A melhor surpresa vinda do Paraná



A melhor surpresa vinda do Paraná

Outro dia, no meu trabalho, fiz um atendimento a uma jovem senhora muito educada e também muito simpática. O atendimento foi agradável do início ao fim!
Ela, fora o carisma e a simpatia, era uma mulher bela, porém comum frente às demais, considerando sua beleza exterior, nos padrões da mulher do século XXI que se cuida, malha, etc.
No dia em que a atendi ela usava roupas formais. Estava muito elegante, o que salientava o seu charme natural.
A roupa, apesar de formal, como disse a pouco, não deixava de ter um tom sexy. Havia um decote insinuante na altura dos seios e a sua saia, apesar de lhe cobrir as coxas por inteiro, e metade dos joelhos, era justa o suficiente para acentuar suas curvas, em especial o quadril e o seu bumbum avolumado.
Paranaense, ela tinha a pele bem clara, cabelos naturalmente loiros e bem cuidados que lhe caiam abaixo dos ombros.
Seus olhos eram esverdeados, porém, em alguns momentos, eu poderia jurar que eles eram azuis!
Seu sorriso era encantador e expunha os dentes perfeitos. Os lábios vermelhos, nem finos e nem grossos, pintados de batom chamava a atenção para sua boca.
Tinha sardas sobre os seios (o decote as deixavam expostas), e deveria medir por volta de um metro e setenta centímetros de altura (isso considerando o salto do sapato).
Em sua mão esquerda reluzia um calibrosa aliança, e foi justamente esta observação que me ajudou a controlar meus olhos inquietos.
Sua idade deveria estar entre trinta-e-nove e quarenta e um anos, supus.
A beleza, como citei anteriormente, não era tão marcante, contudo, o seu charme e a sua elegância e simpatia sim. Tanto que, dias após aquele atendimento eu ainda carregava a sua imagem bem nítida na minha mente…
Numa quinta-feira, já no finalzinho do meu expediente, a paranaense retornou e veio direto ao meu guichê já de sorriso aberto. Ela senta de frente a mim e me cumprimenta com o boa tarde mais espontâneo e sincero daquele dia.
Direta, ela logo perguntou se eu lembrava dela enquanto retirava alguns papéis da sua bolsa e me apresentou os documentos ao mesmo tempo em que fazia alguns questionamentos sobre o seu assunto. Não foi nada demais.
Eram questões comuns, dúvidas corriqueiras e eu as pude sanar sem maiores dificuldades.
Assim, satisfeita, ela levantou e me cumprimentou com um aperto de mão formal, e falou ao se despedir: "-Voltarei aqui para lhe agradecer de maneira mais adequada!"
Dito isso ela se foi deixando seu perfume por todo o ambiente.
Neste segundo atendimento (preciso comentar), ela estava estonteante!
Calçava tênis, usava uma calça legging preta com detalhes amarelos, camiseta regata com um top por baixo. Os cabelos estavam presos com um "rabo-de-cavalo", e todas as curvas do seu corpo estavam à mostra, porém desprovido de vulgaridade. Ela conseguia manter o charme e a elegância mesmo em traje de ginástica!

A calça colada delineava com perfeição os contornos da sua genitália volumosa. Tinha o "monte de vênus" protuberante e aquela roupa não escondia nada deste detalhe.
A camiseta me permitia observar que ela tinha seios médios, firmes e de mamilos enriçados.
Enquanto caminhava até a porta de saída, podia-se também observar que ela usava uma calcinha fio-dental (que ficava marcada sob o tecido colado); e que ela rebolava hipnoticamente enquanto caminhava.
Ela, antes de deixar o local completamente, se virou na minha direção e acenou com um "tchauzinho" bem meigo.
Inconsciente e involuntariamente (e inevitavelmente), tive uma ereção sob a mesa do meu guichê.
Em casa, durante o banho, também foi inevitável me masturbar pensando naquela paranaense arretada! Gozei intensa e abundantemente contra o vidro do box do chuveiro.
Naquela mesma noite, mais que tudo, desejei sonhar chupando aquele bucetão carnudo, porém não rolou…

Era uma terça-feira, por volta das onze da manhã quando aquela pessoa inesperadamente se acomodou frente a mim, no meu guichê.
Bom dia!
Disse ela por entre o sorriso.
Ótimo dia! O que a traz de aqui volta? Como posso lhe ajudar?
Perguntei automaticamente, praxe do trabalho.
Que horas você sai para o almoço?
Ela quis saber.
Mais curioso que ela, perguntei: "-Por que quer saber?"
E completei tentando ser engraçado: "-Vai me pagar um almoço?"
E a resposta foi: "- Vim convidá-lo para almoçar comigo, aceita o convite?"
Surpreso com aquela imaginável proposta, demorei para processar e responder ao convite.
Claro que aceito! Mas só posso sair ao meio dia, pode ser?
Satisfeita, ela sorriu e falou em seguida: "Combinado! Pego você aqui ao meio-dia!"
E assim ela levantou e foi embora outra vez, me deixando atônito!

Ao meio-dia ela me buscou com o seu carro e já foi logo recomendando: "- Não repara na bagunça, carro de mulher é abarrotado mesmo!"
Eu apenas ri e me acomodei no banco ao seu lado.
Que horas você precisa estar de volta?
Ela perguntou.
Tenho que estar em atendimento às quatorze.
Respondi imediatamente.
Ótimo! É tempo mais que suficiente.
Após o breve diálogo, partimos.

Ela me levou à sua casa em um condomínio que ficava relativamente perto do meu trabalho.
Ao volante, ela guiava de maneira muito confortável, e dirigia muito bem!
Estava descalça e eu puder ver quão lindos eram os seus pezinhos com unhas pintadas em vermelho.
Discretamente, observei que ela vestia uma camisa de cetim com finas alças sustentadas pelos ombros, e, pela forma como seus seios mexiam, parecia estar sem sutiã. Mas o melhor vem agora!
Estava vestida numa saia de um tecido leve que, conforme dirigia, acelerava e freava, a saia subia e descobria as suas coxas roliças de pelinhos dourados...
Meus olhos não paravam de fitá-la naquela direção e, pouco antes de chegarmos, a saia já havia subido tanto que expôs mais de um centímetro da sua calcinha de algodão cor-de-rosa, e isso quase me fez perder o fôlego com aquela vista maravilhosa e surreal!
Chegamos!
O aviso me despertou do transe.

Seu condomínio era um lugar muito aconchegante e bem arborizado.
Estacionamos numa garagem aberta, igual a das demais casas e ela logo me convidou a entrar.

Era uma casa relativamente grande. Decoração impecável, como a de uma revista especializada. Tudo estava em seu devido lugar, era perfeita!
Vamos para o deck! Me acompanha, é por aqui.
E assim ela me conduziu para a parte de trás da propriedade. O deck era um lindo jardim com plantas ornamentais, pedrinhas coloridas, pequenas fontes que imitavam cachoeiras, e até um mini-lago artificial com peixes multicoloridos. Ao fundo era o deck propriamente dito. O espaço era um local agradável e muito aconchegante. Lá havia uma cozinha rústica, porém muito bem montada e equipada. Haviam duas mesas redonda na área externa, na área coberta do deck, a parte interna, era ocupada por uma enorme mesa de madeira maciça, com o tampo feito de uma peça inteira do tronco de uma árvore que nem consigo imaginar o tamanho que tinha antes de ser fatiada. A mesa tinha lugar para dez pessoas, no mínimo.
Acomodado em um dos bancos compridos, na mesma extensão da mesa gigante, sentindo o cheiro apetitoso da comida que a minha anfitriã preparava, fui presenteado com um brinde de um excelente vinho tinto da sua adega.

Saúde!
Ela disse ao tocar das taças.
Às nossas!
Respondi.
Após o brinde ela se dirigiu à cozinha e, ao abaixar para retirar o que estava no forno, que era logo abaixo do fogão-à-lenha, a visão foi panorâmica e estonteante!
De pernas entreabertas e bumbum para cima, vi aquele traseiro redondo e carnudo empinado na minha direção como se me convidasse a dar-lhe uma palmada bem firme.
A fita cor-de-rosa enterrada entre as suas nádegas descia para entre as suas pernas e formava a mais linda e apetitosa "almofada" recheadas de buceta que já vi em toda a minha vida!
Oi! Você pode me ajudar a retirar isso daqui?
Novamente a sua voz que livrou do transe.
Sim, claro!!
Disse nervoso e me aproximei daquele rabo com a sede de um vampiro.
Repara no meu jeito não que eu sou "meio desligada" assim mesmo!
Falou ela reparando "o como e o porquê" de eu estar tão nervoso e apreensivo.
Desculpa! Não quis ser indiscreto…
Tentei me justificar.
O que é bonito é para se mostrar, não é mesmo?! Mas deixa pra olhar a minha bunda depois. Agora me ajuda com isso aqui que tá bem pesado!
Sem nada dizer, apenas a ajudei com a enorme assadeira e a pus na bancada ao lado da pia. Eu estava excitado! Não tinha como não estar depois da visão que ela havia me proporcionado; e a minha excitação estava bem aparente, dado o volume da minha ereção sob minha calça.
Nossa! Você ficou "animado" rapidinho olhando pro meu bumbum, né?!
Por reflexo levei as duas mãos sobre o volume que o meu pênis ereto formava, tentando esconder o tesão que me acometia naquele momento. Me senti envergonhado e baixei a cabeça tentando evitar aqueles lindos olhos.
Olha, se eu tivesse um pinto, eu tenho certeza de que "ele" estaria desse mesmo jeito se eu visse o que você viu. A culpa é minha! Eu sou assim, meio displicente mesmo!
Ela falava e se aproximava de mim, até eu sentir a sua mão pousando sobre o meu ombro.
Deixa disse e levanta essa cabeça!
Disse ela retirando as minhas mãos de cima do volume do meu pau duro e as levou para cima dos seus ombros e me abraçou.
Aquele foi um abraço forte e bem apertado! Nossos corpos colaram e ela pode sentir o meu caralho pulsando de tão duro contra o seu bucetão carnudo.
Nossa! Como é gostoso o seu abraço!
Disse ela empurrando sua pélvis contra o meu cacete petrificado.
Nesse momento eu desci as mãos e agarrei aquele rabo tesudo com gana, e a puxei para mim, apertando-a ainda mais contra a minha excitação. Ela gemeu baixinho.
Não resistindo ao calor da situação, dei-lhe uma boa palmada naquela bunda gostosa e ela gemeu mais alto. Então ela segurou na minha mão e a levou para dentro da sua calcinha e meteu o meu dedo na sua buceta. Aquela xoxota estava literalmente inundada de tanto tesão!
Coloca dois dedos!
Ela sussurrou o pedido. Coloquei dois dedos e ela começou a rebolar na minha mão.
Mete bem fundo! Mete com força! Anda, me fode!
Eu metia os dedos naquela buceta faminta quase violentamente. Ela gemia e mandava meter mais forte, mais fundo… então ela invadiu a minha boca com a sua linha quente e úmida e me ordenou que não parasse com as estocadas… estava gozando!
Enquanto eu metia os dedos com ritmo e força, ela ficou quietinha, gemendo e me beijando até encerrar o gozo. Satisfeita, ela retirou meus dedos untados com o sumo do seu prazer e os levou até a minha boca e me fez chupá-los até não ter mais resquícios do seu orgasmo neles. Em seguida e me fez deitar as costas sobre a mesa de tronco, baixou as minhas calças e passou a lamber o meu pau por cima da cueca, especialmente onde apontava a minha glande, que era o lugar que estava completamente umedecido pela quantidade absurda da baba que vertia do meu pau. Alí ela lambeu e chupou tentando sorver o máximo do mel que havia derramado naquele tecido, tomando todo para o seu deleite.
Que delícia que você é!! Agora quero beber de você direto da fonte!
Ela baixou a minha cueca (que agora estava toda molhada de líquido pré-ejaculatório e saliva), e o meu pau saltou direto para dentro da sua boca. Ela mamou na minha rola devagar até engolir tudo! Ela chupava e lambia e ia do meu pau pro meu saco, e abaixo do saco… então ela suspendeu as minhas pernas e meteu a língua no cu. PUTA QUE PARIU!! Quase gozei naquele momento. Ela ia do meu cu pro meu cacete e de lá para cá… foi quando senti seu lindo dedinho deslizando para dentro da minha bunda. Eu gemi de prazer. Percebendo o quanto eu estava gostando, ela enfiou mais um dedo e depois outro. Ela me fodia com três dedos no mesmo ritmo que engolia a minha vara goela abaixo. Eu gemia e me contorcia de tesão. Ela foi aumentando o ritmo das metidas e da chupada e eu não pude mais resistir e gozei.
Vou gozar!!
Avisei para que ela tirasse o meu pau da sua boca, mas ela não o fez.
Gozei naquela boca deliciosa injetando a minha porra até a sua garganta. Em seguida veio o beijo com o sabor da minha gala.
Caralho, isso foi incrível!!
Disse ofegante.
Foi mesmo!
Ela concordou.
Vem cá. Sobre aqui e senta essa buceta deliciosa na minha boca pra eu te chupar bem gostoso!
Pedi ainda sedento por aquela mulher.
Nam, Nam, ni, na, não! Por hoje ficamos por aqui, gatinho! Calma, ainda teremos outros almoços…
Disse ela reticente e me enchendo de esperança.
Levamos alguns minutos para nos recompor e então tivemos o nosso agradável e inesquecível almoço. O primeiro dos mais deliciosos da minha vida!!

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Comentários


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dgregoceara Comentou em 27/03/2020

Queridos Casalbisexpa e 007h, muito obrigado pelos estimulantes e excitantes comentários. Fico muito feliz em saber que meus relatos promovem boas vibrações aos leitores deste site maravilhoso!

foto perfil usuario casalbisexpa

casalbisexpa Comentou em 26/03/2020

delicia de conto e fotos

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007h Comentou em 26/03/2020

Que inveja inveja de você, kkk. Me deixou com o pau melado aqui. Conto muito bem escrito. Parabéns e quero mais...




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Ficha do conto

Foto Perfil dgregoceara
dgregoceara

Nome do conto:
A melhor surpresa vinda do Paraná

Codigo do conto:
153514

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/03/2020

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
5


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