Um homem de presente pra ela



Naquele dia estava um calor imenso em nossa cidade. u trabalhei até um pouco mais tarde, pois Roberto havia combinado de me pegar no trabalho e iríamos tomar alguma coisa e namorar um pouco antes de irmos pra casa. Apesar de casados já há algum tempo, sempre dávamos um tempinho para namorarmos, só nós dois, mas o calor era imenso, pensei em ligar para meu marido e passar em casa antes para tomar um banho, mas quando saí do trabalho Roberto já estava me esperando ansioso no carro. Sendo assim, saímos e fomos bebericar num relaxante e gostoso barzinho. Quando chegamos fomos para a parte superior do bar, ao ar livre, bebemos e falamos de algumas coisas que estavam acontecendo conosco, em nossas vidas e outras que de certa forma interferiam em nosso cotidiano. Falamos também sobre sexo, algo que adoramos e que é um assunto que temos sempre em pauta nas nossas conversas privadas. Claro que nos excitamos muito, e logo depois descemos para um ambiente, tipo American Bar, daqueles com bancos com almofadas para casais, em um local à meia luz, para não dizer escuro mesmo, uma boa música, ai sim, nos beijamos, nos amassamos, nos apalpamos, e só não chegamos aos finalmente porque gostamos de fazer sexo para valer, mas foi gostoso, e o tempo passou rápido demais, de repente, Roberto olha no relógio e já era quase onze da noite.Tarde para um casal com família em casa, mas ainda cedo para quem havia aguçado todo o estoque de hormônios do corpo, saímos dali já resignados, e Roberto tomou um caminho diferente. Logo percebi que iríamos até um motel, ele não deixaria de sapecar a minha buceta naquela noite e, claro, ia me fazer gritar pra valer.Eu estava louca de desejo, mas qual não foi a surpresa ao pararmos diante de um luxuoso prédio, Roberto direcionou o carro e entramos naquele local. Eu agora, além de excitada, estava curiosa para saber o que estava acontecendo. Ele apenas sorria! Entramos no elevador e subimos até a um apartamento requintado, perguntei o que estava acontecendo, ele enigmático não dizia nada, ouvimos barulho de chuveiro, de um dos banheiros saia uma fumaça, alguém estava tomando um delicioso banho ali...Roberto me abraçou, me deu um beijo ardente, minha buceta chorava de prazer só em pensar que levaria rola de outro homem novamente na presença do meu delicioso maridinho que adora ser meu corno em algumas ocasiões. Fiquei molhadinha, era muito gostoso transformá-lo num corno, chupar um cacete na sua frente, depois gozar olhando ele tocar uma punheta! Como é delicioso a gente ver o pai dos nossos filhos se masturbando enquanto eu levo uma bela rola na buceta. Distraída, aproveitando a língua do meu homem, não percebi que o banhista já estava a nos assistir. Roberto me vira, e eu pude ver Gustavo, só de toalha, encostado na parede. Meu olhar foi direto aos olhos do meu futuro amante, até seus pentelhos abaixo do umbigo, formando um caminho delicioso de pelos para o cacete cheio de veias que ele possuía. Roberto levantou minha blusa e tirou meu lingerie. Meus seios excitados balançavam suavemente, o último pingo de vergonha e pudor desceu junto com minha cinta liga e meias...Meu marido estava a me despir para me entregar a um garanhão delicioso e levar muita rola. Roberto ajoelhou-se na minha frente e tirou minha calcinha, Gustavo ainda encostado na parede assistia a tudo, atônito, Roberto levou a língua na minha buceta, abri minhas pernas e comecei a esfregar minha xana na boca do meu amado corno. Gemi gostoso e disse, olhando nos olhos dele: “- Chupa, corno manso..., prepara minha buceta para receber uma linda rola com muita força!” Gustavo já começava a alisar seu enorme caralho, um monumento de prazer... Roberto meteu sua língua na minha buceta, sabia como ninguém onde me dava prazer, me fazendo revirar os olhos de tesão. De forma sensual afastei a cabeça do meu marido das minhas entranhas e fui em direção ao nosso amante, cheguei bem próxima a ele, nua, deixei meu corpo tocar o seu, ele estava muito cheiroso, banho tomado e com tesão redobrado, ele me abraçou forte, me puxando contra seu tórax perfeito. Seus braços fortes me tomaram, sua boca me possuía com uma língua áspera e experiente, suas mãos acariciavam todo meu corpo, cada vez que elas passavam na minha bunda eu delirava de prazer, sabia que o pai dos meus filhos estava ali me olhando nas mãos de outro homem acariciando a minha gostosa bundinha arrebitada. Gustavo, percebendo o tesão que aquilo nos causava, caprichava nas carícias, separando minhas nádegas e deixando meu cu à mostra. Era delicioso demais aquela situação, extremamente excitante! Com uma das mãos ele apertava o bico dos meus seios, eu gemia de tesão nas mãos daquele garanhão. Ele me virou de costas e começou a lamber meu pescoço na altura da nuca, a outra mão foi parar no meu clitóris, que ele dedilhava com maestria, agora eu sentia um prazer descomunal, estava encharcada de tesão com aquele belo macho a minha disposição, ele podia fazer o que quisesse de mim, tinha total permissão do meu lindo maridinho corno, ele adorava me ver sendo possuída por um macho experiente e gostoso. Podia ver Roberto nu, batendo punheta e se deliciando em ver, a mãe dos filhos dele, como uma puta nos braços de outro homem, Gustavo passou os dedos na entrada da minha buceta, gemi gostoso e disse:
“- Olha seu corno, eu quero você me olhando! Você vai assistir a tudo, não perca nada, quero que você veja e se delicie com meu gozo intenso, isso... mete gostoso, mete forte na minha buceta Gustavo!” Ele me masturbava, deixando-me maluca de tesão, Roberto cadenciava a punheta para não gozar logo. Ele queria assistir a tudo, não aguentando mais eu me virei e tirei a toalha de Gustavo. Novamente vi aquele enorme cacete moreno, gostoso, grosso, recheado de veias. Joguei-me aos seus pés e disse ao meu marido:
“- Vou chupar essa rola linda e deliciosa até a última gota de porra!” Em seguida, olhei para Gustavo e segurei seu cacete, passei a língua na cabeça da rola, fazendo ele gemer de tesão, então posicionei o cacete na entrada da minha boca e fiz aquele macho gostoso gemer de tesão. A rola foi deslizando em meus lábios, passei a fazer movimentos frenéticos com a boca, procurando intercalar uma boca mole para o pinto entrar bastante, uma boca mais firme tocando a pele do pau com meus lábios, fazia aquele cacete entrar e sair da minha boca, eu adoro chupar rola, chupo desde menina, mas agora era diferente, estava mamando uma rola enorme e dura, na frente do meu marido. Que gostoso ver Roberto batendo punheta daquele jeito, ele não tirava os olhos da minha boca e falava baixinho: “- Chupa, amor da minha vida..., mama gostoso minha princesa, chupa querida..., isso, assim, engole gostoso, que delííííííciaaaaaaaaa!”. Ele quase perdia o controle e gozava, mas parava e deixava o pinto balançar sozinho... Sentir o gosto de outro macho, poder ver Gustavo se retorcendo na parede, sentir o gosto do cacete e ver meu marido ali, com o pinto duro, balançando, excitado, era um prazer indescritível. Levei minhas mãos até ao peito de Gustavo, ele entendendo minha intenção, segurou meus braços e mexia o dorso, desta maneira fodia minha boca, sedenta por aquele delicioso cacete que era todo meu. De canto de olho eu contemplava Roberto assistindo a tudo. Ele adorava ver um cacete na minha boca, Gustavo mexia cada vez mais gostoso, o caralho ia até a minha garganta e voltava, eu abria a boca para satisfazer muito aquele homem, que delícia!... Roberto enlouquecido pedia para Gustavo gozar na minha boca: “- Goza na boquinha dela, enche ela de porra, quero a ver minha putinha bebendo tudo, chupa sua puta, vadia, sem vergonha, mama, sua cadela, isso, me mata de prazer safada!...” Eu tirei minhas mãos das mãos de Gustavo e segurei aquele pau duro, fazendo com os lábios a fricção necessária para receber um gozo alucinante. O pau de Gustavo endureceu de tal forma que ele não aguentaria por muito tempo. Segurei o cacete junto ao corpo e levei minha língua até suas bolas. Ouço um gemido delicioso de macho no cio, gostoso demais lamber aquelas bolas. Roberto ficava maluco: “- Cadela safada, arrepia puta, gostosa lambe as bolas dele vadia!” Eu me refestelava..., cada palavra do meu marido, me fazia ainda mais puta, vadia, uma cadela no cio. Eu não sei o que se passava comigo, mas tinha vontade de humilhá-lo, aquilo me proporcionava prazer, eu tinha necessidade de humilhá-lo. Segurei o pinto de Gustavo e disse: “- Ele só goza na minha boca se você me beijar em seguida!” Roberto titubeou e então mandei outra: “- Corno, só te dou o prazer do gozo se você dividir a porra comigo!”. Aquelas palavras fizeram Gustavo inchar o pau! Roberto parou de se masturbar, me fazendo sentir mais prazer ainda. Era bárbaro ver meu marido com a rola balançando! Voltei a chupar com desejo o cacete de Gustavo, suas veias inflaram de tal forma que seu orgasmo se aproximava, senti o gosto da porra quente, Gustavo direcionou o pau em minha boca e se masturbou forte, abri a boca para colher toda a porra, Roberto se masturbava alucinado, então, Gustavo soltou o primeiro jato de porra... Estava quente e viscosa, super cremosa, branquinha, o segundo, o terceiro... E logo minha boca colhia toda sua porra, Gustavo gozava em espasmos, se retorcia todo, Roberto olhava dentro da minha boca e via o leite de outro macho. Meu corno estava satisfeito, e eu tinha uma certeza: meu marido iria ver aquela cena para o resto da vida, ele gostava de verdade, Gustavo passava o pau nos meus lábios para deixar suas últimas gotas daquela gala maravilhosa. Então eu fechei a boca, engoli aquela porra quentinha, em seguida me levantei e fui até meu marido, abracei-o e lasquei um beijo de língua para ele sentir o gosto do leite de outro macho na minha boca. Ele me beijou apaixonado, sua língua passeava em minha boca, me fazendo ficar alucinada. Eu me ajoelhei e ele se masturbou, gozando também em minha boquinha, Gustavo sorrindo nos assistia. Roberto gozou gostoso em minha boca, caímos os três desfalecidos no sofá da sala, ficamos cochilando por um tempo e depois fomos beber alguma coisa, em seguida fomos para o quarto, numa cama de casal deliciosa, eu estava bem à vontade, toda nua e com vontade de foder a noite inteira. Gustavo disse que parecia estar no paraíso, e eu, louca para dar de novo, me sentei em seu colo, passando minhas pernas sobre seu corpo, enlaçando ele, nos beijamos e então eu disse que tinha a extrema necessidade de um cacete, que queria ele bem gostoso dentro de mim, me preenchendo todinha. Arrebitei bem a minha bunda e Roberto veio chupar minha buceta. Delirei de tesão e beijava Gustavo, joguei meu corpo por cima do dele e caímos na cama. Roberto sentou-se aos pés da cama, eu fiquei por cima e peguei no cacete de Gustavo, de costas para o seu rosto e de frente para meu marido, direcionei o pau dele para a entrada da minha buceta. Roberto arregalou os olhos e exclamou: “- Está sem camisinha!!!” Deixei o peso do meu corpo cair e o cacete entrou majestoso dentro da minha buceta, imediatamente passei a cavalgar: “- Olha bem meu corno, é sem camisinha mesmo, Gustavo agora vai comer a minha xana sem camisinha e o meu corno vai chupar ela bem gostoso depois. Assiste aí, corno manso, assiste esse cacetão gostoso me foder!” Eu falava aquilo e me sentia no paraíso, gostoso demais, dar para outro macho na frente do meu marido e ainda ver ele se masturbar de tesão. Só quem já fez isso sabe do que estou falando. O cacete de Gustavo entrava fundo na minha buceta, sentia ele me rasgando toda, era muito tesão, eu achava o máximo aquilo tudo. Era gostoso demais. Ele apalpava minha bunda e dedilhava meu cu, me chamando de vagabunda. Aquilo me deixava maluca, rebolei naquele cacete bem gostoso e chamei Roberto para acariciar meu clitóris: “- Isso meu corno manso, mexe gostoso na minha bucetinha, olha esse pau delicioso me rasgando toda meu corno, olhaaaaaa, quero gozar na rola dele de novo para você assistir tudinho.” Enquanto Roberto me acariciava o clitóris, sua rola balançava, eu amava aquilo, era gostoso demais vê-lo se submetendo daquele jeito. Sempre mandão e autoritário, agora era escravo do meu prazer, ver seu cacete balançando, enquanto outro macho me fodia gostoso, era demais! Gozei feito uma cadela no cio, rebolando no caralho de Gustavo, em seguida, ele se levantou, me colocou de quatro, segurei firme na cabeceira da cama, sabia que ia ser comida com força. Entreabri as pernas e Gustavo atolou seu cacetão inteiro na minha buceta, segurando minhas ancas e enfiando o pau até ao talo! Minhas forças foram embora, deixei o peso do meu corpo tomar conta e sem nenhum pudor apertei o cacete de Gustavo dentro das minhas entranhas, eu estava sentindo um orgasmo múltiplo: “- Bate punheta corno, enquanto eu levo rola na minha buceta, corno manso do caralho, assiste aí seu veado safado e sem vergonha...” Perdi a compostura de vez! Todo o tipo de sacanagem eu falava para humilhar meu marido, gozava feito uma puta da zona, aquilo era gostoso demais. Gustavo sabia foder uma mulher, ele metia com gosto, cada palavra minha era uma estocada vigorosa, eu tremia de tesão, Roberto gozou nas minhas costas e, não aguentando o tesão, me lavou de porra, eu então gritei: “- Gustavo, meu tesudo, goza dentro, me enche de porra, vai meu macho tesudo, me enche com toda sua porra, delícia!” Mas já era tarde demais para aquilo não acontecer, Gustavo levou o caralho até o talo dentro de mim e firmemente gozou alucinadamente. Ele gozava arfando e falando todo tipo de sacanagem, deixou o caralho enfiado até ao talo, ele parecia querer gozar dentro do meu útero, aquilo era gostoso demais! Ele fez aquilo de propósito, embarcando no meu tesão, e para não deixar nenhuma sombra de dúvida, enfiou o cacete ao máximo que pode, para gozar gritando: “- Toma vagabunda, toma porra lá dentro da buceta, sua gostosa..., olha seu corno, vem ver a bucetinha dela, toda gozada!...” Eu mexia a bunda e sentia o caralho lá no fundo, Gustavo já havia perdido as forças e, claro, eu estava ensopada de porra, olhei para Roberto e disse: “- Agora..., será sempre assim. Gustavo só vai gozar dentro, sempre, e você vai bater punheta meu corno safado!” Gustavo foi tirando o pau de dentro de mim, arrebitei a bunda e deixei a porra escorrer, minha buceta estava toda arregaçada e pingando porra, o pau de Gustavo estava todo gozado, carinhosamente me virei e coloquei o cacete dele na minha boca, deixando ele reluzente e limpinho novamente.
Colhi todo seu sêmen, ele estava acabado! Olhei no relógio e era quase três da manhã.
Trocamos de roupa e então fiquei sabendo que ali era o apartamento de um executivo para quem Gustavo prestava alguns serviços, que ali servia de matadouro dele para festinhas como a nossa...Eu fechei minha buceta, segurando o leite de Gustavo comigo, voltamos para casa, e quando chegamos, claro, as crianças estavam com minha mãe, fomos direto para nossa cama, eu disse no ouvido do meu marido: “- Me faça gozar com essa língua gostosa meu corno!” Ele se alojou no meio das minhas pernas e abriu minha buceta. Claro que ela estava toda gozada, né! Roberto levou a língua e eu não acreditei naquilo, arqueei o corpo, para ver meu marido chupar minha xana toda gozada por outro macho... Relaxei o corpo para que toda a porra escorresse, Roberto lambeu todo o leite de Gustavo e eu, claro, gozei esfregando minha buceta na sua boca! Era delicioso vê-lo assim tão submisso, muito corno, adorei tudo aquilo! Em seguida, Roberto colocou o cacete na entrada da minha buceta e me comeu gostoso. Recebi a rola do meu marido dentro de mim, como nunca havia feito. Ele me beijou e o gosto de porra em sua boca só fez me deixar mais alucinada ainda... E foi assim que terminamos a nossa noite, com mais uma aventura, Gustavo já me fodeu de todas as formas possíveis e imagináveis, mas não cansamos de transar. É uma delícia essa nossa aventura, logo voltaremos e contarei a noite da curra à minha bunda. Mas essa foi especial, e inesquecível!
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Comentários


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casalvigrazybi Comentou em 11/07/2019

Parabéns pelo conto,além de muito bem narrado e delicioso de ler!

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fulano Comentou em 11/07/2019

Parabéns ... delicia de conto e fotos ... amo quando a putinha humilha o corno .. quando ela xinga ele então é maravilhoso ... veja em meus conto tem muito sobre corno lá

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dorataradinha Comentou em 11/07/2019

Ai, que foda gostosa! Meu marido nunca me viu dando pra outro, mas gosta de me ouvir contar o que meu amante fez comigo. Um dia ainda vou convencê-lo de me ver ser comida. Votado.




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Ficha do conto

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lobodemage

Nome do conto:
Um homem de presente pra ela

Codigo do conto:
141262

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/07/2019

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
5


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