ele aparecer lá em casa um pouco antes do horário tradicional, lá pelas 20 h. Tomei um banho, coloquei a legging e o top, sem calcinha para não marcar. Ele chegou, todo cheiroso e bem arrumado, me elogiou e notou um pequeno corte que fiz no cabelo. Ele disse que iria num pub depois do nosso treino, veio com a roupa que usaria para sair numa mochila e me pediu se poderia se trocar e deixar a mochila com a roupa do treino lá em casa. Disse que tudo bem. Terminamos o treino umas 21h30, pedi pra ele ficar para tomarmos um drink, como um esquenta para o pub que ele iria. Ele topou! Acabei descobrindo que ele gostava de rock e tínhamos muitas bandas favoritas em comum, conversamos bastante sobre música, filmes. Mudei completamente o assunto e perguntei se havia algum hemocentro na cidade, falei que meu irmão desejava doar sangue (na realidade eu queria descobrir se ele testava o sangue dele com frequência), ele tirou um papel da carteira, mostrou que ele era doador de sangue regular e ofereceu se eu queria tirar uma foto do endereço do hemocentro. Continuei nesse assunto e perguntei quando ele doou pela última vez, que talvez ele poderia ir com meu irmão uma hora dessas, ele disse não daria, pois teria que esperar, já que ele havia doado há menos de duas semanas. Nesse momento eu discretamente tirei os dois pacotes de camisinha que havia deixado no vão do sofá, e as guardei no armário da cozinha, sem que ele visse. Estava decidido: ia ser no pêlo. Ofereci algumas cervejas que ele aceitou enquanto me ofereci para fazer algo sem álcool para mim e preparar uma caipirinha para ele. Ele também aceitou. Conversa vai conversa vem, eu estava sentindo minha buceta esquentar. Ele me elogiou, disse que eu era a grávida mais linda que ele já havia visto, que eu estava me cuidando bastante e os resultados mostravam isso. Fiz mais uma caipirinha pra ele e derramei propositalmente em minha roupa e em meu corpo. Pedi mil desculpas, ele ajudou a me limpar e senti que ele me alisou mais do que precisava. Aproveitei a deixa, fiz outra caipirinha e deixei pra ele, desliguei o som e disse que tomaria um banho. Ficamos conversando mesmo durante o banho (deixei a porta semiaberta). Eu fiquei observando se ele não ia até a porta me olhar, mas nada! Poxa, já estava ficando chato. Comecei a sentir que ele não me desejava nem um pouco, mesmo com os elogios. Talvez ele fosse gay! Vai saber? Eu não tinha visto ele com a ex-namorada. Num acesso de fogo disse que se ele tivesse me convidado, iria com ele no pub, que adoraria conhecer o lugar e conhecer ele melhor, a resposta foi a mais vaga possível “poxa, não sabia que você curtia sair pra ver música.”

Sai do banho só de toalha, buceta fervendo. Ignorei ele por uns 5 minutos, fui checar meu celular. Era o Anderson! Ele realmente não conseguiu sair as 22 h, mas disse que finalmente estava livre, queria saber se podia ir pra casa! Filho da puta! Eu disse que tudo bem, mas que tentaria transar com o Fábio. Pedi se ele poderia entrar pelos fundos e ir pro quarto de visitas e não sair até que eu e o Fábio estivéssemos fodendo, que eu não sabia se ele me comeria na sala ou no nosso quarto. Ele concordou e perguntou se então ia rolar. Eu disse que ainda não sabia mas que descobriria agora! Ele disse que em 15 minutos estaria em casa, que pararia em frente ao terreno que há ao lado de nossa casa e que era para eu ir pro quarto ou manter o Fábio na sala, cozinha nem pensar (do contrário ele varia o Anderson entrar). Resolvi arriscar de uma vez, olhei bem nos olhos do Fábio, me sentei e disse que precisava dizer algo pra ele. Abrir o jogo parcialmente. Disse que o Anderson não era meu irmão, mas sim meu ex-marido (um dos pontos no qual menti). Que estávamos ali morando juntos pois ele disse que não se importaria se eu tivesse outros caras, desde que estivesse com ele quando a nossa filha nascesse e não me importasse que ele tivesse outras mulheres. De fato, inventei que meu ex-marido estava namorando e que aquilo só me fazia ficar mais chateada, pois eu não tinha ninguém. Me sentia muito só naquela cidade estranha completamente diferente de onde eu vivia antes. Falei que não mantínhamos relações (esse ponto era parcialmente verdade, pois o Anderson estava trabalhando muito, muito mesmo) e que os hormônios estavam me deixando louca de tesão. Ele ainda estava com a roupa de personal e ficou pálido com o que eu disse, vi quando o formato do pau dele ficou nítido no calção que ele usava. Parecia grande, e grosso! Parecia me desejar!

Ele não disse nada. Só colocou o copo na mesinha central e continuou me olhando. Liguei a música num volume baixo, só pra ocultar ruídos no caso do Anderson chegar. Resolvi avançar mais.

Eu: Fábio, o negócio é o seguinte. Eu não quero um relacionamento sério, até porque vou voltar para Curitiba em breve e tem uma pessoa lá que eu gosto muito. Quero só alguém pra me dar atenção enquanto eu estiver aqui, entende? Eu não tenho amigas, nem amigos, moro com o homem que é pai da minha filha, mas que hoje é um estranho pra mim. Não tenho um emprego em que possa ter colegas de trabalho, enfim, você é tudo o que tenho. Sabe?! Eu só queria alguém pra passar um tempo comigo...

Me levantei e soltei a toalha. Fábio ainda estava imóvel, me olhando de cima até em baixo. Sua mão já massageava o pinto por cima da bermuda.

Eu: Eu só queria sentir algo que me completasse um pouco nesse período por aqui. Queria algo que me preenchesse. Entende? (Fiquei com medo de que ele fugisse, de verdade). Claro que esse seria mais um segredinho nosso...

Fábio: Tem certeza que seu ex-marido não vem hoje?

Eu: Tenho. Ele foi para a casa da namoradinha...

Nisso ele se levantou, me puxou e me beijou, enquanto suas duas mãos apertavam minha bunda. Ele tirou a camiseta e me puxou novamente, me beijava com muita vontade, nossas línguas se massageavam enquanto ele me pegava pelas nádegas e me levantava, juntando nossos corpos. Senti seu caralho, duro feito pedra, na entrada da minha buceta. Apenas a roupa dele era a barreira para que não houvesse penetração. Ele era forte e tinha uma pegada muito gostosa, me manteve assim, sem os pés no chão, enquanto beijava meu pescoço. Tirei o cacete dele pra fora e comecei a bater uma pra ele enquanto ele me beijava, segurei duro, enquanto ele me pegou e me posicionou de forma a, agora sim, eu ficar pronta para ser penetrada. Mesmo tendo acabado de sair do banho eu estava molhada... eu não devia, normalmente precisaria de mais informação do que as que eu tinha antes de dar sem camisinha, ainda mais carregando uma criança, mas precisava daquilo. Segurei aquele pinto com uma mão, enquanto me segurava em torno do pescoço dele com o outro braço. Apoiei meus pés nas pernas dele e abri a buceta o máximo que pude. Mesmo sem ser fodida a duas semanas, eu estava me masturbando bastante enfiando meu vibrador grosso na buceta, então e não ofereci resistência. O pau dele entrou. Senti a cabeça do pinto dele bater fundo em mim. Ahhh. Era isso que eu precisava! O pau dele pulsava e eu o sentia crescendo ainda mais dentro de mim. Ele ficou parado assim, por um tempo, me beijando. Olhou bem em meus olhos e começou a subir e descer meu corpo que estava grudado ao seu. Ele era forte, me levantava a ponto de quase tirar o pau de dentro de mim, e colocava de novo até o fundo, enquanto chupava, lambia e beijava meus seios. O pau dele era muito grande, muito mesmo, estava até me machucando um pouco, além disso era um dos maiores e mais grossos que já vi (e não vi poucos). Pela janela vi o carro do Anderson estacionando na frente do terreno ao lado, eu precisava continuar, então aguentei aquelas estocadas por mais algum tempo. Passado alguns minutos, quando tive certeza que o Anderson já teria entrado resolvi pedir pro Fábio parar um pouco, mas ele não me ouviu, continuou assim por um tempo, eu gemia, de tesão e de dor. Pedi novamente que ele parasse, que o pau dele era muito grande, tão grande que ele devia estar fodendo nós duas, mãe e filha. Ele riu e o pau dele reagiu. Ele disse que não seria má ideia. Eu também ri e respondi que pra comer minha filha ele teria que esperar uns 15 anos. Rimos novamente. Ele me manteve ali, naquela posição em que eu ficava completamente aberta para ele. Ele começou a controlar mais os movimentos, de modo a me levantar novamente antes do pau chegar no fundo, estava uma delícia. Eu beijava o pescoço dele enquanto sentia aquela vara entrando e saindo de mim. Ele me levantou e finalmente me colocou no chão. Acho que ele estava ficando cansado afinal.

Afastei ele e me agachei, dei uma boa olhada naquele pau. Era muito grande com uma cor escura! O desgraçado era branco de olhos claros, mas tinha um pinto quase preto?! Eu não sei quanto aquilo media, mas era um puta de um cacete. Lindo, limpo e cheiroso. Não me fiz de rogada e comecei a beijar e a lamber aquele saco enquanto lhe batia uma punheta lentamente. Com a outra mão eu massageava meu clitores. Ele gemia. Coloquei tudo o que consegui do pinto dele todo na boca, sentia aquele membro tentando entrar na minha garganta. Me deitei de barriga pra cima no sofá cama (sem braços) e pedi pra ele foder minha boca. Se tem uma coisa que eu faço bem é chupar um pau! Sempre fui boa nisso. Engoli aquele pau até a base e ele ficou assim, fodendo minha garganta por uns minutos. Ele disse que nunca tinha visto alguém fazer um boquete daquele jeito, de fato uma garganta profunda. Eu disse que se ele se comportasse, talvez ele veria e faria muita coisa que não tinha feito antes. Ele voltou a foder minha boca enquanto se deitou sobre mim e começou a lamber minha buceta. Estávamos os dois num meia-nove delicioso quando eu, já não aguentando mais, pedi pra ele me foder de novo! Ele ignorou completamente e disse que se eu quisesse pau eu teria que implorar. Implorei:

Eu: Seu filho de uma puta. Me fode! Me fode como uma cadela!

Eu me posicionei de quatro no sofá, apoiei minha cabeça numa almofada e ele voltou a me foder. Comia minha buceta enquanto seu dedão brincava na portinha do meu cu. Eu queria aquela pica dentro de mim pra sempre! Ele me fodia e fodia e fodia. Eu estava lá, de quatro, a mercê daquele macho alfa, meus seios balançavam na mesma frequência das estocadas dele em minha buceta, enquanto isso provavelmente meu corno se masturbava no quarto de hospedes. Eu estava tão molhada que o pau dele deslizava facilmente, entrando e saindo, entrando e saindo. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou primeiro dois, depois três dedos. Ele começou a enfiar os dedos enquanto massageava meu clitóris. Eu senti que iria gozar, comecei a gemer alto, a chamar ele de gostoso e pedir pra ele me foder, eu já estava praticamente gritando, urrando para que ele me fodesse ele continuou me masturbando, massageava meu clitóris com o dedão enquanto senti o resto de sua mão entrando na minha buceta, que molhada, não apresentava mais resistência alguma. Eu estava literalmente sendo arrombada, sentia como se estivesse fazendo uma DP! Gozei! Gozei de esguichar e ele ficou maluco, me masturbava ainda mais, massageava meu grelinho e eu gozava e gozava, senti que ia desmaiar de tanto tesão. Ele tirou os quatro dedos da minha buceta e voltou a colocar o pau. Voltou a me foder, enquanto me chamava de gostosa, de puta, de cadela prenha, vagabunda... eu respondia gemendo. Eu ainda estava em estase, ainda estava gozando pra dizer a verdade. Ele aproveitou que seus dedos estavam lubrificados com meu suco e enfiou primeiro o indicador, depois o dedo médio, e depois ambos no meu cuzinho enquanto comia minha buceta. Eu não conseguia protestar. Sério! Eu ainda estava gozando, não sei como mas ainda estava. De repente senti ele aumentando os movimentos e o dedo anelar entrando junto no meu cu. O pau dele começou a bater novamente no meu útero e isso continuou até que ele segurou forte na minha bunda com uma das mãos, enquanto com a outra ele forçou os dedos ainda mais dentro do meu rabo, ele gozou. Me inundou com seu leitinho. Eu sentia cada pulsação do pau dele dentro de mim, e em seguida sentia o jato de porra me invadindo toda. Nova pulsação, novo jato. Não sei ao certo quantos foram, senti pelo menos três jatos quentes fortes e quando minha buceta já estava inundada não consegui sentir mais nada, só aquele pinto quente lá dentro. Eu ainda estava toda sensível e possivelmente ainda gozando. Pedi pra ele por favor parar, mas ele continuava estocando devagarinho. Finalmente ele parou. Se deitou devagar sobre minhas costas e beijou minha nuca. Tirou o pau de dentro de mim e se levantou.

Eu me virei e fiquei deitada de barriga para cima por alguns segundos, segurando minhas pernas pra cima enquanto tentava me recuperar e processar tudo aqui. Meu grelinho já estava um pouco menos sensível, mas ainda assim, tudo estava girando. Aquele homem tinha me arrancado o orgasmo mais longo da minha vida!

Pedi pra ele se aproximar e lambi toda a porra que ainda restava no pau dele. Ele disse que precisava de um banho. Pedi para ele ir enchendo a banheira, que logo mais eu entraria com ele. Ele obedeceu.

Fiquei ali deitada mais um pouco, quando pensei no Anderson. Eu precisava de um beijo do meu amor depois de tudo aquilo. Levantei-me do sofá, fui até a porta do banheiro e disse que iria entrar em cinco minutos, que iria buscar uns sais de banho pra gente. O Fábio já estava dentro da banheira, enquanto ela enchia. Fui até o quarto de hospedes e o Anderson estava lá, no escuro. Acendi a luz e me sentei na cama, com as pernas bem fechadas. Falei baixinho pra ele que tinha tido o orgasmo mais longo da minha vida, ele riu e disse que escutou. Eu disse pra ele que só precisava de um beijo dele para completar minha noite. Ele me beijou, eu ri e disse que não era na boca que eu queria um beijo, pedi pra ele me limpar, ele não entendeu. Eu esclareci: o Fábio me comeu sem camisinha, gozou dentro da bucetinha da sua mulher. Vai limpar? (com o tempo fiz ele se acostumar com a ideia de limpar minha buceta depois do sexo). O Anderson me olhou preocupado, me chamou de doida, mas disse que sim, que faria qualquer coisa que eu quisesse. Pedi pra ele deitar na cama, subi na cama de joelhos, com as pernas do lado da cabeça dele e finalmente posicionei um joelho de cada lado da cabeça dele, segurando minha buceta fechadinha com uma das mãos, tirei a mão, liberando a bucetinha e deitei sobre ele na posição de um meia-nove e tirei o pau dele da calça, ele já tinha gozado, mas chupei mesmo assim. Minha buceta jorrou na boca dele. Chegou a fazer uns barulhinhos, porque acho que entrou ar e quando isso acontecia saia ainda mais leite. Ele me chupava e enfiava a língua, me dizia o quanto eu estava arrombada, chupava de novo, usava os dedos pra me penetrar e tirar mais leite:

Anderson: Caralho Bia, quanta porra. E você tá arregaçada. Deu o cu também sua vadia?

Eu: Não exatamente... quer dizer... ele comeu meu cu com os dedos...

Anderson: Caralho Bia, vai tomar no cu, que buceta mais arrombada.

Enquanto isso eu sentia parte da porra escorrer da minha buceta pela parte interna de uma das minhas coxas, e o Anderson logo em seguida lambia e voltava a enfiar a cara na minha xoxota. O pau dele estava semi-ereto no início, mas agora já estava completamente duro. Ele lambia minha buceta, meu grelinho e enfiava a língua dentro de mim, tirando toda a porra que podia. Ele começou a gemer de forma mais contínua e gozou novamente, dessa vez eu estava lá e bebi tudo. Levantei meu corpo de forma a ficar de joelhos novamente, abri mais as pernas de fato sentando na boca dele. Tinha porra escorrendo no queixo e no rosto dele, me esfreguei devagarinho, atritando meu clitóris nos lábios dele.

Anderson: Caralho Bia, quanta porra saiu dessa buceta. E você tá completamente arrombada. Esse cara é um jegue?

Eu: Amor, o pau dele é gigante! É o maior que eu já vi na vida!

Anderson: Caralho Bia...

Sai de cima dele, e o beijei novamente. Disse que precisava voltar, que provavelmente logo o Fábio ia embora. O Anderson brincou, disse que agora que ele já tinha jantado, iria tomar uma cerveja no bar da praça, e pediu pra que eu avisasse quando o Fábio saísse. Peguei os sais de banho no armário e corri pro banheiro.

Aquele macho estava lá, praticamente dormindo, relaxado. Aquele pau gostoso que havia me feito flutuar no sofá da sala agora estava ali, flutuando na água.

Entrei, coloquei os sais e ficando namorando um pouco. Muitos beijos, carinhos. Eu até pensei em oferecer o cu pra ele, mas acho que eu precisava me preparar, pois aquele caralho era muito grosso. Pedi pra ele me comer novamente, me sentei sobre ele e fiquei cavalgando. Novamente eu sentia o pau dele batendo fundo no meu útero. Mas eu já estava mais acostumada. Fiquei assim até perceber que ele ia gozar. Pedi pra ele me dar leite na boquinha. Ele disse que daria leite onde a putinha dele quisesse, levantou e bateu uma punheta com o pau apontando pro meu rosto, eu massageava o saco dele e acariciava aquelas pernas enquanto ele batia uma. Quando ele anunciou que gozaria eu abri bem a boca e recebi todo o leite dele na minha boca. Segurei um pouco e brinquei com a porra dele na minha boca, ele foi à loucura. Terminamos o banho e nos vestimos. Ele finalmente me convidou para o pub, mas eu disse que precisava descansar, que depois de todo aquele exercício eu estava meio fodida. Ele foi sozinho e eu fui para a cama, esperar o Anderson.

Fiquei deitada pelada até que finalmente o Anderson chegou. Disse a ele que ele finalmente poderia me comer, mas eu estava toda doída. Ele fez tudo sozinho. Eu só deitei lá e abri a perna. Ele gozou dentro e dormi daquele jeito. Adoro dormir com leite dentro da buceta.

Nos dias seguintes voltei a ver o Fábio e ele continuou me arrombando, ou melhor, me comendo. Ficamos juntos até a noite em que entrei em trabalho de parto. Na realidade, quando tive as primeiras contrações eu estava na cama levando rola dele. Ele ligou para o Anderson, que já me encontrou no hospital. Depois do parto fiquei de molho por um tempo, mas voltei a ver o Fábio assim que pude, nem que fosse pra um boquetinho. Com o tempo reduzimos a frequência e hoje ele namora uma menina gente boa, decidiu seguir adiante. Somos amigos do casal. Ela, claro, sequer desconfia que já rodei mais naquele cacete do que ela. Depois que tive minha filha também devo dizer que minha libido diminuiu consideravelmente, estou mais contida e só tenho transado com outros na presença do Anderson mesmo, mais com o intuito de satisfazer ele.

Bom pessoal, por hoje era isso. Desculpem-nos pela extensão do conto. Numa próxima posso relatar como eu tomei coragem e liberei o cu para o Fábio, durante a trepada revelei que o Anderson ainda era meu marido, mas que ele apoiava que eu transasse com outro, na presença dele ou não. Algumas pessoas também me perguntaram em mensagens sobre o início da minha vida sexual. Se eu já era putinha ou dava indícios de ser. Eu decidi que não vou relatar nada nesse sentido pois eu era muito jovem, praticamente uma criança quando iniciei minha vida sexual. E, apesar de ter tido relações com meninos tão novinhos quanto eu, acho que seria bastante inapropriado relatar episódios com crianças. Poderia encorajar coisas que nós não apoiamos de modo algum. No mais espero que vocês tenham mais notícias nossas nos próximos meses. Temos bastante coisas pra contar. O que falta é tempo e a motivação certa pra escrever.

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Comentários


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cornutto Comentou em 21/04/2019

Delícia ser corno de uma esposa assim ...quanto ao fato da votação, e muito chato votar , deveriam modificar o sistema... principalmente no celular....

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xavierdragnill Comentou em 01/04/2019

Conto matavilhoso votado consertesa .quen dera poder comer uma gravida como vc

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horyon Comentou em 23/03/2019

Adorei esse conto, muito bom

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casadosafada Comentou em 22/03/2019

Belíssimo conto. Muito cheio de detalhes. Compartilhamos o mesmo pensamento seu. Escrevemos, colocamos nossos desejos e acontecimentos da nossa vida mas o retorno do pessoal é muito pequeno. Fora aqueles que não escrevem um palavra de incentivo e ainda perturbam pedido amizade...Foda....mas mesmo assim bom conto. Os ouros dois dessa sequência está muito bom também. Depois passa lá nos nossos contos e dêem uma lida e se possível vote e comentem

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pedroam Comentou em 21/03/2019

Que TESÃO! Votadissimo!

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Comentou em 11/03/2019

maravilha de conto...

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casallegalfortal Comentou em 10/03/2019

Bia adoro os seus contos, não nos prive dos mesmos pois é muito burocrático votar neste site. Beijos

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moubarato Comentou em 10/03/2019

Linda.... delícia vc, teu conto e tuas taras todas. Votado, claro. vida imensa de alegrias e paz.. beijos extraterrenos em vc inteirinha mou < : )

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mrodrigues Comentou em 09/03/2019

nossa que tesão

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dan_siffredi Comentou em 07/03/2019

Espetáculo... è bom dmais encher uma casada linda com porra... Enfim, belo conto...

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travesso2 Comentou em 06/03/2019

Tem o meu voto, para incentivar a continuar escrevendo, muito bom, e você é um tesão.

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marcelomarceloalves Comentou em 06/03/2019

Tesão de gravida, lindos seios, devem estar cheios de leite, vontade de ficar mamando eles e ordenhando igual a uma vaquinha. ótimo conto. votado.

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laureen Comentou em 06/03/2019

💚💚💚❤❤ Oi ,Li,VOTEI,ADOREI,seu conto,Parabéns,te convido a SERMOS AMIGOS e prestigiarmos uns aos outros votando e comentando 😘💚❤😘postei contos novos,Só PEÇO UM VOTO NO MEU PRIMEIRO CONTO 58.222.....e sua amizade 😘💚❤😘. ...aguardo seu sim ,bjos da Laureen...💚💚❤❤🎆🎆🎆🎇🎉😍😍😍-

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laureen Comentou em 06/03/2019

VOTO 1 DA LAUREEN 4 PESSOAS COMENTARAM MAS NÃO VOTAM????? ´É FODA

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jefersonsoares Comentou em 06/03/2019

Adoro foder uma gravida, principalmente uma gostosa igual a você, mamar suas tetas cheias de leite, ficar mamando até secar. votado.

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ingredcajaty Comentou em 06/03/2019

Essa é das minhas, curti o conto vejo os meus ^^

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pedroedeb Comentou em 06/03/2019

Nossaaa... Não teve jeito. Fui pro banheiro do escritório e gozei lendo seu conto! Parabéns Bia! Adoraria comer uma grávida. Você realmente gosta de pau né? Votado!

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pamelapamela Comentou em 06/03/2019

Concordo com vocês, temos no site contos fantásticos com pucos votos e comentários, acho que a galera tem que prestigiar os escritores, pois são eles que mantem o site. Não parem de publicar, o conto de vocês são ótimos, bem escritos e muito excitante, além das fotos que são bem sexy. Parabéns!!!

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gaby90 Comentou em 06/03/2019

Nossa Bia! Que tesão de conto! A história de vocês é linda! Já li todos os seus contos e sou sua fã. Sorte do Anderson ter você e parabéns pra ele pela compreensão. Algumas de nós não nascemos pra ficar num pinto só né?! Obrigada por voltar a escrever! Bjos!

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pamelapamela Comentou em 06/03/2019

Nossa......Que delicia.....Eu só deitei lá e abri a perna. Ele gozou dentro e dormi daquele jeito. Adoro dormir com leite dentro da buceta......Amei demais.....Votado!!!




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Ficha do conto

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casalctba

Nome do conto:
Meus amantes - Parte 4 - Eu, grávida, transando com o novo personal trainer

Codigo do conto:
134589

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/03/2019

Quant.de Votos:
59

Quant.de Fotos:
3


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