Por causa de algumas calças (INCESTO)




Vou contar algo inexplicável que aconteceu, meu nome é Hugo, tenho 28 anos, sou branco, tenho 1,93 de altura, meu físico é normal, eu tenho um negocio próprio. Meus pais são separados, moramos apenas eu e minha mãe, eu tenho um meio-irmão de 18 anos que é filho dela de outro relacionamento, mas ele sempre morou com o pai dele, minha mãe tem 48 anos, trabalha em um escritório, ela é branquinha, loira, olhos azuis, um pouco acima do peso, ela é bem rabuda e tem seios de tamanho médio, o nome dela é Rejane.
Enfim, certo dia a noite cheguei em casa e encontro minha mãe e minha tia. Minha tia tem 46 anos, o mesmo tipo físico da minha mãe, mas o cabelo loiro dela é mais escuro e ela tem olhos verdes, é rabuda também, mas seus seios são bem grandes e maiores que da minha mãe, ela é casada, mora na rua de baixo da minha, e tem uma filha pouco mais nova que eu, ela trabalha de costureira. Voltando ao fato, elas estavam olhando várias roupas, algumas minhas que já estavam bem surradas, minha mãe também entende um pouco de costura apesar de não viver disso. Cumprimento elas e pergunto o que elas estavam fazendo.

- Oi hugo, estamos selecionando algumas roupas velhas para doação, preciso que você de uma olhada e veja se ainda tem alguma roupa sua que tenha serventia – respondeu minha mãe.

Fiquei ali verificando as minhas roupas e a maioria realmente não me interessavam mais, mas vi que algumas calças de moleton ainda podiam ser úteis pra usar em casa.

- Essas calças acho que ainda vou querer, são boas pra ficar em casa, será que ainda me servem? – perguntei

-Experimenta ai – disse minha mãe.

Virei de costa por causa da minha tia, e troquei de calça, vi que a calça estava caindo, estava muito folgada na cintura, vendo aquilo minha tia disse:

-Vamos ter que colocar um elástico novo, me passe essa calça aqui.

Tirei a calça e dei pra ela, nisso já estava vestindo a outra quando minha mãe interrompeu.

-Pra que está colocando a calça se vai experimentar as outras denovo ? Deixa de ser atrapalhado filho.

- Tá muito frio – respondi

- Você é um homem ou um rato? – retrucou minha mãe.

- Vou pegar uma gripe – falei.

- Gripe do frango – disse minha tia querendo tirar um sarro da minha cara

Nisso sento no sofá só de cueca e moletom, e fico observando a tia tirar o elástico velho da calça e depois passando o novo com uma agulha.

Agora vem cá pra regular o elástico da calça – chamou minha tia.

Coloquei a calça e fiquei de pé na frente dela, com ela sentada com o rosto na altura da minha cintura, como falei eu estava de moletom, ele era bem comprido e estava tapando a minha cueca, observando isso minha tia fala.

- Tira esse moletom, como quer que eu faça isso?
Tirei o moleton e a camiseta e joguei no sofá e fiquei só de cueca na frente dela.

- Não precisa ficar com vergonha, você não tem nada que a gente nunca tenha visto – falou minha tia.

Notei que as duas encararam meu volume, mas não vi malicia e tentei agir com normalidade, minha tia começou a regular o elástico enquanto minha mãe observava e ao mesmo tempo colocava elástico em outra calça, mesmo tudo ainda parecendo ser natural aquele contato aliado talvez com o frio que eu estava sentindo fez todo meu corpo arrepiar e involuntariamente meu pau começou a ficar meia bomba , meu pau tem uns 19 cm, mas acho normal pra um cara da minha estatura, não sei se minha tia notou a minha inquietação , mas nesse momento ela me deu uma secada da cintura até meu peitoral e por alguns segundos parece que ela ficou pensativa, e em seguida me deu uma olhada nos olhos, dai sim, nesse momento comecei a sentir alguma malicia, pensei comigo, será minha imaginação ?
O volume que ia se formando era evidente e quando minha tia finalizou o serviço e eu tirei a calça novamente, era nítido que elas perceberam minha situação.

- Vem, vamos regular a outra – chamou minha mãe para perto dela interrompendo meu pensamento.

Enquanto isso minha tia já foi pegar mais uma calça. Fiquei na frente da minha mãe e coloquei a calça, não sei porque, mas ao mínimo contato da minha mãe, meu pau ficou ereto igual uma rocha, comecei a ficar extremamente nervoso, como aquilo podia estar acontecendo logo agora, eu estava nitidamente incomodado com a situação , eu com o pau duro bem na cara da minha mãe, e de bônus minha tia ali junto, minha mãe tentava agir com naturalidade e terminou de regular a calça.

-Pronto, vamos pra próxima – disse ela.

Nesse momento me deu um gelo no corpo inteiro, meu pau fico duro igual um picolé, mas não por causa daquele dia frio, mas sim pelo misto de excitação, ansiedade e nervosismo que eu estava sentindo, eu ia ficar apenas de cueca, com o pau pulsando, na cara delas.

- Anda logo Hugo, não temos o dia inteiro – disse minha mãe cortando outro pensamento meu.

Antes mesmo de eu esboçar alguma reação minha mãe puxou a minha calça, com a força que ela fez isso a cabeçona do meu pau literalmente saiu pra fora da cueca, percebendo a gafe que ela cometeu, dessa vez foi ela que ficou pensativa por alguns segundos e tentou disfarçar, mas nisso ela voltou a si por causa que minha tia começou a falar:

- Nossa, é apenas o seu amigo que começou a sentir muito calor? Ou você também? E ainda teve cara de pau de ficar com aquele papo de frio pra não ficar na frente nossa.

- Não provoca ele – disse minha mãe.

- E pensar que eu já lavei esse pintinho com fimose quando você era pequeno – continou falando minha tia tentando tirar sarro de mim.

- É, mas agora ele é um pintão – devolveu minha mãe.

Como minha mãe me defendeu, não sei o que deu em mim, pensei em tacar o foda-se e ver até aonde aquilo podia chegar, mas sem expectativa nenhuma.

- Um pintão sem fimose que adora uma galinha – falei eu

- Que isso garoto, fica de peru duro na frente da sua tia e fala uma besteira dessas, não somos suas amigas piriguetes, aqui não tem galinha não – retrucou minha mãe.

- Não é peru, é pintão – disse minha tia, nisso nós três caímos na risada.

- Não tem galinha, mas tem vaca – eu disse. ( realmente exagerei nessa, não sei o que me deu).

- Tá maluco, quer levar um tapa na boca, brincadeira tem limite – falou minha mãe realmente brava , gesticulando como fosse me dar um tapa.

- Relaxa Rê, a gente tá só brincando, não precisa estressar – falou minha tia.

E continuou minha tia:

- E tem vaca sim, vaca leiteira – falou ela segurando e balançando os peitões sobre a blusa.

- Você não presta Tânia – respondeu minha mãe dando uma risadinha.

Minha tia desconversou, mudando de assunto:

- Mas ainda bem Hugo que sua mãe correu atrás quando você era criança e te levou para fazer a cirurgia de fimose, imagine um cara adulto do seu tamanho ainda tendo aquilo, veja seu tio, depois de velho nunca teve a coragem de fazer a cirurgia.

- O tio Jorge tem fimose? – perguntei.

- Sim, mas é pouca coisa, não é igual a que você tinha, a pele dele cobre apenas metade da cabeça do pênis, a sua cobria tudo, lembra? – respondeu tia Tânia

-Posso fazer uma pergunta?- continuou minha tia.

-Sim – respondi.

- Ele não fica muito sensível? - perguntou ela.

- Não, quando eu era criança fiquei com medo disso (fiz na época que eu estava descobrindo a punhetinha, uns 11 anos por ai) mas melhorou muito, é totalmente normal .

- Séra que os homens que tiram sentem mais prazer do que os que ficam? – perguntou minha tia novamente, sendo observada atentamente pela minha mãe.

- Não sei, mas acredito que sim – respondi.

- Ficou cicatriz? – questionou minha tia novamente parecendo estar bem curiosa.

Nesse momento como a conversa tinha ficado mais descontraída eu já estava um pouco mais relaxado, mas ainda ansioso, meu pau de duro voltou a ficar meia bomba, nesse momento fiz algo que ia mudar o rumo das coisas, não sei explicar o motivo da minha atitude, e nem da onde veio a coragem de lhe perguntar:

- Uma cicatriz bem pequena, só olhando atentamente para perceber, quer ver?

Nisso minha tia Tânia olha para a minha mãe como se estivesse esperando a aprovação dela.

- Vocês dois estão malucos? Se o teu tio descobre isso ele te arranca o couro Hugo.
- Ninguém precisa ficar sabendo- disse tia Tania – Vai Hugo, mostra logo !

Abaixei a cueca deixando ela cair aos meus pés, foi inevitável , tive outra ereção , minha tia olhava de perto com olhar de curiosidade.

- Posso pegar?

Olhei para a minha mãe para ver se ela ia esboçar alguma reação, mas ela não disse nada, estava olhando para o meu pênis.

- Pode – respondi com um nó na garganta.

Minha tia pegou meu pênis ereto com a mão por baixo com delicadeza, e passava o dedo da outra mão na cabeça dele tentando observar algo diferente, a adrenalina estava me proporcionando uma sensação muito boa.

- É verdade, quase não dá pra notar, ficou muito bom o resultado, seu pinto ficou muito bonito Hugo- disse minha tia.

- Você já tinha visto Rê? – perguntou ela olhando para minha mãe.

- Tá maluca? Vou ficar olhando pro pinto do meu filho?! – resmungou minha mãe.

Com toda aquela situação eu já não estava raciocinando direito, e mandei uma indireta.

- Só eu mostro as coisas aqui? E vocês? Não vão me mostrar nada? Vou processar as duas, isso é abuso de incapaz .

Nisso as duas deram risada.

- O que você quer ver? Aqui não tem nada pra você ver não. – disse minha mãe dando risada.

- Vocês viram o pintão, agora eu quero ver o peitão! – eu disse.

- Desde quando você é tão safado? – perguntou minha mãe.

- Acho que é justo, não quero ser processada – disse tia Tania.

Minha tia tirou a blusa e ficou só de sutiã preto, eu e minha mãe não esperávamos por essa reação dela, nesse momento pude ver como os peitos de tia Tânia realmente eram grandes e maiores que os da minha mãe, ela tira o sutiã e fica com os peitos desnudos, ela era branca mas um pouco mais escura que minha mãe , seus bicos eram um pouco amarronzados, mas não totalmente escuros.

- Pega aqui, eu peguei no seu, agora você pega no meu – disse minha tia segurando um dos seus seios oferecendo para mim.

- Perderam o juízo? Isso não vai prestar – falou minha mãe.

Peguei nos seios da tia, e realmente eram muito bonitos e gostosos, eu estava realmente com vontade de chupa-los naquele momento , assim como ela fez na cabeça do meu pênis com o dedo, eu repeti o gesto passando o meu dedo no seu bico como se estivesse analisando algo.

- Seus seios são realmente muito bonitos – lhe disse.

- Agora não vai mais ter como ajustar as outras calças, com essa coisa dura ai atrapalhando – disse minha tia dando uma risadinha.

- Não tenho culpa, foram vocês que começaram isso, agora vão ter que resolver o problema – eu disse.

-Resolver o problema? – perguntou minha mãe.

-Quer dizer, abaixar ele? Apesar que eu não ligo dele ficar duro – disse tia Tânia.

- Consegue abaixar ele? – perguntei olhando para o rosto de minha tia.

A partir dai as coisas começaram a tomar um rumo totalmente diferente, apesar que de certa forma tudo estava se encaminhando para isto.

- Posso tentar – respondeu minha tia.

Em um ato rápido e decidido, quebrando qualquer tabu que pudesse existir, minha tia se ajoelhou na minha frente e abocanhou meu pau duro, engolindo quase a metade dele, assim começando um boquete, eu apesar de ter dado o flerte não acreditei que ela ia fazer aquilo.

- O que é isso Tânia? Ficou louca? Fazer isso com meu filho na minha frente? Você é casada, e o Jorge? – disse minha mãe com uma expressão de indignação e incredulidade no rosto.

- Rejane eu não planejei nada disso, se você não tivesse me chamado para vir aqui hoje, nada disso estaria acontecendo – respondeu tia Tânia.

- Mas... – tentou falar minha mãe.

Tia Tânia interrompeu o boquete, se levantou e puxou minha mãe pelo braço colocando sua outra mão com delicadeza no rosto de sua irmã e lhe dizendo com bastante calma:

- Tranquilo, não acontece nada, tá tudo tranquilo.

Eu pego minha mãe pelo outro braço e digo:

- Vem mãe, deixa rolar.

Minha tia abaixa novamente e recomeça o boquete que tinha sido interrompido, minha mãe fica do meu lado meio tímida, seguro seu rosto e dou um selinho em sua boca pra quebrar o gelo, nisso ela retribui e começamos a dar um beijo bem gostoso de língua como se fossemos namorados, minha mãe para o beijo e tira sua blusa e depois seu sutiã, fazendo com que eu pudesse apreciar a imagem de seus seios brancos e com bicos rosados, ela me oferece um seio e começo a chupar um e depois outro sendo observado por tia Tânia que continuava engolindo meu pau com bastante vontade, seguro um dos seios de minha mãe com a mão e volto a lhe beijar , e depois começo a beijar e chupar o seu pescoço, lhe causando arrepios.

- Vem Rê, experimenta junto comigo. – diz minha tia estendendo a mão pra sua irmã.

Minha mãe se ajoelha e as duas começam a revezar um boquete duplo, alternando entre minhas bolas e o meu pau.

Dona Rejane apesar de muito tempo sozinha e sem ter um relacionamento, sabia muito bem como chupar um pau, a cena delas duas, duas mulheres maduras, me mamando, era surreal, como isso era possível?
Minha mãe interrompe o boquete ficando de pé, ela tira rapidamente a sua calça e sua calcinha, ficando totalmente nua, nisso observo sua buceta, com pelos ralos bem aparados e começando a crescer, sua buceta era rosada, um pouco gordinha, muito linda. Ela se posiciona de quatro em cima do sofá empinando aquele bundão e me fala:

- Quero sentir dentro.

Posiciono-me atrás dela, e com o pau já lubrificado de tanto boquete, enfio meu pau em sua buceta, que recebe ele facilmente, nisso começo a bombar devagar nela, de forma cadenciada, para acostumar com aquela buceta e controlar o meu tesão, abro a bundona da minha mãe com ajuda da minha tia que se senta do lado no sofá , tia Tânia com uma mão segura um dos seios de minha mãe e com a outra mão passa o dedo no cú rosado de sua irmã, mas sem penetrar o dedo, eu vendo isso comecei a meter cada vez mais forte, fazendo aquele barulho forte característico de uma metida.

- Vai Hugo, mete, mete, me come, soca forte na mamãe – grita ela igual uma puta.

Acho que nessa hora começou a cair a ficha, eu estava estocando a tora na minha própria mãe, comecei a foder ela mais forte.

- Toma, toma rola sua safada, bucetona gostosa – eu gritava.

- Soca forte Hugo, arromba a buceta dessa galinha da sua mãe – incentivava minha tia.

- Ohhhh, toma rola puta – eu dizia gemendo.

Minha mãe começa a gritar e rebolar muito forte dizendo:

- AHHH, AHHHHH, VOCÊS VÃO ME FAZER GOZAR, SOCA, SOCA FORTE FILHO DA PUTA.

Ouvir ela mesmo me chamando de filho da puta aumentou mais ainda meu tesão, comecei a foder como um animal.

- AHHHH, AHHHH, TO GOZANDOOOOOO, TO GOZANDOOOOO, GOZEIIIIIII, GOZEIIIIIII, PUTA QUE PARIUUUU - grita minha mãe toda suada e caindo desfalecida no sofá.

Não sei como, mas com tudo isso eu ainda não tinha gozado, sento no sofá e nisso tia Tânia tirando o restante de sua roupa vem de frente por cima de mim e encaixa sua buceta no meu pau dizendo:

- Minha vez.

Ela começa a rebolar igual uma puta, reparo em sua buceta, era mais escura, e totalmente lisinha,começo a alternar entre beijos na boca dela e chupadas no pescoço, começo a mamar naqueles peitões dela igual um bezerro.

- Rebola gostoso na pica do seu macho gostosa, você queria sentir meu pau desde o começo né sua puta? – eu digo pra ela.

Ouvindo isso ela começa a sentar mais forte e cavalgar no meu pau igual uma vadia, minha mãe do lado observava tudo e se masturbava levemente.

- AHHHH VO GOZAR NO SEU PINTÃO SOBRINHO GOSTOSO – gritava minha tia.

-VAI, VAI , GOZA NO MEU PAU – respondi

- AHHH TO GOZANDOOOO, DELICIAAAA – gritou tia Tania se levantando e esguichando um liquido como se fosse mijo no meu pau e no sofá inteiro. Que doideira.

Nessa etapa meu tesão estava chegando no auge e mandei as duas me chuparem, elas caíram de boca e começaram um belo boquete, então minha mãe diz:

- Vai filho, goza pra gente, dá leitinho pra vaca da sua tia e pra galinha da sua mãe.

Escutando isso cheguei no meu clímax, tirei o pau da boca delas e tocando uma punheta disse:

- AHHH VOU GOZAR, TOMA LEITE SUAS PUTAS.

Gozei jatos e jatos de porra, encharcando o rosto, cabelo e boca delas com meu esperma, de brinde sujando o sofá e o chão da sala. Nunca imaginei que alguém pudesse ter um orgasmo desses. Minha reflexão foi interrompida pelo comentário de tia Tania:

- O quê? Olha isso Rêjane, o pau desse garoto não baixa nunca, não é possível. Vou fazer baixar ele na marra.

Minha tia pegou meu pau e com sua boca limpou o resto de porra dele fazendo outro boquete, meu pau já ficou em ponto de bala novamente. Ela empinou o seu rabão de quatro no sofá e falou:

- Enfia no meu cú, come o meu rabo.

Não me fiz de rogado, dei uma cuspida no seu cú e lubrifiquei ele com minha saliva, fui enfiando devagar, mas a safada já devia ter experiência, entrou bem fácil, comecei a socar aquele rabão com muita raiva e dizia :

- TOMA, TOMA ROLA NO RABO SUA CADELA.

- Vai filho, mostra pra vaca da sua tia como um macho come um cú – incentivava minha mãe.

- AI, AI, SEUS SACANAS – dizia minha tia.

Alguns minutos de socação e minha mãe interrompe o coito, deita no sofá de barriga pra cima puxando minha tia de encontro a ela e diz:

- Vem, chupa minha buceta.

- NÃO ! NÃO SOU LÉSBICA – responde tia Tânia com expressão de estranheza.

- DANE-SE, VEM LOGO, ME CHUPA, TO MORRENDO DE TESÃO – implorou minha mãe.

Caramba, não sabia que minha mãe ia se deixar envolver tanto naquela putaria que estava rolando. Minha tia acatou a ordem e começou a chupar a buceta de sua irmã um pouco sem jeito. Estourando o cu da minha tia eu dizia:

- VOCÊS SÃO MUITO PUTAS.

- VAI HUGUINHO, ARREBENTA O CÚ DA TITIA – falava minha tia.

Nós três estávamos em sintonia naquela sacanagem toda, o tesão nosso era muito grande nesse momento.

- AI TANIA, VO GOZAR NA SUA BOCA IRMÃ – chorava minha mãe.

- E EU VOU GOZAR PELO CÚ, NO PINTÃO DO NOSSO HUGUINHO – berrava minha tia com a cara enfiada na buça de mamãe.

- AHHHH, AHHH, AHHHH – eu ofegava suando igual um louco.

- VAI HUGO, SOCA FORTE, TÁ GOSTANDO DO MEU CÚ? TÁ GOSTANDO DE METER UM CHIFRE NA CABEÇA DO MEU MARIDINHO SEU SACANA? AHHHHHHHH, TO GOZANDOOOOOOOOO – esperneava minha tia igual uma puta louca. Isso foi o gatilho pra minha mãe que também gritou:

- AHHHHHHH TAMBEM TO GOZANDO SEUS GOSTOSOS.

Com toda aquela baixaria não aguento mais segurar e gozo litros de porra no cú da minha tia.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, LÁ VAI MAIS PORRAAAAA, TOMAAAAAA, AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Minha tia deita no sofá com a cabeça encostada na barriga de minha mãe, totalmente esgotada, e com o rabo escorrendo minha porra.

Dai sim, caio desfalecido no sofá de pau mole não aguentando fazer mais nada, ficamos ali, os três descansando e escuto minha tia dizendo:

- Falei que eu conseguia baixar esse pintão – e deu uma risada debochada. Ela continuou dizendo:

Mas agora não adianta, está tarde, preciso ir embora, senão o Jorge daqui a pouco está me ligando, outro dia continuamos experimentar as calças. Rê vou no banheiro lavar meu rosto, não posso voltar pra casa assim.

Enquanto minha tia estava no banheiro minha mãe diz:

- Não acredito, que loucura fizemos aqui, dei corda para minha irmã trair seu marido e ainda fiz sexo com você meu filho, mas mesmo assim me sinto muito bem, o que está acontecendo comigo?

- Relaxa mãe , simplesmente aconteceu, vai ficar tudo bem. – falei tentando tranquiliza-la.

Nisso minha tia volta do banheiro e se despede de nós dois, dizendo pra minha mãe relaxar e não se estressar com o acontecido, pois todos nós já éramos adultos, naquela noite antes de dormir fui tranquilizar minha mãe e conversei de novo com ela.

E foi isso que aconteceu, depois daquela noite, tive outros episódios envolvendo as duas, mas mesmo assim é algo que dá uma sensação muito estranha, mas ao mesmo tempo trás muita excitação, não sei explicar, tive muitos outros casos com outras mulheres, se alguém quiser conto aqui, mas essa foi sem dúvidas a minha melhor experiência sexual, espero que tenham gostado do relato, deixem seus comentários e opiniões, um abraço a todos que leram.


        


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hertzhugo

Nome do conto:
Por causa de algumas calças (INCESTO)

Codigo do conto:
150561

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/01/2020

Quant.de Votos:
19

Quant.de Fotos:
0


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