A primeira vez do Taxista



Meu nome é Victor, tenho 35 anos, 1,78 e 78 kg, branco, coxas grossas, discreto e nada afeminado.
O que vou contar aconteceu a pouco tempo e de uma forma inesperada.
Fui convidado para ir a uma festa na casa do meu chefe e, como eu iria beber, acabei indo de táxi. A festa rolou normalmente, sem nenhuma possibilidade de azaração, afinal de contas, ninguém sabe que curto homens e eu estava entre amigos do trabalho.
Quando deu 3 horas da manhã e depois de algumas taças de vinho, resolvi ir embora. Desci até a rua e peguei um táxi que passava. Àquela hora da madrugada, eu não tinha nenhuma intenção de caçar alguma coisa para fechar a noite.
O taxista, um moreno de aproximadamente 45 anos me perguntou para onde iríamos e passei o endereço. Durante o trajeto, fomos calados, até passarmos por uma rua aqui em São Paulo onde tem alguns travestis fazendo ponto. Ao que ele comenta:
Taxista: Nossa, quanta garota fazendo programa!
Eu: Mas não são garotas normais, elas tem um “algo a mais”!
Taxista: Como assim? São homens?
EU: Bom, nasceram homens, mas na verdade, tem alma de mulher.
Taxista: E tem homem que sai com elas?
Eu: Claro! Se não tivesse, o que elas estariam fazendo na rua a essa hora? E sorri.
Taxista: Eu não sei... Eu nunca sai com homens. Sou casado com mulher e pai de família!
Já querendo provocar, para saber onde aquela conversa iria acabar e pela facilidade do álcool, disparei:
Eu: Na verdade, eu acho que a maioria dos homens tem vontade mas nem todos tem coragem e, os que tem coragem, não tem oportunidade, mas claro que tem aqueles que tem coragem e a oportunidade e são esses que aproveitam!
Taxista: Você gosta do que?
Eu: Eu gosto de homens!
O taxista me olhou pelo retrovisor e não comentou mais nada.
Chegando na minha rua, apontei o meu prédio mas ele parou logo mais a frente.
Quando perguntei o valor da corrida, ele dispara:
Taxista: Aquela conversa que você falou sobre coragem e oportunidade, como é mesmo?
Eu: Disse que alguns tem coragem mas não tem oportunidade e outros tem oportunidade mas não tem coragem.
Taxista: Isso... Fiquei pensando no que você disse e não sei se teria coragem para comer outro homem mas eu teria coragem de experimentar como é ser mamado por outro homem.
E olhando pelo retrovisor, ele continua:
Taxista: Tá afim de mamar meu pau?
Eu: Claro! Posso te mostrar como é diferente sentir um homem mamando a rola de outro e garanto que você vai gostar muito! Mas onde?
Então, calado, ele saiu com o carro e parou em uma rua deserta. Aliás, àquela hora, todas as ruas estavam desertas.
Ele estacionou e quando fui passar para o banco da frente ele pediu para eu ficar que ele passaria para o banco de trás e assim o fez.
Sentado do meu lado, ele abriu a calça, abaixou até as canelas e disse que poderia mostrar como era.
A rola dele ainda estava mole (acho que por ser a primeira vez), mas comecei lambendo devagar o corpo do pau dele até chegar na cabeça e, lentamente, comecei a colocar na boca e a brincar com a minha língua, esfregando a cabeça do pau do taxista no céu da minha boca.
A rola dele começou a crescer e a engrossar e se transformou em um belo e duro pau de 18 cm o qual comecei a mamar lentamente, massageando as bolas dele ao mesmo tempo.
Lentamente eu engolia até o talo e ia subindo, apertando a cabeça com a língua e esfregando no céu da minha boca. Fiquei mamando um bom tempo enquanto ele gemia baixinho, dizendo que era muito diferente, que era muito melhor do que ele esperava e que eu mamava melhor que mulher!
Com esses elogios, desci até as suas bolas, chupei uma por vez e depois coloquei as duas na boca. Seu saco era grande e com pouquíssimos pelos. Lambi sua virilha enquanto punhetava lentamente sua rola já melada com a minha saliva e voltei a mamá-lo com vontade, engolindo até o talo e subindo até a cabeçona vermelha e ele, segurando minha cabeça, gemia cada vez mais e mais até que ele disse que ia gozar!!!
Continuei mamando gostoso até que senti sua rola latejando e inchando ainda mais dentro da minha boca e, sem segurar os gemidos, ele derramou todo seu leite quente na minha boca o qual segurei todo e, depois que o pau dele começou a amolecer, tirei da boca, abri o vidro e despejei pela janela todo seu suco de macho.
Totalmente relaxado, ele vestiu as calças, passou para o banco da frente, ligou o carro e me levou até a porta do prédio. No caminho, ainda perguntei:
Eu E ai, o que achou? Gostou de ser mamado por outro homem?
Taxista: Se gostei? Eu adorei! Sua boca é uma delícia! Você mama muito bem! Não sabia que era tão bom assim! Acho que vou querer mais! E deu um sorriso de canto de boca.
Ao estacionar, ele pegou uma prancheta e pediu para eu anotar meu telefone.
Taxista: Anote seu telefone para mim! Não sei se tenho coragem de fazer mais que isso, mas vou querer ser mamado de novo por você! Na verdade, pode ser que da próxima vez eu até tenha coragem de fazer mais coisas, mas por enquanto, quero repetir essa mamada! Nunca gozei tão gostoso!
Anotei o telefone e perguntei quanto era a corrida, mas ele gentilmente me disse que estava mais que paga!
Agora estou esperando ele ligar para repetir a mamada e, quem sabe, rolar aquele “algo a mais” que ele disse que talvez pudesse acontecer.
Se acontecer, eu conto para vocês!!
Se alguém quiser entrar em contato, meu email está abaixo. Sou discreto, sigiloso, nada afeminado e curto homens assim, másculos, sigilosos, discretos e que tenha coragem, pois a oportunidade está aqui!!

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Comentários


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hunter50 Comentou em 26/02/2016

delicia de conto




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Ficha do conto

Foto Perfil victor vvalente
victor vvalente

Nome do conto:
A primeira vez do Taxista

Codigo do conto:
51070

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/07/2014

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
0


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