Coroa queria porra no cuzinho



Me chamo Jefferson, tenho 22 anos, moro em Fortaleza e decidi contar um pouco sobre algumas aventuras minhas, espero que vocês gostem.
Setembro tava terminando, um calor infernal aqui em Fortaleza, não tava suportando ficar em casa. Em plena segunda-feira me mandei pra praia, aproveitei a folga da faculdade e do trabalho pra tomar um banho de mar, até tomar uma cervejinha e sair um pouco da rotina. Como ainda era início de semana, a praia tava vazia e poucas barracas funcionando. Tem uma que eu costumo frequentar e por sorte estava aberta, então escolhi uma mesa, pedi uma cerveja e fiquei ali curtindo a brisa e olhando o mar. Somente um garçom estava atendendo e só havia 4 mesas ocupadas, contando com a minha. Uma delas com um casal e as outras com grupos de amigos.
A mesa onde estava o casal era a mais próxima do mar, geralmente a que eu escolhia. Como daquela vez estava ocupada, me contentei em ficar um pouco mais distante e curtir quietinho. A sorte é que esse casal decidiu ir embora logo quando cheguei, então tentei levar minhas coisas para o novo ponto. Quando peguei a garrafa e o copo e comecei a andar, percebi que as pessoas de uma das mesas também estavam tentando chegar na tão desejada barraca com vista privilegiada. Parei de caminhar e ia deixar o espaço pra eles, estavam em mais pessoas e mais perto do lugar, até que eu achei um dos rostos conhecido.
Acredito que ele também, porque ficou me olhando enquanto andava.
-- Ei, você é filho do Cláudio, não é? -- o cara era um cinquentão, alto, meio gordinho e com os cabelos já grisalhos. Na hora que ele falou eu lembrei de onde vinha a familiaridade.
-- Eu mesmo. E você é o Bosco, né? -- lembro que eu e meu pai encontramos com esse cara uns tempos atrás, e ele explicou que eles jogavam futebol juntos quando mais novos, que eram amigos de infância.
Depois disso o Bosco perguntou como meu estava, como iam as coisas, esses papos de quem não se vê a uns tempos. Perguntou se eu estava indo para a mesa mais próxima do mar, e pediu que eu ficasse e tomasse uma com ele e os amigos. Eram três, um casal também pela casa dos 40/50 e uma mulher linda, que tinha no máximo uns 28 pra 30 anos. Ele apresentou o casal como a irmã e o marido e a mulher como namorada, Jessica. Na hora estranhei, porque lembro de ter visto ele com uma coroa da última vez, mas fiquei na minha. Sentamos e começamos a conversar amenidades.
Eles pareciam já estar bebendo a um tempo, e principalmente as mulheres já pareciam estar bem alegres. Comecei a notar a namorada do Bosco me dando umas olhadas de lado, perguntando umas coisas sobre a minha vida e já fiquei meio alerta. A mulher era um espetáculo. A pele negra, bem feita pra caramba, o rosto lindo. Percebi que o Bosco tava vendo tudo, mas ou ele não se importou o simplesmente não percebeu. Já tava meio inquieto com a situação e com medo de arrumar algum problema com um amigo do meu pai, então ia dar uma desculpa qualquer pra ir embora, mas antes que eu falasse qualquer coisa a irmã do Bosco chamou a gente pra água.
Ia usar a deixa pra sair, quando o Bosco se meteu.
-- Vão lá vocês, eu vou terminar essa cerveja aqui. E tomem banho mais lá pra baixo, que aí tá cheio de pedras.
Eles nem esperaram e desceram, a namorada do coroa nem disfarçou a olhada enquanto saia, nem soube o que fazer. Eles entraram na água e ficou um silêncio meio constrangedor, até que o Bosco voltou a puxar papo sobre futebol e outras coisas. Estávamos lá falando e o pessoal no mar, quando ele olhou para o grupo de amigos e me perguntou:
-- Gostosa, né?
-- O que?
-- A Jessica, olha o corpão.
-- Quê isso, não vou falar da sua mulher.
-- Sai dessa, eu vi ela te olhando, não tem bicho. Tá comigo só pela vida boa mesmo, eu sei que ela prefere um cara novo assim que nem tu.
-- Eu pensava que tu era casado.
-- E eu sou, minha mulher nem sonha. Essa daí é só diversão, por isso eu tô pagando. Ninguém quer velho não rapaz, vai dizer que tu sai por aí fodendo as coroas?
Nessa hora eu não sei o que aconteceu, se eu tivesse pensado teria respondido melhor, mas foi no automático:
-- Quem dispensa buraco é a prefeitura, eu quero saber é de meter -- na hora ele fez uma cara de surpresa mas logo começou a rir.
-- Não sabia que tu era assim. Come de tudo mesmo? -- como quem tá na chuva é pra se molhar, decidi abrir logo o jogo mesmo.
-- Não tenho besteira, podendo guardar a pica eu tô dentro.
-- Caralho, come até cu de homem?
-- Esse que é bom, macho dá o cu com vontade -- ele novamente fez cara de surpresa e deu uma conferida na minha mala que já tava fazendo volume no calção.
Nessa hora o pessoal vinha voltando do mar e a nossa conversa foi interrompida, e meu pau tava durão no short. Pedi licença, disse que ia ao banheiro e sai da mesa meio torto, tentando disfarçar. Fui andando pela barraca (agora realmente vazia, nos éramos os únicos) e quando cheguei ao banheiro estava trancado. Eu não conseguia achar nem mesmo o garçom, tava um deserto. Como eu precisava realmente mijar por causa da cerveja, sai procurando um lugar e vi que a barraca do lado estava fechada mas o banheiro parecia aberto.
Tinha somente um mictório coletivo daqueles de alumínio, mas bem pequeno, cabiam no máximo duas pessoas, e uma pia. Cheguei, coloquei o pau pra fora e não conseguia fazer xixi por que ainda estava com a cabeça na conversa com o Bosco e a piroca se recusava a abaixar. Pensei na loucura que tinha sido aquele papo e o risco da galera ter ouvido ou ter visto meu pau daquele jeito. Depois de um pouco de esforço consegui urinar e alguém entrou pela porta, era o Bosco.
Ele se colocou do meu lado, quase encostando na minha coxa e pos o pau pra fora pra mijar também.
-- Porra, é por isso que tu come de tudo, pau bonito desses.
-- Gostou? -- segurei pela base e balancei, já não tava nem aí e queria ganhar alguma coisa naquela situação.
Ele nem esperou, fechou com a mão e começou a me punhetar num ritmo bem lento.
-- Cabeção cara, deve machucar -- chequei la fora pela fresta na porta e continuava um deserto.
-- Machuca nada, é só preparar direitinho -- lambi o dedo anelar e enfiei no calção dele.
O filho da puta era um safado, empinou a bunda enquanto segurava meu pau pra que eu achasse o cu dele com mais facilidade. Aí que meu tesão foi a mil, eu sou tarado demais em cu, principalmente um de macho, peludinho, do jeito que o dele era. Fiquei dedando aquele cu enquanto ele me punhetava cada vez aumentando mais velocidade. Já estávamos a mais de cinco minutos naquilo, lembrei dos amigos.
-- E o teu pessoal, não vai dar falta de ti? -- novamente chequei a fresta e nada de movimento.
-- Vão não, disse que ia comprar só um tira gosto, demoraria uns 20 minutos.
Tirei logo a mão dele do pau e mandei ele chupar. Ele ajoelhou e colocou o pau na boca, era um profissional no boquete. Chupou o corpo e deixou bem babado, depois lambeu a cabeça. Tirei o pau da boca dele e coloquei o saco, o puto chupava e batia punheta.
-- Isso, chupa filho da puta.
Eu já tava num tesão absurdo e ele gemendo enquanto me chupava. A situação maluca, dentro de um banheiro público, na luz do dia, mas eu não queria saber.
-- Vai, empina esse rabo -- ele nem esperou, já virou e abaixou o calção -- coloca a mão na porta.
Quando eu vi aquele rabo, abertinho, peludo, eu fiquei louco. Deu vontade de meter a língua, mas eu tava igual um animal no cio, precisava meter. Cuspi no pau e no rabo do puto, e ele empinou mais ainda. Dei uma pincelada com o pau e ele gemeu, foi a deixa pra eu começar a empurrar a cabeça. O coroa era uma puta, na hora que a cabeça entrou ele nem reclamou e já começou a gemer e pedir piroca.
-- Vai, mete nesse cuzão, vai -- o pau deslizava pra dentro daquele cu quente numa facilidade.
Eu continuava checando a fresta enquanto metia.
-- Já pensou se teus amigos aparecem e te veem assim, levando pau e pedindo pirocada? -- ele gemia e batia punheta.
-- Safado do caralho, come esse cu vai, fode com força!
A gente estava nesse sussurrado enquanto fodíamos, naquele misto de tesão e medo de alguém aparecer. Um movimento começou lá fora e parece que mais umas pessoas tinham chegado na barraca. O Bosco fez menção de levantar, mas eu abaixei ele de novo e soquei o pau todo de uma vez. O safado deu uma gemida e virou o rosto pra me olhar com cara de puta.
-- Ai, eu quero assim, bruto! -- o coroa tava me deixando doido.
Segurei ele pela cintura e comecei um vai vem frenético. Ele tapou a boca e ficou gemendo baixinho, pedindo pra arrombar. Com pouco tempo nesse ritmo ele anunciou que ia gozar, e acelerou a punheta.
-- Vai, maltrata esse cu que eu vou gozar! --- o filho da puta esporrou o chão e o cu não parava de piscar, apertando meu pau. Eu também não ia aguentar muito tempo.
-- Caralho, eu vou gozar também -- puxei o pau pra esporrar nas costas dele, mas ele pegou de volta e colocou no cu.
-- Não, você vai gozar aqui -- o tesão era tanto que eu tava tonto -- Vai, enche meu cuzão de leite de macho!
Tapei a boca pra conter um grito e enchi aquele cu de porra quente, uns seis jatos bem grossos. Tirei a piroca e a porra pingava no chão, o coroa só passou a mão pelo buraco.
-- Porra, tu me arrombou, hein? -- ele deu um sorrisinho e subiu o calção. -- Vai lá pra barraca, daqui a pouco eu apareço por lá.
Acho que ainda estava meio em choque do tesão e da situação em si, só concordei e fui em direção da barraca. Só tinha o grupo novo que tinha acabado de chegar e a turma do Bosco. Cheguei na mesa, perguntei por ele pra disfarçar e eles falaram sobre a saída e o tira gosto. Disse que precisava ir e mandei um abraço pra ele, a namorada ainda insistiu que eu esperasse. Dei a desculpa e fui embora, sem contato nem nada.
Isso já faz mais de três meses e o Bosco me achou. Acho que a gente pode acabar se encontrando de novo.

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Comentários


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lucasarrombadordecu Comentou em 19/01/2020

amocomer coroas tbm




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jeffince

Nome do conto:
Coroa queria porra no cuzinho

Codigo do conto:
150533

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/01/2020

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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