A três, aprendi a ser passivo na praia de nudismo



Morei na Califórnia dos 23 aos 25 anos. Lá, frequentava uma praia de nudismo praticamente todo dia. Aquele lugar paradisíaco foi — e ainda deve ser — o cenário de pegação entre machos de muita, mas muita putaria.


A maior praia nudista dos Estados Unidos fica perto do campus da universidade que eu frequentava. Mas é difícil chegar à Blacks Beach. Ela está escondida embaixo de uma encosta alta e íngrime, que se desce pegando uma trilha quase perigosa.

Mas vale à pena. Além da beleza, o lugar e tá sempre quase deserto, com a exceção dos que têm vontade de viver umas aventuras mais excitantes, mais fora da caixinha. Lá, dá todo tipo de homem, pra todos os gostos e vontades.

Estudantes, professores, empresários ou trabalhadores braçais. Jovens, coroas, turistas, surfistas, feios e bonitos, gordos, magros e sarados. Brancos, pretos, latinos, amarelos. Anônimos, curiosos, inexperientes e experts: todo mundo democraticamente pelado pra olhar e ser olhado, tocar e ser tocado e, no fim, se tiver sorte, gozar.

Tem gente que só olha, só chupa, só come, só dá. E tem gente como eu, que vai pra onde a onda levar.

Naquela altura, é claro que eu não era mais virgem. Mas meu repertório sexual ainda era bem limitado. Achava que ainda não sabia dar o cu direito, que não era capaz de sentir ou de dar prazer por completo. Ou seja, eu tinha muito a explorar.

Certa tarde, fumei um baseado e fui curtir a praia, aliviar a tensão da semana e ver o que podia rolar. Era um dos primeiros dias de verão. O calor castigava, mas o movimento na praia tava fraco: não mais que uns vinte caras espalhados por mais de dois quilômetros de praia. Nos arbustos, havia um grupo escondido que tava bem animado. Mas não me atraiu o tesão. Era só.

Reparei num americano altão, grisalho, musculoso, que parecia um armário. Esse sim! Ele se destacava, era de um tipo meio militar. Devia ter uns 45 anos, tinha um pau enorme, que tava mole; carregava uma mochila nas costas, e parecia ter vindo só pra observar.

Já sem roupa, passei pelo grandão pra ver se ele se interessava. Mas ele parecia muito relaxado, quase fingindo não ver ninguém, até meio antipático, fazendo carão. Ele chegou a me seguir à distância, mas depois que entrei num arbusto a espera dele, e ele desapareceu.

Era tipo um jogo de gato e rato, mas eu não sabia direito quem era a caça, quem era o caçador. Quando o via, acenava, sorria. Ele respondia, de longe, parecendo um pouco indiferente. Continuei tentando chamar a atenção do cara, e às vezes ele parecia vir, depois desistia. Vinha, mas voltava.

O cara era atlético, perfeito demais, parecia um super-herói aposentado, um galã de cinema, de filme pornô. Sem sacanagem. Do tipo que jamais me daria bola ali naquela praia ou fora. Devia curtir só os grandões como ele. Ou só loiros, esses americanos podem ser meio racistas. Sei lá...

Paciência, pensei, acho que ele não tá a fim.

Investi em outro, mais jovem, mais da minha idade. Alto, loiro, magérrimo, meio hippie, do cabelão. Bundudo, com um pau bom. Desencanei quando vi que ele tava flertando com o mesmo grisalhão da minha atenção.

Aaah, se ele tá a fim do grandão, pensei, então é porque não quer um magrinho baixo como eu. Melhor eu ir pra outro lado da praia. Pior coisa é ficar disputando macho em local de pegação.

Zanzei por um tempo pelos arbustos no sopé da encosta, onde rola a ação de verdade, mas não vi nada que me interessava. Uns caras estranhos se chupando, outros mais estranhos só olhando. Aquele não parecia um bom dia pra grandes aventuras.

Foda-se, pensei. Hoje não é meu dia.

Como tava muito quente, decidi cair na água um pouco e, depois, relaxar na areia. Deitei de bruços na minha canga de praia pra pegar um bronze e tirar a marca de sunga.

Queria ficar de boa, saca? Ver o vai e vem da macharada brisando ao som do vento e do mar. Achava que não iria rolar nada aquele dia; mas pelo menos eu assistiria o por do sol.

— Hey boy, disse, de repente, uma voz grave em inglês, acima de mim, me tirando do transe. — Posso me sentar?

Fui fitando o dono da voz de baixo pra cima: pézões, pernas torneadas, coxas grossas, torso peludo e farto, e o rosto quadrado escondido numa barba negra, bem cerrada. Não era o meu grisalho dos sonhos; mas era um urso bem bonito, de uns 35 anos, a fim de animação.

Demorei meu olhar no pau dele: mais grosso do que grande, mas volumoso, pendurado numa meia bomba, bem pesadão. Nunca fui bom com medidas, mas eu diria 17 centímetros.

Uuumh, promissor, pensei, vamo ver no que isso vai dar.

Ele também tava manjando minha bunda: redonda, lisa nos gomos e peludinha no reguinho rosado. Sou magro, moreno torneado, mas sem pelo nem barba, com o cabelo cacheado meio rebelde. O americano parecia ter gostado do que viu.

— E aí, posso? — repetiu o urso parrudão. Ele apontou pro canto da minha canga com o queixo e, ao mesmo tempo, deu uma sacudida na ferramenta. O gesto atiçou minha vontade na hora. Senti meu pau inchar contra a toalha, mas tentei disfarçar.

— Sentaí, cara! — disse. Abri espaço e ele se sentou.

— E aí, como você tá?

— Tô bem, aproveitando o fim da tarde.

— Nice — respondeu, em ingles. "Legal." — Bonito aqui né?

— Uhum. Sua primeira vez?

— É. E você?

— Não, eu moro aqui perto, então venho todo dia. É tipo uma segunda casa, hahah.

— Ummmh — assentiu acariciando minhas costas de leve, o que me fez arrepiar. — Mas você não é daqui, né?

— Não... como você sabe?

— Sei lá. Seu jeito... te vi andando ali nos arbustos. Você também foi o único que teve coragem de entrar no mar. Não tá muito frio?

— Nada, tá uma delícia. Quer ir comigo?

—Seu sotaque é tão sexy... De onde você é?

— Ah, brigado — respondi tentando mostrar que tava curtindo aquela mão. — Sou brasileiro. Mas moro aqui desde janeiro.

— Wow! É por isso que você é sexy assim. — Desceu a mão devagar medindo cada centímetro do meu corpo. Senti meus pelinhos se eriçarem. Ele seguiu delicado até minha bunda ao ver que aquilo me animava. — Sua pele é lisinha! Such a sexy boy!

— Que bom que cê curtiu — eu disse.

— Eu adorei.

Firme, apalpou minha bunda e deu um tapinha nela. Aquilo me encheu de tesão demais. Depois, começou a tocar meu o rego. Seus dedos grossos iam me investigando, me revelando, até tocarem decididos bem na portinha do meu cu.

— Eu também tô adorando isso — respondi.

Abriu as coxonas e relevou o pau duraço. Seu tamanhão era emoldurado por uma púbis farta e um saco volumoso pronto pra ser esvaziado. A cabeçona vermelha da pica dele brilhava de tesão. Num sorriso safado, passei a mão e comecei a punhetá-lo.

— Uuuumh, isso é bom demais — respondeu fechado os olhos. — Você quer me chupar?

Não esperei duas vezes, mas quis fazer lentamente. Aproveitei pra sentir aquela trolha roçando no meu corpo enquanto eu lambia seus mamilos e as axilas. Delicia. Desci pelo tórax beijando a barriguinha saliente e sexy, até o umbigo; mais embaixo, cheirei a púbis e o saco. Antes de chupar, queria absorver aquele perfume de macho tesudo que só uma pica boa tem.

Ele passou uma das pernas por sobre minha cabeça e se ajeitou pra que eu ficasse com a boca entre suas coxas. Brinquei à beça com o pau antes de engolir. Quando nem ele nem eu aguentávamos mais, enfiei tudo na boca com voracidade. Ele gemeu de tesão.

Eu subia e descia. Enrolava a língua na cabeça grossa enquanto ele gemia. Depois fiz uma garganta profunda, porque ele merecia. Ele acariciava meu cabelo e apalpava minha bunda elogiando tudo que sua mão tocava. Fui empinando a bunda até ficar de quatro.

—Boy, você tem uma bunda linda. Posso te dedar? — perguntou — Here?

O sexo entre os nudistas quase nunca rola na areia ou no mar. Por mais escondida que a praia seja, a galera normalmente se refugia nos arbustos perto da encosta pra transar. Mas àquela pergunta feita assim, derretendo de desejo, eu não consegui negar.

Meu cu se abriu ao toque da sua mão. O grandão não perdeu tempo. Lambeu gostoso o dedo e o enfiou aos poucos na minha roda estreita, mas bem amaciada. Eu sentia meu buraquinho apertar o dedo dele. E aí sentia o dedo deslizar pra dentro.

— Such a good boy — disse ofegante ao me ouvir gemendo, fazendo meu pau latejar. Quer dizer "você é um bom garoto". Me chamava assim, de garoto, acho que pelo meu porte, minha aparência quase adolescente. — Esse é meu garoto. Empina esse cuzinho apertado pro papai.

Obedeci. O cara deu a volta e se ajoelhou atrás de mim só pra me admirar. Afastou as bandas da minha bunda e elogiou ainda minha rodinha rosada, quente, de pelo meio alourado. Eu tava adorando aquela sensação de ser objeto da idolatria de um ursão.

— Que cuzinho lindo. Porra!

Mergulhou a cara barbuda no meu rego e esfregou-se inteiro na minha bunda. Não parava de dizer o quanto me achava sexy, que sempre quis comer um brasileiro. Demorou bons minutos lá embaixo.

Me fez gemer gostoso e alto. Sabia como tratar um cu com a língua e a barba, me fazendo arrepiar ao som das ondas da praia. Relaxou prega por prega, sorveu cada pedaço, disse que eu tava com gosto de água do mar.

Depois, chupou minhas bolas, engoliu meu pau e me deu o pau dele de novo pra chupar. Empurrou minha pélvis contra ele todo. Parecia querer se fundir comigo, se enfiar inteiro em mim. Me deu mais um pouco seus mamilos grandes, que mamei como um bebê.

— Isso, minha putinha. Agora vem, rebola na minha cara.

Nossa falta de pudor atraiu outros machos, inclusive alguns que abandonaram o grupo que estava detrás dos arbustos pra poder nos observar. Eram uns cinco ou seis parados em volta de nós a uma distância quase cordial. Eu tava adorando ser o espetáculo.

Meu ursão mostrou que queria me penetrar. Sacudiu o pau, bateu-o contra minha bunda, roçou bastante. Eu rebolava ainda mais só pra atiçar. Esfregou aquela jeba na minha cara, empurrando minha cabeça até eu engasgar.

Demorei um tempo com a cara enterrada na rola dele. Queria mostrar com a boca como eu queria meter fundo. Quando não aguentei mais, saí da pressão da mão dele contra minha nuca, os olhos cheios de lágrima. E ele me agarrou e deu-me um beijão.

— Você é um menino guloso.

— Um-hum — confirmei com a cabeça, dócil, olhando bem fundo nos olhos dele. Sentei em seu colo e o abracei com as pernas, rebolando naquele pau. Queria provocá-lo mais. Me rocei em sua barba espessa e me aninhei no seu corpo grande.

— Você tem lubrificante? — perguntou. Soou meio apressado, como se não pudesse mais segurar o tesão.

Vasculhei a mochila, mas droga, pensei, por que havia esquecido a droga do lubrificante? Disse a ele que não, meio sem graça, me sentindo muito infantil, muito amador, patético até. Ele soltou uma gargalhada, e deu um suspiro de tesão.

— Não acredito que não vou poder te comer. — Ele e eu sabíamos que nem toda saliva do mundo faria a rolona dele entrar em mim. Mesmo assim, me tascou um beijo na boca e disse em inglês: — It's ok, ainda posso te dedar até você gozar.

Na hora, percebi que, no meio da nossa plateia, havia advinha quem? O tal coroão grisalho, super-herói aposentado. Segurava o membro já duro e era o que tava mais perto de nós. Pensei que, pela mochila, ele estaria certamente mais prevenido.

Pela ereção enorme dele, eu tava com sorte: ele tava doido pra me foder e eu, desde mais cedo, doido pra pelo menos segurar aquele mastro. Sorri bem safado, e ele finalmente veio na nossa direção com o pau na mão. De perto, era ainda maior, e bem grosso: ali tinha uns 23 centímetros fácil. Tanto que eu não sabia se teria coragem de sentar naquela vara.

Tinha o cabelo prateado, os olhos bem azuis, a pele bem cuidada e nenhuma barba; ombros largos, abdômen trincado, cada vinco rescindindo a suor de macho; as coxas tonificadas, a bunda musculosa. E o cacete, puta merda, que cacetão!

— Tem espaço pra mais um? — perguntou com um sorrisinho perigoso, sacudindo a jeba veiuda e grossa que nem um porrete a poucos centímetros da minha cara. Eu tava nervoso, animado, ansioso, quase rindo na cara dele. As voltas que a vida dá.

— Cara, que pauzão — eu deixei escapar. Ele riu.

— Você quer provar ele?

Eu e o barbudo estávamos de joelhos na toalha com os nossos corpos encaixados. Ele me abraçou por trás, e ficava beijando meu pescoço, roçando a rola na minha bunda, mas também interessado no outro macho.

—E o loiro alto lá nos arbustos, desistiu de você? — perguntei, cafajeste.

—Hahah. Eu que desisti dele, quando eu perguntei se ele topava a três, eu ele e você. Mas ele pulou fora. Achei que você tivesse desistido de mim também, gatinho.

Aaaah, pensei. Ele não tava me esnobando. Ele queria os dois. Do jeito que eu gosto. Puto safadão.

— E aí, cabe mais um nessa toalha ou não?

— You got lube? — perguntou o meu barbudo pro o militar, "você tem lubrificante?".

O militar acenou com a cabeça que sim com um sorriso de puto no rosto. Tirou da mochila um frasco de Swiss Navy e foi se ajoelhando, nos agarrando, de modo que fiquei no meio dos dois. Notei também ele agitando um vidrinho castanho em uma das mãos.

Eita porra, pensei. O negócio ia esquentar. Ele tinha poppers!

— Vem!

O coroa se ajoelhou, deu um beijo na minha boca, acariciou meus cabelos e estendeu o vidrinho de poppers para eu inalar. De quatro, apertei o frasco contra as narinas obediente e senti o gás gelado penetrar e invadir minha corrente sanguínea, transformando meu corpo todo de imediato.

Ziuuuuum. Parecia que a lente de um filme havia se fechado em nós três, que o mundo se resumia em nossos corpos nus e conectados, nossas respirações ofegantes, nossos beijos molhados, quentes do sol. Senti meu corpo se relaxar numa tontura vivaz, bem alerta e incandescente.

— Isso, garoto — disse o militar, meio rindo, meio paternal. — Respira fundo agora e relaxa.

Em seguida, já tava me oferecendo o pau em riste pra eu chupar. Cheirei aquela rola enorme, e a abocanhei como se fosse um animal.

— Bom, garoto, que delícia! — Me agradeceu com um beijo firme.

— Isso, empina bem o cuzinho macio pro papai — mandou o outro, o urso, que foi se encaixando atrás de mim depois de lubrificar a rolona grossa e de ele mesmo provar um pouco do barato do vidrinho castanho. Estávamos conectados numa só onda. — Isso, bom garoto.

Senti o toque do membro quente do ursão contra minha portinha. Primeiro só alisando, brincando. Depois, devagar dentro de mim, segurando minha bunda com as duas mãos. Me penetrou centímetro a centímetro até o talo.

Gemi gostoso olhando pra trás ainda com a pica do coroa na boca só pra ver o outro entrando em mim. Sua respiração pesada de macho no cio sobre a minha nuca amplificava ainda mais o meu tesão.

— Safado! — disse me bombando por trás. Ele começou num vai e vem gostoso e devagar até eu me acostumar.

Eu sentia a pressão da jeba dele abrindo o abraço que meu cu dava em volta dela. E queria mais. Ao mesmo tempo, me dedicava subindo e descendo os lábios em volta do mastro gigante do militar, o meu segundo macho. E queria mais e mais.

— Mais — implorei ansioso. Não pude deixar de pensar que eu tava vivendo a cena de um filme pornô. Seria um clichê se não tivesse sido real. Fiquei imaginando o quão natural eu soaria se dissesse "Yeah, fuck me now!" Ainda falando em inglês, optei por: — Mais, mete mais.

O ursão não vacilou. Pegou lubrificante e lambuzou meu cu mais um pouco. Dessa vez, enterrou tudo numa só tacada: fundo, pesado, me abrindo pelo meio e gemendo de tesão. Eu abafei um urro de prazer e dor atolando ainda mais na boca a rola do coroa.

—Filho da mãe! — disse. — Que cuzinho bom!

— Chupa esse cacete — disse o grisalhão empurrando minha cabeça pra baixo. Me fez aspirar um pouco mais de poppers pra acalmar a dor. Enquanto o coroa fodia minha cara, o ursão bombava no meu cu como se o mundo fosse acabar.

Ziuuuuuuuuuum. De novo aquela tontura, aquela fome de dar. Eu tava todo tomado pela jeba pulsante do meu macho peludo: a púbis farta dele roçava contra a minha bunda redonda e branca; a barriguinha saliente se encaixou perfeitamente na minha lombar.

— Que cuzinho gostoso! Take it, boy, take it.

Eu rebolava, balançava o corpo todo num compasso ritmado pra frente e pra trás. Quanto a outra verga arregaçando minha boca, sorvi tudo o que podia. O grisalhão segurou minha cabeça assim, meio de lado, pra me dar surra de cacete e ouvir seu cabeção estalar contra minha cara. Eu, insaciável, pedia:

— Mais, mais, mais.

Os dois aspiraram poppers e ofereceram pra mim depois entre carícias e chupadas. Segurei a respiração e soltei em seguida abrindo ainda mais as pernas, deixando o caminho todo livre para que o ativão barbudo bombasse no meu rabo uma vez mais.

— Isso, sua putinha, abre bem esse cu — disse o coroa ajudando o urso a meter fundo.

Nós três estávamos cada vez mais excitados pelo som de pele batendo contra pele no ritmo das ondas do mar. O sol dourado da Califórnia aquecia tudo fazendo nossos corpos suarem de calor e tesão.

Os dois se beijaram por cima de mim. O coroa parecia querer beber todo o gosto do meu cu impregnado no hálito do urso barbudão. Eu tava entregue à minha definição de paraíso, sendo tomado em cima e em baixo por dois machos grandalhões.

— Me fode, vai.

Foda real, sem frescura, sem brincadeira. Pau no cu, pau na boca, um completando o outro como um quebra-cabeça. Eu poderia ficar ali por horas. Meu dever era mostrar pra eles que eu era um passivo dedicado, e queria dar muito prazer pra eles dois.

— Isso aí, garoto, você aguenta bem — repetia o grisalho grandão, empurrando o corpo do barbudo contra o meu, a pica gigante dele relando na minha bunda, esperando na fila pra entrar em mim enquanto o outro me arrombava. — Bom garoto, dá pra ver que você é bom nisso, que você gosta mesmo de pau.

O prazer de dar o cu cresceu. Fui me sentindo cada vez mais relaxado. Já não me importava se meu próprio pau tava duro. Queria me sentir dominado, aberto, fodido, arregaçado por suas rolas pulsantes e seus sacos pesados. Queria ser só um buraco.

Isso significava uma coisa que eu não sabia ainda, mas que só fui entender depois. Significava que eu tava pronto pros 23 centímetros do grisalhão. Eu nunca tinha dado pra uma pica tão grande. E aquilo ia acontecer a qualquer momento, agora.

Experiente, o coroa sabia mais do que eu que rola dele era grande demais pra eu levar sem nenhum preparo. E era óbvio que ele curtia uma safadeza mais pesada. Na cabeça dele, o barbudo só tava me amaciando pro que vinha depois.

Seja o loiro hippie dos arbustos ou o meu barbudo do pau grosso, meu super-herói aposentado só precisava de um pau intermediário pra abrir o caminho até mim, o objetivo final da sua caçada na praia. E depois, era a vez de ele se satisfazer em mim. Se lambuzar como quisesse, sem me causar dor, sem se preocupar.

Naquele jogo, nós éramos os amadores; ele, o profissional.

— Agora é minha vez — anunciou num tom autoritário. Senti meu corpo tremer na hora. Os dois putos trocaram de posição, e eu, entre apreensivo e curioso, me deitei de costas na toalha para ver de frente meu super-herói e seu mastro monumental.

Quis assistir a maior rola que eu já tinha chupado se encaixar como um ímã no meu botão. Aquilo sim é que era cacete. Será que eu aguentaria? Será que aquilo tudo iria caber no meu cuzinho? Medo. Curiosidade. Lascívia. Vontade de testar limites. Tudo junto com a vontade de servir ao prazer de um cavalo garanhão.

— Fica tranquilo, garoto. Eu não vou te machucar. Quero te ver gozar muito, você vai ver como é bom.

Ele se deitou sobre mim e começou me beijando devagar. O ursão brincava com a rola entre as nossas línguas. O grisalho foi descendo, me lambendo todo, me linguando. Me chupou por alguns minutos, o pau e o cu, dando tapinhas na minha roda já bem laceada. Lambuzou a estrovenga com lubrificante e meteu sem dó.

— Aaaaaaaah! Toma! — Eu precisei de um pouco mais de poppers pra não reclamar. — Do you feel it, boy? — tá sentindo, — do you feel me now? Damn, your ass is amazing, boy — porra, seu cu é incrível, garoto, toma, uuuh, ahhh.

Ficava brincando com minha rodinha, elogiando meu cu, vendo sua pica ser engolida aos poucos nas minhas entranhas a partir da minha cuceta semi-peludinha. Dava uma risadinha, lubrificava, mandava uma cusparada, enterrava, tirava, enterrava.

—Aaaaannnnnnh. Mete mais fundo, vai — eu disse quando senti que tinha me acostumado de fato. — Come seu garoto.

O coroa se enfiou sem dificuldade em mim. Elogiou meu rabo, falou que eu era seu passivo perfeito, e que fazia tempo que não comia uma bunda tão gulosa. Gemia de prazer e perguntava se eu tava conseguindo sentir seu caralhão.

Gemi "yeah, daddy, yeaaah", a boca já cheia com a pica do outro. Nunca havia me sentido tão possuído, tão dominado. Ali, eu tava completamente flexível, vulnerável. Os joelhos puxados na direção das axilas, bem aberto e amaciado. O melhor jeito de ser fodido.

Sou uma vadia, pensei orgulhoso, me abrindo ainda mais. Passei os dedos entre as pernas pra medir o quão largo eu já tava. Loucura. Incansável, o coroa martelava extasiado, metendo tudo o que podia sem perder o vigor de sua ereção poderosa.

Aquela foi a primeira vez que me senti assim. Ainda hoje, é raro me perder completamente para receber uma verga grande de verdade. Não é fácil, mas quando funciona, é como ter o corpo todo apropriado por um outro. Descobri o paraíso ali, quando aprendi, de verdade, a dar.

Pra mim, dar o cu pra um cacete daqueles é uma arte. É dando o cu que eu me sinto ainda mais macho. Me encho de tesão só com a ideia de aguentar um macho grande, de receber e dar prazer viril e verdadeiro pelo rabo. Me sinto forte, poderoso, superior.

Naquele momento, sendo empalado por 23 centímetros de tesão, eu administrava as sensações de prazer e dor. Percebi que havia aprendido fazer o prazer dominar a dor e meu corpo se adaptava àqueles corpos vigorosamente, depois de paciência e prática.

Nunca mais eu ia dizer que não sabia levar rola no cu. Me sentia deflorado da portinha até o fundo do meu corpo. E sentia que, em certo ponto era eu, o passivo, quem comia, era eu quem os dominava. Eu mandava e desmandava naquelas duas picas. Tava pronto pra explodir em gozo e fazer meus machos gozar.

— Atola essa rola! — eu pedia, sem pudor.

— Você gosta de rola, né, seu puto? Então toma meu cacetão nessa bocetinha!

— Mais fundo!

— Abre bem essa boca!

— Me dá!

— Esse é meu garoto!

— Mete!

— Abre bem esse cuzão!

— Isso, me fode mais, me fode mais, me fode, vai. Mais forte, mais forte, mais!

Fui estocado com força de todos os lados. Eu no meio, satisfazendo os dois, enquanto eles aplacavam minha fome de pau. Parecia que só a gente existia, e que o mundo ia acabar no instante seguinte com nossos corpos entregues um dedicado ao prazer do outro.

É agora, pensei. Acho que isso é o nirvana. Tô no céu.

Gozamos fartamente. O coroa primeiro: uma porra espessa, quente, volumosa, que jorrou no meu rego pelo tempo que ele permaneceu gemendo, enterrado dentro de mim. O barbudo veio depois, como uma ordenha esporrando no meu corpo no meu rosto. Fiquei todo lambuzado. Depois, ele me fodeu um pouco mais.

Gozei muito, mais do que nunca gozei em toda minha vida, ainda com o barbudo me comendo pela segunda vez, aproveitando a lubrificação da porra do outro macho. Meu corpo tava cheio de gozo, tanto dentro quanto fora. O buraco e a boca tavam perfeitamente preenchidos por cacete de macho. Não havia dor, nem nada. Só prazer.

Eu não podia reclamar. Esse era o maior presente que eu podia ganhar por ter sido, naquele instante, um passivo tão dedicado.

Caímos extasiados e cansados na canga fitando o céu e pôr do sol alaranjado. Nos abraçamos e fizemos uma conchinha tripla até nos recompor. Os dois tocavam a portinha do meu cu impressionados com minha fome, volta e meia enfiavam o dedo de novo, relavam os paus no meu cu, que tinha virado um túnel perfeito pra caber suas masculinidades grandes, inchadas, insaciáveis. Depois me beijavam, se beijavam, e nós nos beijávamos juntos por fim.

Os caras que nos assistiam de longe também gozaram antes de se dispersar. Saiam murmurando wows e uaus, fazendo sinais de aprovação. Todo mundo queria ser a gente naquele momento. Eles sabiam ter testemunhado uma coisa incrível, praticamente transcendental.

Acendi a ponta do baseado e fumamos juntos, eu, meu barbudo e meu militar aposentado. Abraçados, fomos ao mar nos lavar. Aquilo foi tão único e mágico que dificilmente se repetiria. Preferimos ficar em silêncio, abraçados, contemplando a beleza daquela conexão.

Não havia mundo externo ao nosso triângulo perfeito. Nada poderia nos atingir ao longo das horas que compartilhamos.

Voltei à Blacks Beach muitas vezes naquele verão e ao longo dos dois anos que morei nos Estados Unidos. Tive muitas aventuras naquele lugar. Poderia escrever um livro do que vi e vivi e aprendi lá. Mas aqueles dois machos especiais, eu não encontrei nunca mais.

Foto 1 do Conto erotico: A três, aprendi a ser passivo na praia de nudismo

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casalbisexpa Comentou em 02/12/2019

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A três, aprendi a ser passivo na praia de nudismo

Codigo do conto:
148869

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/12/2019

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
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