SEXO NA FAMÍLIA ATRAVÉS DAS GERAÇÕES



Olá, meu nome é Karina, sou uma morena alta de Brasília e tenho 45 anos... como vocês sabem, toda família tem segredos, e me sinto pronta para revelar os da minha família, que começou no passado antes de minha mãe, com um legado que chegou aos meus netos.É um conto longo, mas especial.

Minha mãe veio pra Brasília do RJ já casada com apenas 20 anos. Dona Marlene era uma carioca bonita, alta, e sensual até demais. O marido chamava-se João e já estava na casa dos 50 anos, veio do RJ trabalhar como mestre de obras.

Com 22 anos mamãe ficou viúva, maridão João enfartou, e deixou eu recém nascida pra criar, em plena década de 1970. Desesperada, minha mãe foi trabalhar num cabeleireiro, e conheceu uma cliente que mudou sua vida, dona Margot, proprietária de uma ‘casa para meninas’ como se dizia antigamente chamada Castelinho, só frequentada por empresários, diplomatas estrangeiros, Militares Oficias e membros do governo. Boa de conversa, Margot levou a mamãe pra lá oferecendo muito dinheiro e vida fácil. 6 meses depois de ir, dona Marlene era a mulher mais requisitada da casa. A mais bonita e a mais safada, topava tudo naquela época, sucesso. Uns anos depois, um diplomata rico, esguio e de bigode chamado Henrique ficou obsessivamente apaixonado pela carioca mais linda da cidade, e nos deu um apartamento grande, renda fixa e me adotou: foi esse homem que cresci chamando de pai sem saber de nada sobre o passado deles.

Cresci tendo uma infância boba e sem sal, educação até conservadora, sem namoros, nem selinho nas amigas pra ver como era eu tive. Nenhum menino me olhava com desejo porque eu era muito pequena e magrelinha, sempre pareci ser mais nova. Morávamos num apartamento bonito, mas meu ‘pai’ Henrique além de frio e distante só vinha pra casa 1 vez por semana, levar mamãe pra jantar/noitadas. Eles voltavam bêbados, fazendo muito barulho e acompanhados sempre por um amigo ou amiga para dormir em casa. Eu nunca vi nada porque meu quarto era do outro lado do apartamento. Num sábado quando eu tinha entre 18 e 19 anos, acordei pra beber água e vi uma mulher pelada toda suada saindo do quarto da mamãe, ela foi pro banheiro, eu estranhei a cena. Quando perguntei no outro dia sobre isso minha mãe riu e disse que era normal, e não toquei mais no assunto.

Acordei de novo na noite do sábado seguinte ouvindo os barulhos de sempre e resolvi olhar pelo buraco da fechadura do quarto deles. Vi minha mãe pelada ajoelhada junto com um amigo da família bonitão que sempre saia com eles também pelado, os dois chupando juntos a rola do ‘papai’ Henrique. Me deu um tesão violento ver uma sem-vergonhice dessas, voltei pra cama com o coração disparando e bati uma longa siririca. Virou rotina: durante a semana eu esperava ansiosa o sábado pra ver pela fechadura deles as coisas que aconteciam. Um sábado eu tava la na porta olhando pela fechadura com a calcinha no chão batendo siririca, vendo minha mãe roçando sua buceta na de uma mulata linda que sempre aparecia em casa, e de repente a porta abre e meu ‘pai’ que ia mijar me pegou no flagrante. Ao invés de xingar, ele piscou, rindo me mandou ficar quieta e voltar pro quarto. Tive tanto medo que nem dormi. Mas a curiosidade venceu e continuei visitando o buraco da fechadura todo fim de semana até meu próximo aniversário. Nesse dia Henrique inventou que íamos sair só nós dois porque ele ia pagar minha habilitação. Da pra imaginar o que senti. Eu que tinha uma vida monótona, era adulta mas muito bobinha, me empolguei na hora e fui me arrumar. Tomei banho na euforia, e coloquei um vestidinho colorido velho que acabou ficando curtinho, com uma calcinha branquinha. Depois de comprar um presente e almoçarmos num restaurante, ele pediu uma cerveja e foi dizendo que sabia das minhas visitas na fechadura, que era normal o que eu via aos sábados pelo buraco da fechadura, que toda família tem segredos, e que já era hora de eu crescer e virar uma moça. Em seguida Henrique me trouxe num outro apê lindo. Lá sentamos num sofá, ele misturou whisky com guaraná e me deu. A bebida me deixou com um fogo incontrolável, eu tinha 20 anos e nunca tinha bebido nada na vida, e aquele homem safado pediu pra eu sentar no colo dele. Sentei delicadinha de lado no colo dele pra não mostrar nada e ele começou a me alisar sem pudor, colocou a mão por baixo do meu vestidinho colorido, fez carinho da minha barriga pros meus seios dizendo que só pensava em mim, que tarado! Me senti estranha, mas quando encostei a bunda na rola dura dele embaixo de mim lembrei das coisas que vi pela fechadura, e fiquei ardendo de tesão. Ele foi fazendo carinho no meu corpinho e tirou meu vestidinho, em seguida me pegou no colo e me levou de calcinha pra cama. Ali ele tirou minha calcinha bem devagar, me chupou um tempão, tirou o cacete pra fora e me deixou pegar, eu nunca tinha encostado em um pau, mas vi tantas cenas naquele quarto que cai de boca sem medo. Depois o safado me colocou peladinha de novo em seu colo e mamou no meu peitinho com o dedo no sininho da minha pepeka, logo me pediu pra ficar de 4, me chupou de novo com seu bigodão que raspava todo o grelhinho e enroscava nos meus pelinhos, que tesão! Henrique colocava sua língua no meu cuzinho e lambia até em cima da buceta, fiquei louca. Finalmente ele me deitou, veio por cima de mim e foi colocando o pinto bem devargazinho na minha bocetinha, colocou primeiro a pontinha da cabeça na portinha da minha pepekinha, falando baixinho safadezas no meu ouvido e encaixando. Eu tava ensopada, senti muito pouco desconforto quando aquele pau duro entrou, a perna mole pela chupada com bigode   não teve resistência nenhuma, na verdade foi mágico, o velho era experiente em tirar um cabaço. Voltamos pra casa e mamãe tinha feito bolo pra mim.

No outro fim de semana eles saíram e voltaram só os dois pra casa de madrugada, assustei pensando que meus dias no buraco da fechadura tinham acabado, mas a coisa ia começar pra valer. Minha mãe bêbada me acordou, eu levantei, mas ela sentou na cama ao meu lado com uma lingerie maravilhosa, e não falando coisa com coisa tirou meu pijaminha, pedindo pra eu ir ajudar ‘papai’ Henrique no banheiro porque tinha bebido muito. Encontrei o velho com o pau duro no chuveiro e ali saquei o que ia rolar: dessa vez eu ia ser a 3ª pessoa do rolê. Antes que eu pensasse qualquer coisa ele me deu o sabonete na mão e mandou ajudar ele. La dentro do box o safado me fez ajoelhar e me ensinou a lavar seu pinto. Esfreguei com cuidado a base, lavei a cabeçona roxa com delicadeza, enxaguei bem e tirei todo o sabão, sequei o pauzão na toalha, bem obediente. Depois disso ele sentou na privada tampada, sentei em seu colo peladinha, ele me secou todinha com muito carinho e percebi que mamãe tava esperando bêbada escorada na porta do banheiro, de mãos dadas fomos pro quarto. Henrique deitou pelado na poltrona ao lado da cama batendo uma, e minha mãe me deitou na cama falando pra eu relaxar porque ela sabia o que fazia. Mamãe encostou o rosto depois a boca no meu umbigo abrindo minhas pernas com suas mãos macias, veio descendo a boca, eu travei em choque, mas ela continuou e foi devagar dando uma linguada na minha virilha até os lábios da pepeka. Eu perdi o ar, ela parou por um segundo e sem esperar minha reação deu uma lambida do meu cuzinho até o grelhinho de fora a fora que me fez gritar. Ela foi me chupando e eu relaxando a cada lambida, a minha coroa realmente sabia chupar buceta muito bem, afinal foi uma profissional. Eu relaxei e pensei em como ela era bonita naquela lingerie, pensando nela tirando meu pijama de calcinha dei uma gozada enorme e inesperada que lambuzou
minha coroa, a danada sabia tanto das coisas que me fez gozar. Lambeu umas 3 vezes minha pererequinha com muito mimo, levantou para beijar o ‘papai’, soltou meu melzinho nele, e dizendo algo tipo: “Ela ta prontinha”,   sentou no sofá pra bater uma siririca assistindo. Henrique levantou com fome e sem perder tempo fez tudo o que sempre quis: me comeu de quatro igual uma cadela puxando meu cabelo loirinho, de ladinho com a mão no meu pescoço, me mandou ajoelhar e me deu tapas na cara, me chamou de putinha enquanto me fazia cavalgar tomando pintada no útero, me mandou olhar mamãe na siririca enquanto chamava nós duas de safadas. A seguir foi pra cima da dona Marlene e me mandou ficar olhando, comeu ela num papai-mamãe acelerado, gozou dentro da boceta dela, me chamou na cama e me fez chupar ela pra tomar tudo. Essa sacanagem toda me fez gozar litros de bambear a perna. Essa foi a noite mais importante da minha vida, quando descobri o maior prazer que existe, o prazer proibido.

Na segunda feira daquela semana minha mãe sentou comigo e contou toda a história de vida dela. Sobre ter conhecido o Henrique no Castelinho, dele não ser meu pai, que ele inclusive só vinha 1 vez na semana pra aproveitar porque tinha outra família oficial, que ele era filho de fazendeiro e podia sustentar duas famílias com vida de ricos. Mas ela contou mais, caro leitor. Ela contou sobre meu verdadeiro pai e meus avós. A mãe dela morreu de tuberculose nos tempos de RJ quando ela tinha 18 anos, e sobrou pra então mocinha Marlene cuidar do pai que era um homem rude, da roça, sem educação ou cultura. O velho ficou sabendo que tinha trabalho na capital nacional, e obrigou ela a se mudar com ele pra Brasília, abandonando o passado. Só que na nova cidade o velho pirou, ia trabalhar cedo e voltava a noite bêbado de cair. Rapidamente começou a tratar a jovem filha como esposa, arrumou uma casinha de 1 quarto, comprou uma cama só pros dois dividirem, e exigiu que ela se deitasse com ele. Ela foi pela farra inicialmente, mas no final gostou muito, se sentiu uma mulher, e começaram os dois a viver como casal numa cidade nova. Mamãe disse que   amou seu pai João como o homem dela desde o primeiro dia. Descobri assim que meu pai biológico João era também o pai dela. Fiquei pasma, mas ela me tranquilizou dizendo que foi muito feliz, gozava horrores naquele tempo com a virilidade e truculência do pai na cama. Toda família tem segredos, e esses eram os dela.

E não para por aqui, mamãe contou que antes de morrer o velho João também contou pra ela sobre sua juventude sofrida. Ele nasceu numa roça muito humilde com pai agricultor, mãe dona de casa e irmão. O pai os abandonou logo e João assumiu a família, foi pra roça trabalhar na enxada com 20 anos. Imaginem só, lugar afastado, sem igreja ou comércio, ele sem escolaridade, rapidamente o jovem João começou a beber cachaça toda hora. Uma noite ele chegou da roça a noite e viu a mãe tomando banho, ao invés de sair ele ficou de pau duro espiando, batendo punheta, gozou e foi dormir. No outro dia na roça, os amigos disseram entre uma pinga e outra que mulher adulta dentro de casa é pro homem provedor usar, fosse mãe, irmã ou filha. João ficou com isso na cabeça, na noite de sexta ele bebeu muito na roça, foi tarde pra casa,viu a mãe no banho de novo, ficou com a rola pulsando, criou coragem e esperou o irmão dormir. Dai ele foi no quarto dela com uma garrafa e dois copos. Sua mãe era muito humilde e sofrida, chegada numa bebida, e os dois tomaram juntos uma garrafa de cachaça. Ele tava começando a ficar de pau duro vendo a mãe de vestido deitada na cama e não conseguiu se segurar, ela percebeu, começou a rir bêbada, mandou João deitar na cama, levantou, tirou o vestido e disse: “Ei vi ocê mi ispiando no banho e se descarregando na púnheta um dia. Fio, ocê tem 20 anos, é o homi da casa e percisa si aliviá. Pode vi mi usá fio, toda noite, eu gosto”. Claro que o moleque João gostou e muito da brincadeira, safadinho. Ele ficou dormindo com a mãe uns 10 anos até ir pra cidade trabalhar na obra e casar. Largou a coroa pro irmão mais novo cuidar, ele já era maior e deve ter feito a mesma coisa com a mãe depois. Isso tudo explicava muita coisa.

Com isso na cabeça percebi que eu era especial, de uma família com costumes diferentes, com muitos segredos proibidos, mas que podia ser feliz como todas as outras.


No próximo conto vou relatar como esse costume familiar chegou na minha filha e neto..mostrando que essa é uma coisa familiar, gostosa e proibida.

Foto 1 do Conto erotico: SEXO NA FAMÍLIA ATRAVÉS DAS GERAÇÕES


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Ficha do conto

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karinha71

Nome do conto:
SEXO NA FAMÍLIA ATRAVÉS DAS GERAÇÕES

Codigo do conto:
146891

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/11/2019

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1


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