Uma Família Amorosa - Capítulo IX



As semanas seguintes à suruba passaram normalmente, a não ser pela maior proximidade que Gabriel passou a ter com sua mãe novamente. Desde quando Kelly ouviu Isabela berrando enquanto dava para o seu filho não parava de pensar em ter novamente uma noite com seu amor. Ela e o marido continuavam na mesmisse de sempre, com ele a procurando uma vez a cada quinze dias, gosando rápido, virando para o lado e dormindo, ela sentia falta de ser completamente fodida pelo filho, pensava todas a noites durante seu banho, enfiando seus dedos dentro da bucetinha, naquilo que Biel havia lhe dado naquela noite de puro tesão.

A relação dela com o filho tinha melhorado, ela passou a usar roupas menores, voltou a ser carinhosa com Gabriel e ele correspondeu, a procurava à noite, fazia questão de estar perto, de lhe dar carinho, Kelly chegou a esquecer dos problemas com o marido e se sentia completa pelo carinho recebido do filho e por suas manhãs, tardes e noites tocando siririca relembrando a tranza dos dois.

A vida de Gabriel estava bem melhor, tinha passado de ano, sua formatura tinha sido maravilhosa, a vida com a família da namorada estava perfeita e com sua mãe estava melhorando, ele pensava em investir nela novamente mas não tinha coragem de tomar um passo maior.

Na família de Isa era aniversário do primo mais novo dela, André, ele estava completando anos, a idade na qual seus pais decidiram iniciar os filhos. No dia do seu aniversário, Isabela, Tamires, a mãe das duas e Valentina, esposa de Alberto, irmão mais novo de Aimé e Angela, se juntaram à mãe do garoto em sua casa, todas somente de calcinha e sutiã, tapadas por um roupão branco, normalmente usado nas surubas da família. As 5 se sentaram no sofá da sala e esperaram o garoto descer, ele escolheria uma delas para ir para cama e começar a comer as mulheres da família.

André desceu de bermuda apenas, da escada mesmo podia enxergar as 5 conversando no sofá, todas com as coxas a mostra, Tamires era a mais linda, estava com o cabelo preso por um coque, sorria feito uma princesa, de cara ele sabia que era com ela que ele queria sua primeira tranza. Na verdade não seria a primeira, já comia uma colega de escola, mas a família não sabia, sua mãe talvez não aceitasse isso muito bem.

-Déééééé - Gritou Angela - E ai, já escolheu?

André acabava de chegar na frente delas, sorria feito bobo.

-Ele vai querer a titia aqui né Dé . - Falou rindo Aimé.

Todas riam, André também, mas estava um pouco nervoso, não sabia se a prima o aceitaria normalmente ou se estava ali sendo obrigada.

-E ai Dé, fala, quem vai ser a felizarda que vai ter a honra de sentar primeiro no teu pintinho. - Falou Angela arrancando mais risos do pessoal.

André suava frio quando escolheu.

-Quero a Tami.

Tamires deu um pulo rindo e bateu com as palmas das mãos comemorando.

-Tchau suas velhas, o gatinho quis a novinha. - Ela ria, abraçou o primo pela cintura e os dois foram subindo para o quarto dele.

Valentina preferiu se vestir e ir embora em seguida, Aimé e Isa ficaram conversando com Angela na sala.

Isa levantou para ir pegar algo pra beber na cozinha, enquanto servia seu suco de laranja, sentiu alguém entrar, pensou que fosse sua mãe ou a tia e não olhou para trás, se arrependeu de não ter tomado maior cuidado quando sentiu uma mão agarra-la pela cintura e um pau firme lhe encoxar.

-Saudade dessa loirinha. - Era Anderson, que somente de cueca lhe atacava.
-ME SOLTA GAROTO, TÁ MALUCO? - Isa havia se virado e agora empurrava o primo.
-Ah... que isso? Meu pai contou que te comeu na frente do neguinho. Agora que ele sabe que é corno podia dar pra mim de novo né.

Anderson passava a mão nos cabelos dela, Isabela se arrepiava, lembrava da pegada do seu primeiro amor, lembrou de Gabriel em seguida, seu verdadeiro amor, e empurrou Anderson de novo.

-GAROTO EU MANDEI VOCÊ ME SOLTAR!
-Você não era assim antes. - Falou Anderson sentindo o empurrão.
-Algum problema meninos? - Perguntou Angela entrando na cozinha.
-Não tia, só o Anderson que não parece ser da família.

Isa saiu da cozinha nervosa esquecendo seu suco em cima da pia, tremia enquanto se dirigia à sala. Angela entendeu o que acontecia e repreendeu o filho.

-PORRA ANDERSON, você não sabe as regras? Vai agarrar a menina?
-Poxa mãe to com saudades dela... - Anderson parecia chateado. - A gente vai embora daqui pouco tempo e quero ter uma noite com ela antes disso.
-Então você precisa explicar o que acontece aqui pra sua namorada e deixar ela entrar no jogo também, muito fácil ter quem quiser e não deixar ninguém ficar com o parceiro. - Angela parecia realmente braba.
-Aquele preto imbecil tirou ela de mim e ainda fez a senhora parar de me dar a bundinha.- Anderson realmente estava triste.
-Se acostume, essa é a vida de cornos como você e o seu pai, meu amorzinho. - Angela ria, abraçou o filho e lhe deu um selinho.

Enquanto isso, no quarto de André, o nervossismo incomodava o garoto, Tamires, experiente no assunto, sabia como resolver aquilo.

-Eiii Dé, se acalma, se você já fez isso, vai se sair muito bem... - Sussurrava enquanto subia em cima do menino, logo após ele lhe revelar que não era mais virgem.
-Nunca fiz isso com alguém tão gostosa e muito menos com alguém da minha família. - André tremia, mas já ficava excitado só de sentir a prima subindo sobre seu colo.

Tami abriu o roupão e revelou ao primo estar somente de calcinha, ela roçava a bucetinha sobre o short do menino, que já começava a fechar os olhos de tanto tesão.

-Fica calminho que a Tami vai cuidar muito bem do priminho. - Sussurrou no ouvido dele.

Tamires pegou o short do primo junto com a cueca com as duas mãos e o puxou para baixo, viu o pau de André, ainda pequeno, devia ter no máximo uns 13 ou 14 centímetros, foi impossível ela não lembrar de Gabriel, mesmo que ela evitasse, era nele que ela queria estar roçando agora, enquanto pegava o pau de André com a mão imaginava como seria agarrar o do negro namorado de sua irmã. André estava em ecstase, seu medo e nervosismo tinham ido embora, ver a prima gostosona alisando seu pau e suas bolas o deixava no céu.

Tami pegou firme o pau de André e logo o pôs na boca, o garoto foi ao delírio, ela chupava seu pau inteiro, engolia cada centímetro, mamava com força, sugava a rola dele sem nenhuma cerimonia. Dé estava imóvel, apertava o lençol da cama enquanto sentia aquele maravilhoso boquete.

-Tá gostoso Dé? A Tami mama bem? - Perguntou Tamires tirando a boca do pau do primo e o masturbando devagarinho.
-Aaaaahhhhhhh mama bem demais Tami... - André estava pirado.

Tamires engoliu novamente o pau do primo e arranhou seu peito com força, ela colocava tudo na boca enquanto alisava as bolas do menino, de olhos fechados imaginava se seria tão fácil engolir todo o pau do cunhado como estava sendo engolir o de André. Ela sentiu o pau do menino começar a pulsar dentro da sua boca e rapidamente se afastou, largando ele antes que gosasse.

-Eiii vamos com calma mocinho, se controle. - Ela sorria para ele conforme ia levantando.

Ver o menino, novinho, todo branquinho, com o pau com poucos pelos, deitado na sua frente e completamente entregue a deixava ainda mais enlouquecida. Em um piscar de olhos Tami imaginou ser Gabriel ali, ela teve a real sensação de que era o cunhado deitado na sua frente, com seus músculos fartos e enlouquecedores, mordeu o lábio, pensou em falar alguma coisa mas no segundo em que abriu a boca, a miragem se foi e o primo reapareceu a ela.

Dé ria, via a prima olhando-o apaixonada, somente de calcinha preta, fio dental, daquelas que ficam completamente dentro do rego, a não ser pela triângulo que se forma acima dele, a parte da frente era de cós baixo e mostrava o começo da bexiga. Ele viu Tamires lhe olhando apaixonada, ficou ainda mais encantado com ela, como era novo, imaginou que ela pudesse estar gostando realmente de estar com ele, ao ponto de estar apaixonada. Em questão de segundos ele fantasiou talvez poder ter algo sério com ela.

Tamires ficou decepcionada quando notou ser apenas uma miragem e o corpo real ser o do seu primo caçula, Dé notou e o seu devaneio foi embora.

-Ei o que foi? Não to fazendo tudo direitinho? - Perguntou preocupado.
-Claro que tá, não houve nada, meu gatão. - Tami deitou ao lado dele, tentando ficar normal novamente.

Tamires tirou a calcinha e viu que estava encharcada, o poder que Gabriel tinha sobre o seu corpo mesmo sem nunca ter tocado era inacreditável. Não que estivesse sendo ruim estar iniciando o primo no "Clube da Família Amorosa", como ela gostava de se referir ao que acontecia entre eles, mas o desejo que ela nutria por Gabriel era maior que tudo.

-Já chupou uma bucetinha Dé? - Falou enquanto alisava os cabelos grandes e pretos do primo.
-Não, a Bianca, menina que eu comi, não deixava eu lamber.
-Ahhh essas menina de hoje em dia tem nojinho de tudo. - Tami ria. - Vem, vou te ensinar a lamber bem gostoso.

André obedeceu, colocou seu rosto entre as pernas da prima e ia fazendo tudo que ela falava.

-Começa por aqui oh, mas não poe a língua toda, só a pontinha. - Falava se referindo ao grelinho. - Isso Dé, agora aumenta a velocidade, chupa mais rápido, isssssoooooo aiiiii Dééééé CHUPA, AAAHHHHHHHHH.

Claro que a excitação de Tamires não era tanta, ela gritava mais para incentivar o primo, mas enquanto a língua dele tremia na sua buceta ela teve novamente a visão de Gabriel, achava que era ele a chupando e mesmo que a chupada não estivesse tão boa ela se arrepiou inteira e começou a gritar mais alto.

-ISSSSOOOOOO VAI ME CHUPA, AAHHHHHHHHH LAMBE GABRIEL, ANDA, AHHHHHHH MEU GRELINHO VAI EXPLODIR, ISSSOOOO, VAIIII, GABRIEEELLLLLLL AHHHHHHHHH.

Tami gemia cada vez mais alto, gritava sem notar que estava chamando por alguém que não estava ali. Ao arranhar os cabelos do garoto viu novamente que era o primo que a chupava. Disse a ele para descer mais, abrir os lábios da sua buceta com a língua e enfiar a mesma lá dentro dela.

-Continua mexendo no grelinho com o dedo e enfiaaaaaaaaaaa aaaahhhhhhh isssssooooo, aaahhhhhhhhhhh, chupa mais, vai, por favor, aaaaaahhhhhhhhh. - Enquanto era chupada voltou a pensar no cunhado. - Isso anda, vai Gabriel, chupa minha xoxota, AAAAAHHHHHHHHHH FILHO DA PUTA, CHUPA MAIS AHHHHHHH. - Tami quase perdia a voz a cada linguada que recebia.

Não demorou muito para que ela começasse a tremer na boca do primo, que sentiu a buceta dela começar a exalar ainda mais suco, molhando toda a sua boca.

-Vem vem meter em mim, por favor, anda, eu quero pica.- Tami puxou o menino pela cintura e o seu pau encaixou perfeitamente na sua buceta.

Tamires o agarrou com força, sentia o garoto enfiar nela bem rápido, errando o ritmo das estocadas as vezes, ela o arranhava, alisava suas costas e mordia seu pescoço. Até que ela o empurrou.

-Camisinha mocinho, anda, pega lá. - Falou sorrindo.

Dé mais uma vez obedeceu e foi buscar a camisinha no armário, colocou se atrapalhando muito, Tami resolveu ajudá-lo e com a sua boca foi colocando no pau do primo a camisinha durante mais um boquete.

André viu a prima ficar de 4 na sua frente e pirou completamente, aquela mulher maravilhosa, empinando o rabo para que ele metesse era algo de outro mundo. A prima pegou seu pau com a mão por entre suas pernas e direcionou até a sua bucetinha.


-AAAAHHHHHHHHH QUE PICA GOSTOSA BIEL. - Gemeu enquanto sentia o pau do primo entrando na sua bucetinha.

André começou a mexer o quadril, pegou com a bunda da prima com as duas mãos e a abriu, viu o seu cuzinho fechado, cheio de preguinhas, completamente rosado e mais abaixo a sua bucetinha com lábios delicados e fechadinha, mesmo usando preservativo Dé enlouquecia e sentia seu pau ser espremido pela buceta de Tamires.

-IISSSSO VAIIII SOCA FORTE, ANDA, ME FODE, AHHHHHHHHHHH ME COME, AAHHHHHHHH QUE DELÍCIA. Você não faz idéia de quanto tempo faz que tenho vontade de dar pra você assim. AAAAHHHHHHH VAIIIIII ME FODE GABRIEL.

Dessa vez não houve nada que tirasse Tamires do tranze, ela de olhos fechados, sentindo um pau entrar na sua bucetinha, ela imaginava cada vez mais ser Gabriel, mesmo sem ter noção nenhuma de como sua xoxota rasgaria com aquele pau enorme lhe atravessando, ela fantasiava para si mesmo estar dando para ele.

Tamires tremia novamente, estava gosando outra vez no pau de André, que ao sentir os espasmos da prima, deixando a buceta dela apertar ainda mais sua rola, não conseguiu se controlar e acabou gosando tudo que tinha segurado.

-AAAAHHHHHHH FILHA DA PUTAAAAAAAA, AAAHHHHHHHH CARALHO, QUE BUCETA MARAVILHOSAAAAAAA.

Ao ouvir a voz de André, Tamires recobrou sua consciência e notou que não era Gabriel que estava com ela. Torceu para que não tivesse dado nenhuma mancada, mas era tarde demais.

Dé caiu de costas na cama, com o corpo todo suado, Tamires, se sentindo culpada e com muito medo de ter dito algo errado deitou-se abraçada nele, os dois nus, na cama de solteiro do menino.

-Você se saiu muito bem. - Disse Tamires tentando quebrar o silêncio.
-Eu? - Perguntou André meio chateado.
-É, você. Me fez gosar duas vezes, o que é mega difícil, sem contar que foi nossa primeira vez juntos né...
-Acho que quem fez você gosar foi o Gabriel e não eu. - Disse enquanto alisava os cabelos da prima.
-TÁ MALUCO GAROTO?????? - Tamires estava apavorada, pensou em fingir que não tinha acontecido nada fora do normal, para tentar fazer o primo acreditar nisso.
-Você gritou o nome dele o tempo todo...
-VOCÊ TÁ DOIDO MENINO!!! Porque eu faria isso??? - Tamires estava apavorada. E se alguém tivesse ouvido os gritos? E se sua irmã tivesse ouvido.
-Doida tá você, que me achou tão ruim que precisou pensar em outro pra gostar.

Tamires se sentiu mega culpada, não ia poder fingir que o primo estava louco, isso o deixaria se sentindo derrotado.

-Não, não foi isso, muito pelo contrário... - Ela não sabia o que fazer.

Tami se sentou na cama e olhando para André decidiu falar a verdade.

-Tava tão bom que meu pensamento fantasiou que fosse com o garoto que eu mais desejo...
-Você ama o Gabriel né!? - Falou André sorrindo.
-NÃO!!! O MEU CUNHADO? NUNCA!!! NÃO. Não era esse Gabriel.... - Ela não sabia mentir.
-Ei, não me mente. Me fala a verdade, o que aconteceu aqui não vai sair daqui, nem o que você me contar. - Dé agora se sentara na cama e abraçava a prima.
-Não sei se amo, alias, não amo, mas desejo muito ele....
-Vocês nunca transaram?
-Não, nunca, e nem vou transar com ele.
-Por que?
-Por nada, só não quero... - Respondeu fugindo o olhar.
-Não quer? Você gosou duas vezes gritando o nome dele.
-Será que alguém ouviu? - Tami estava com a cabeça no ombro do primo e quase chorava de preocupação.
-Não, certo que não - Ele não tinha tanta certeza, mas precisava acalmar Tamires. - Tá todo mundo lá embaixo ou devem até ter ido fazer outras coisas já.
-Será que um boquete meu faz isso subir de novo? - Falou Tami colocando a mão sobre o pau do primo, querendo se redimir.
-Acho que ele sobe sem nada, mas aceito o boquete. - Respondeu Dé, se deitando, sentindo ficar excitado novamente somente com o toque da prima.

Tamires engoliu o pau ainda meia bomba do primo e começou a chupa-lo com força, mamando forte, sugando toda sua rola, engolia tudo enquanto apertava suas bolas.

-ISSO TAMI CHUPAAA, AHHHH. - Dé gemia de tanto tesão.
-Não fica com vontade de me bater ou de me xingar? - Tami olhava para o primo com cara de puta, provocando e enlouquecendo-o ainda mais.
-Fico..
-Então xinga e bate, porque eu adoro.

Tamires lambia o pau do primo, sem punheta-lo, não queria que ele gosasse, passava a língua das bolas até a cabeça da pica.

-isso SAFADA, chupa, me lambe vai... - Dé continuava tímido para xinga-la.
-Puxa meus cabelos e me faz mamar a força. - Pediu olhando para ela com a sua cara de menininha puta.

André foi ao delírio a pegou com força pelos cabelos, fazendo-a sentir um pouco de dor, e forçou seu rosto contra o seu pau, Tami engoliu tudo, passava a língua em volta do pau do primo o babando completamente, sugava sem parar, mamava cada vez mais forte, com os pés no ar e entrelaçados fomando um x ela mamava com vontade, com tesão.

-Imagina que é o cunhadinho e mama safada, anda, faz o cunhadinho gosar. - André entrará no jogo e estava doido com a maneira que a prima o chupava.

Tamires achou estranho o primo mandar ela imaginar Gabriel, mas adorou a idéia e se excitou ainda mais, mamava nele sem parar, sugava com rapidez, queria porra e não demorou muito para conseguir. Sentiu o líquido ralo e quase inexistente entrar na sua boca e descer pela sua gargante, engoliu tudo, sem dificuldade, enquanto André gritava de tanto tesão ao gosar.

-AAAAAHHHHH CARALHOOOOOO, TAMI TU É PERFEITAAAAA, AAAHHHHHHH.- O garoto estava apaixonado pelos encantos da prima loira.

Tami deitou novamente ao seu lado e o abraçou.

-Me redimi? - Perguntou beijando seu rosto.
-Nem precisava, eu adorei tudo. - Ele sorria enquanto a abraçava.
-Desculpa por...- Ela ia se desculpar por ter pensado em outro, mas Dé a interrompeu.
-Eiii, nada de desculpas, foi ótimo, eu adorei, é sério. - Ele sorria de orelha a orelha.


Os dois ficaram um tempo abraçados até que ela quebrou o silêncio novamente.
-Não fala o que aconteceu aqui pra ninguém, por favor.... - ela estava realmente com medo.
-Óbvio que não vou falar. E se você quiser qualquer dia desses conversar, se algum dia precisar de alguém pra ouvir você, me procura. Antes de qualquer coisa somos primos e amigos.- Ele alisava os cabelos dela com carinho e compaixão.
-E ai eu te pago um boquete pra compensar, o que acha? - Os dois riam convulsivamente.

À noite Isabela ligou para Gabriel e contou sobre o ocorrido na casa da tia, inclusive sobre André ter escolhido Tamires para perder sua virgindade. Ele se incomodou um pouco mas já estava mais familiarizado com os encontros familiares e seu ciúme virava tesão ao ver Isa provoca-lo com aquela história ficava completamente excitado, a única coisa que lhe deixou realmente chateado foi o fato de André ter escolhido a cunhada para ir para a cama, Gabriel chegou a pensar que teria achado melhor se a namorada o tivesse acompanhado.

-E você sentiu o que quando ele ti agarrou? - Gabriel estava na cama, somente de cueca.
-Eu fiquei braba pra caralho né amor, garoto louco, acha que sou obrigada a dar pra ele. - Isa ainda não tinha sentido a malícia do namorado.
-Muita raiva é amor hein, aposto que a tua bucetinha tá melada agora. - Falou Gabriel provocando a namorada.
-Tá melada porque eu to falando com você né, idiota.- Ela falava ainda braba e sem entender.
-E quanto ele encoxou você? Não melou ela? A pica dele no teu reguinho, tentando te pegar a força. - Gabriel se masturbava, batia punheta devagarinho.
-Não! Não ficou! - Isa continuava sem notar que Biel queria provoca-la de outra maneira.
-Aposto que você ficou com vontade de dar pra ele... Quer que eu deixe você dar pra ele?
-Ahhh, você quer que eu dê pro meu primeiro amor é? - Agora Isa se tocou, e estava se achando idiota demais por não ter notado a intenção de Biel antes.
-Ué, você não quer? - Gabriel acelerava os movimentos, batia com mais rapidez.
-Quero, quero muito. Hoje quando ele me pegou, só de sentir a pica dele no meu reguinho já me molhei toda. - Isa falava gemendo no telefone agora. - Aiii negão, que vontade de sentir meu amorzinho me fodendo, por mim eu dava ali na cozinha mesmo, até por que eu tava só de calcinha, ia só levantar o hobby e por a calcinha de lado. AHHHHHH MEU DEUS, minha xaninha tá ensopada. AAAHHHHH amor, to passando a mão nela e lambendo.

Isa falava pausadamente, demorava para completar as frases, Gabriel podia ouvir o barulho da boca da namorada lambendo os dedos, começava a bater punheta rapidamente, chegava a fazer barulho.

Gabriel ouviu a porta de seu quarto abrir, chegou a derrubar o telefone quando viu sua mãe entrando, ela vestia uma camisola folgada, com listras horizontais pretas e cinzas de mais ou menos 1 centímetro cada, com a estampa do rosto da Minnie e alguma frase em inglês bem na altura dos seus seios, ela não era curta, acabava na altura dos seus joelhos, a sua malha era de algodão e a gola era fechada na base do seu pescoço, nada muito revelador, mas a situação de Gabriel era reveladora demais.

Kelly ficou parada por alguns segundos admirando o mastro negro que não saíra da sua cabeça jamais, quando conseguiu recobrar a consciência, saiu do quarto correndo, deixando cair as roupas récem passadas e dobradas do filho na porta do seu quarto e no corredor. Ao chegar na frente da escada ela não sabia pra onde ir. Não sabia se entrava no banheiro e via seu estado, se ia para o seu quarto e deitava ao lado do marido que já devia estar roncando, se ia para o jardim da casa tentar pegar um ar e se recompor ou se voltava para o quarto do filho sentava na sua rola e matava a vontade que escorria pelas suas pernas.

Gabriel rapidamente catou o telefone no chão e vestiu sua cueca que pendia em seus joelhos.

-Alô. - Disse ao pegar o aparelho temendo que Isa tivesse desligado.
-Que aconteceu? Deixou o celular cair de tanto tesão? - Perguntou Isabela ainda gemendo.
-Minha mãe entrou no quarto e me pegou com a pica na mão. - Gabriel ainda estava ofegante pela situação.
-Que inveja dela. - Ria Isa no outro lado da linha.
-É sério meu, ela saiu do quarto correndo... - Ele estava muito preocupado, mas a namorada não fez questão de entender isso.
-Vai atrás dela então negão. Não quer tanto comer ela de novo? É a sua chance, vai logo, pega ela com força e pergunta se ela quer ajudar você. Diz que a loirinha tava no telefone gemendo pra você, dizendo que vai ti por chifre, que quer dar pra outro. AIIIIII NEGÃO EU TO GOSANDO, AAAHHHHHHHHHHHHHH PRETO SAFADO, ME MELA TODA ATÉ POR TELEFONE.- Isa berrava, se tremia toda, sentindo sua buceta cuspir mel sem parar.

Gabriel estava com o pau duro novamente, estufando a cueca, ele procurava um short para ir atras da sua mãe, ver como ela estava.

-Eu vou lá falar com ela.
-Isso, vai, negão roludo. Pega aquela preta puta de jeito, pega... mata a tua vontade meu macho. - Falava Isa ainda ofegante, gemendo.
-Não vou lá pra isso Isabela, vou lá pra ver se ela tá bem e pedir desculpa! - Gabriel estava se irritando.
-Ahhh esqueci que tu é corno manso. E tem mais, se não comer ela, azar o seu, porque eu vou estar pulando no pau do papai e talvez até telefone pro meu priminho, pra pedir desculpas pra ele por ter sido rude hoje.

Agora ela tinha conseguido provocar Gabriel, ele odiava ficar por baixo em uma situação como essa.

Biel saiu do quarto rápido, procurando a mãe, não sabia se ela tinha entrado na sua suíte, não queria bater e correr o risco de pega-la com seu pai, resolveu descer as escadas e procura-la no térreo da casa, não a achou. Sentou-se na mesa da cozinha e ficou imaginando novamente sua mãe, a roupa que vestia, fantasiou erguer a camisola e fode-la ali mesmo na mesa da cozinha, seu pau voltava a ficar duro, imaginou também que a namorada devia estar na cama com seu pai, matando sua vontade de dar e ele é quem tinha provocado tudo aquilo.

Resolveu subir para o seu quarto, ia dormir ou pelo menos tentar.

Ao subir os últimos degraus viu que as roupas caídas no corredor não estavam mais lá e ao virar para entra no seu quarto viu sua mãe, curvada sobre sua cama dobrando novamente as roupas que tinha derrubado. A camisola que antes não revelava nada do corpo da mãe, agora estava colada nele, torneando perfeitamente sua cintura, inclusive dando para ver que a calcinha usada por ela era bem pequena e quase não marcava o tecido do pijama.

-Mãe a senhora quer ajuda? - Falou Gabriel perdendo qualquer pudor e encoxando a mãe por trás com força.

Kelly sentiu o enorme pau do filho entrando sem nenhuma pena no seu reguinho, mordeu o lábio e fechou os olhos, deixando a camiseta do filho que ela segurava cair de suas mãos novamente. Gabriel colocou os braços fortes em volta dos frágeis braços da mãe, entrelaçando os seus dedos com o dela, ela quase perdia o equilíbrio, sequer conseguira responder.

-Desculpa por estar daquele jeito quando a senhora entrou. - Sussurrou Gabriel no ouvido dela.

Kelly lembrou que aquele negócio enorme e extremamente grosso pertencia ao próprio filho e a culpa voltou, se sentiu mais culpada ainda quando lembrou que o marido estava no quarto ao lado dormindo. Deixou seu corpo completamente ereto de uma só vez, quase batendo com o ombro no queixo de Gabriel, se virou para ele e viu que a cabeça do pau do menino saia de sua cueca, era uma cabeça grande, rosada e envolta pela pele negra do corpo do menino, sua vontade era ajoelhar ali mesmo e engolir tudo, chorar de tão engasgada que ficaria, como da vez em que foi para a cama com ele, mas ela não podia, ele era seu filho, ela era casada, estaria traindo seu marido com o filho deles, estaria estragando a família inteira.

-Você pode dobrar as últimas roupas pra mim, por favor? - Perguntou tentando olhar para o rosto do menino e esquecer o seu pau.
-Claro mãe. - Gabriel tinha ficado com remorço do que tinha feito.
-Ótimo, vou dormir. - Kelly tentava chegar à porta do seu quarto mas trocava as pernas como se estivesse bêbada.

Gabriel a segurou novamente, desta vez ela sentiu o volume em seu rego bem menor, viu que tinha sido fria demais com o menino, que tinha feito ele deixar de deseja-la.

-Mãe, a senhora esta bem? - Perguntou Gabriel, a pegando pela cintura, já com o pau a meia bomba e a virando para sua frente.

Kelly olhou novamente para o pau do filho, viu que o volume na sua cueca ainda era grande, mas nada fora do normal visto que aquele negócio era descomunal quando estava completamente ereto. Ela se sentiu feliz por ver que o filho estava realmente preocupado com ela e não tinha segundas intenções, mas se incomodou de o garoto não sentir mais vontade de leva-la para cama. Pensou que tinha sido tão dura com ele na situação que talvez ele nunca mais sentisse atração por ela ou voltasse a lhe encoxar daquela maneira maravilhosa.

-Eu to bem, amor. - Foi a vez de Kelly provocar.

Ela falava sorrindo como puta, se apoiando nos ombros do filho e beijando o canto da sua boca.

-Desculpa por ter entrado sem bater, as vezes me esqueço que tenho um homemzão dentro de casa. - Ela sorria para ele, olhando as vezes para seu pau querendo saber se estava subindo de novo.
-Não precisa se desculpar, eu devia ter trancado a porta. - Biel a pegava pela cintura e mesmo que tentasse não ficar excitado novamente, ele não tinha poder sobre seu pênis.
-Prometo que vou cuidar mais. Boa noite amor. - Kelly deu um selinho nos lábios do filho com demora e saiu do quarto.

Ela andava rebolando de propósito, queria que o filho visse seu rabo e terminasse sua masturbação pensando nele mexendo. Kelly não sabia como tinha resistido, como encontrou forças para entrar no seu quarto novamente. Logo que abriu a porta já se arrependeu de ter deixado o filho, o marido dormia, roncava alto e fez ela se desanimar completamente, deitou na cama e rolou nela a noite inteira, não pregou o olho em nenhum momento.

Gabriel por sua vez terminou a noite se masturbando, gosando muito, imaginando a mãe ali ao seu lado, lhe ajudando, ele erguendo a camisola dela e metendo fundo naquela negra maravilhosa.

Isabela, em sua casa, cumpriu o que havia prometido a Gabriel, ou pelo menos parte daquilo. Usando somente uma calcinha laranja, que abusava da transparência, Isa entrou no quarto dos pais, os seios duros estavam nus, o pai deitava com a mãe, assistindo tv.

-Que foi filha. - Assustou sua mãe ao ver a filha somente de calcinha, àquela hora da noite.
-Posso deitar com vocês? - Pediu Isa subindo de 4 na cama e engatinhando entre os dois até chegar ao lado deles e se tapar com o mesmo lençol que os pais estavam tapados.

Isa se virou de lado para o pai, deixando a bunda na direção de Aimé, colocou a mão sobre a barriga dele e começou a acaricia-lo, Jorge já tinha notado as intenções da filha, assim como Aimé, que percebeu as carícias dela no seu marido.

-Biel me ligou agora pai, ficou falando bobagem no meu ouvidinho, eu to toda gosada, só de ouvir ele me xingando no telefone. Mas eu sou muito putinha papai, eu preciso de pica e agora nem tem mais colégio pra eu dar pra ele no banheiro de manhã cedo. - Ela sussurrava no ouvido do pai enquanto descia a mão até a cueca samba canção dele.

Jorge que estava com sono quando deitou-se agora estava completamente aceso, se virou para a filha e viu que sua esposa, atrás dela, sorria para ele. Aimé estava de blusinha regata branca e um curto short preto, ambos bem colados ao seu corpo, fazendo com que a bunda e os seios esgaçassem os tecidos.

-Acho melhor eu ir dormir no quarto da Isa. - Falou Aimé se levantando.
-Não! A senhora fica! - Ordenou Isa.- O idiota foi comer a mãe dele, amanhã ele vai saber que eu dei pro papai enquanto chupava a senhora, ele vai ficar enlouquecido e vai esquecer a noite com a pretinha.

Os três riram, Aimé abraçou a filha por trás e laçou uma de suas pernas na perna de Isa que agachava sobre o corpo do pai beijando todo o toráx dele. Isa baixou a cueca de Jorge e viu seu pau sair dela já completamente duro, não pensou duas vezes antes de abocanha-lo. Jorge olhava a esposa, se esfregando e arranhando as costas da filha, os dois se beijaram enquanto a menina mamava Jorge cheia de vontade. A loirinha só pensava em Gabriel, imaginava ele fudendo a mãe, fazendo a sogra deixar de ser antipática na base da pica preta, conforme os pensamentos vinham ela mamava ainda mais o pai, chupava com mais força e rapidez.

Aimé agora colocara a mão dentro da calcinha da filha, na parte da frente e alisava o seu grelinho enquanto beijava suas costas e descia a boca por elas. Isa se engasgava no pau do pai e quando sentiu a mãe toca-la engoliu ainda mais fundo, apertou as bolas de Jorge e começou a alisa-las com pressão, sem deixar de gemer, mesmo com o pau do pai abafando seus gritos.

-ISSSO ISA, MATA A VONTADE DE PICA, MATA FILHA. Que que o Gabriel te falou pra deixar você precisando tanto dar? - Falou Jorge enquanto puxava Isa pelos cabelos para lhe beijar.
-Ele disse que quer que eu de pro Anderson, que vai assistir, que ele vai poder me fuder todinha. - Isa gemia no ouvido do pai.

Aimé tinha tirado a calcinha da filha e lambia a sua bucetinha por trás, depois de já ter babado bastante o seu reguinho, Isa estava pirada, de 4 na cama rebolava na boca da mãe e foi se aconchegando no colo do pai.

-AAHHHHHH MÃÃÃÃÃEEEEEEE, CHUPA MAIS, PELO AMOR DE DEUS, CHUPA TUDO AHHHHHHHHHHH. PAPAI ME FOOOOODDEEEEEEEE...- Berrou enquanto sentia o pau do pai lhe penetrando.

De olhos fechados Isabela sentou na rola do pai de uma só vez, enquanto sua mãe lambia ao mesmo tempo sua buceta e a pica do marido. Jorge puxou a filha para si e a beijou, Aimé era quem apertava as bolas dele agora, sem deixar de passar a língua na filha. A mãe colou o corpo com as costas da filha e com o dedo médio no seu reguinho começou a enfia-lo no seu cu, Isabela rebolou ainda mais e já estava quase gosando quando a mãe começou a morder a sua nuca e orelha. Aimé olhava nos olhos do marido, que ficando mais excitado ainda, começava a socar ainda mais forte na caçulinha.

-AAAAHHHHH CARALHO, VAI PAI SOCA, ME FODE, FAZ O NEGÃO VIRAR CORNO FAZ. AAHAHHHHHHHHH MAAAAANHEEEEEEEEEE NÃO ENFIA O DEDO ASSIM NO MEU CUZINHO. - Isa tinha perdido completamente a postura.
-Imagina a gente dando assim pro negão Isa, imagina eu te dedando e aquela tora gigante te rasgando.- Aimé sussurrava no ouvido da filha, que se quer conseguia abrir os olhos.
-Quer dizer que a mamãe você deixa enfiar o dedinho no seu cu é...- Falou Jorge com ciúmes.
-Deixo, só não deixo o papai, porque o papai é CORNO!- Agora Isa o olhava nos olhos enquanto xingava. - SOCA MÃE, SOCA O DEDO NO MEU CU MÃÃÃÃÃEEEEEE, AHHHHH EU VOU GOSAR, DE NOVO, AIIIIII AQUELE PRETO IMUNDO ATÉ DE LONGE ME FAZ GOSAR.... AHHHH, SOCA FORTE PAI, SOCA FORTE, ANDA, AIIII ME FODE COM FORÇA, AHHHHHHHHH.
-SOCA JORGE, NÃO TÁ OUVINDO? ELA QUER PICA COM FORÇA. CORNO, FROUXO, SEU BOSTA.- Aimé encarava o marido e o xingava também, aumentando ainda mais as dedadas na filha.

Jorge adorava ser xingado, começou a socar forte , fazia a filha quicar com força, Aimé por sua vez girava o dedo médio inteiro socado na filha, começava a tirar e enfiar ele ainda mais fundo, Isa era fodida na frente e dedada atrás o que a deixava ainda mais enlouquecida, foi o suficiente para que ela se tremesse inteira e melasse completamente o pai.

Sem forças caiu sobre ele e mordeu o seu pescoço, empinou mais o rabo para trás e a mãe enfiou mais o dedo no seu cu, ela já não aguentava mais tremer tanto quando sentiu o pai ejacular.

Sentiu sua buceta sujar por completo quando o pau do pai começou lhe melar toda, não teve forças pra falar nada, estava exausta. Jorge sorria e acariciava a filha, aquela tinha sido a melhor tranza dos dois, nunca tinha visto Isabela tão entregue e tão puta na cama. Aimé deitou-se do lado do marido tirando o dedo do cu da filha, Isa logo após recuperar sua consciência, beijou a boca dos dois e foi para o seu quarto.

Aimé tinha perdido o sono e ainda de roupa deitava abraçada no marido nu, acariciando o seu peito. Jorge estava adorando e começou a lhe dar cafuné.

-Sabia que você me deixou orgulhosa ? - Aimé agora colocava a mão sobre o pau murcho do marido.
-Orgulhosa porque? - Sorria ele ainda dando carinho a ela.
-Vi você pegando ela com força, socando forte, fez ela gosar rapidinho, nem parecia meu corno mansinho. - Aimé sussurrava no ouvido de Jorge enquanto mordia o mesmo.
-Você gostou é? - Perguntou Jorge rindo.
-Adorei, e sabe o que mais eu ia gostar? - Aimé agora masturbava o marido, tentando fazer com que seu pau subisse novamente.
-O que amor?
-Que você ficasse de pau duro de novo e me comece que nem comeu nossa bebezinha. Até deixo você comer meu rabinho, já que sua caçulinha não deixa. Poço até deixar você lamber meu dedinho pra saber como é o gostos do rabinho da Isa. - A loira falou passando o dedo, ainda melado do goso de Isabela, nos lábios do marido.

Jorge fazia esforço pra ficar de pau duro de novo, era raro ele conseguir gosar duas vezes antes de meia hora de descanso, a esposa sabia, mas estava muito doida com o que tinha acontecido, ver o marido mandando rola em Isabela enquanto ela chupava a filha a tinha deixado pirada.

Só de sentir o cheiro do dedo da esposa Jorge já começou a tomar novamente forças, quando ela colocou o dedo na sua boca e ele sentiu o gosto do cu da filha, viu que seria fácil se excitar, começou a chupar o dedo dela, querendo limpa-lo por inteiro.Ela batia punheta com força para ele, até que se afastou, Jorge tinha achado que ela havia desistido de dar pra ele, que tinha ficado braba e lhe achando o corno manso de sempre, o que não o incomodava, mas se surpreendeu mais ainda quando ela começou a dançar de costas pra ele e tirou a regata branca que usava como pijama.

Aimé o olhou com cara de puta, ainda de costas e se virou em seguida, ela dançava sem música, rebolava para ele, pisou sobre seu peito enquanto ia descendo como se dançasse funk, passou a bucetinha, ainda tapada pelo short preto, no seu rosto, deixando ele sentir a umidade que escorria dela e o cheiro de tesão que exalava.

Jorge conseguiu, estava com o pau duro novamente, talvez ainda mais duro que quando meteu em Isa, ele tentou passar a língua na parte entre as pernas do short da esposa, mas não conseguiu, ela tinha sido mais rápida, estava em pé novamente, quando viu o marido a ponto de bala de novo ficou sorrindo orgulhosa.

-Será que vai deixar de ser corno e aprender a ser macho mesmo, Jorge? Será? - Agora ela tinha ficado de 4 na cama, empinando o rabo, ainda tapado para ele. - Vem meter no meu cuzinho vem meu amor.

Jorge obviamente obedeceu, pegou o short da esposa com as duas mãos e o baixou, passou o nariz no seu reguinho e ela se arrepiou inteira, colocou a língua no seu cuzinho e ela afastou a bunda dele.

-Lembrei que o cu é só do negão amor.... - Ela ria.

Jorge estava possuído naquela madrugada, pensou que já que a esposa estava gostando do jeito que ele pegara a filha, ia gostar de ser mandada.

-Não perguntei se tu quer ou não! . - Falou agarrando-a pela cintura com uma mão e com a outra preparando a rola no cu de Aimé.
-EU DISSE QUE NÃÃ...... AAAAAAHHHHHHHH FILHO DA PUTA...... - Jorge realmente não tinha obedecido.

Aimé sentia o pau do marido entrar no seu rabo, era a sua vez de pensar no negão, lembrou de quando o genro a pegou por trás e começou a socar nela com força, a dor que sentiu, o prazer que teve e como gosou, ficou com saudade, ficou com inveja, imaginou ele comendo sua mãe agora enquanto ela tomava apenas a pica mediana do marido. Jorge por sua vez estava em ecstase, puxava os cabelos da esposa e socava nela sem pena, metia no seu rabo com força, não era sempre que tinha aquela oportunidade e agora estava a tendo logo depois de comer a filha.

-AAAHHHHHHHH MEU CUZINHOOOO. - Aimé gritava enquanto apertava os lençóis.
-Isso puta loira, quero você gritando enquanto seu macho de verdade te arromba. - Jorge falava no seu ouvido e socava cada vez mais rápido.
-Isso, me arromba corno, me mostra que eu não preciso de outras picas, me mostra que tu sozinho me deixa toda arrombada, VAIIIII JORGE, ME FODE, ARROMBA MEU CU QUE NEM O NEGÃO ARROMBOU, AAAIIIII JORGE ME FODEEEEEEEE. - Aimé gritava alto, fazendo todos na casa ouvirem.


Jorge estava cada vez mais doido, socava cada vez mais forte, arranhava as costas da mulher e começava a bater na sua bunda, dava fortes tapas, deixando Aimé toda marcada no rabo, ela adorava, nunca tinha visto o marido a fudendo daquele jeito, não demorou muito para que sentisse o pau do marido pulsar, incrivelmente ao mesmo tempo em que ela começava a tremer nele, os dois gosaram juntos. Jorge caiu para o lado na cama e Aimé para frente, nenhum dos dois teve força pra se mexer, dormiram daquele jeito mesmo até o dia seguinte.

Isabela só encontrou Gabriel no fim de semana, todos foram para fazenda, os irmãos de Isa, seus pais, seus tios e os dois primos, a novidade nesse fim de semana seria a namorada de Anderson, que seria apresentada à família,. Ela se chamava Gabriella, uma menina de pele clara e com os cabelos bem negros e lisos que iam até um palmo abaixo dos seus ombros, olhos pequenos e castanhos, lábios finos que combinados com seus dentes bem brancos formavam um par perfeito para o seu sorriso apaixonante, ela era baixinha, tinha pouco mais ou pouco menos de 1,60, seios grandes, ombros largos, mãos pequenas e delicadas, unhas compatíveis com seus dedos finos e pequenos, tudo muito proporcional às suas mãos, suas coxas eram grossas e bem torneadas, seus pés bem delicados, Gabriel calculou que ela não devia calçar mais que 36. Sua cintura era larga, tinha uma bunda grande, bem maior que a de Isa e talvez maior que a de Aimé, o garoto ficou imaginando como devia ser o cuzinho dela. A menina vestia uma blusa fina de manga comprida, com um tom de rosa bem leve, um zíper preto que ia da gola da blusa até a altura dos seus seios. O sutiã branco marcava sua blusa e deixou Gabriel vidrado. Ela estava de mini saia jeans, um pouco desbotada, com as coxas de fora, mostrando os muscúlos que tinha nas pernas bem moldadas.

Isa e o namorado estavam sentados no sofá da sala quando a menina chegou abraçada em anderson, seus cabelos estavam soltos e penteados para o lado esquerdo do seu rosto, Gabriel olhou para a bunda da menina quando ela passou por eles e Isa ficou extremamente incomodada, se afastando do namorado e levantando. Biel ficou rindo sentado, mas depois de algumas horas, já com tudo resolvido entre eles, pensou como seria se reparasse melhor na menina.

Isa jogava volei na piscina com os primos, Gabriel, que estava fora dagua, apenas observava e ria. A loirinha se jogava de propósito toda hora sobre Anderson, claramente com a intenção de provocar o namorado, e o primo também, é claro. Gabriel apenas de sunga foi pegar uma cerveja na geladeira da cozinha, ao chegar lá encontrou Gabriella, ainda com a mesma roupa que tinha chego à fazenda, olhando tudo que acontecia na piscina pela janela.

-Não vai entrar na água não, Biella? - Perguntou Gabriel enquanto fechava a porta da geladeira, já com a bebida na mão.
-Você não sente ciúmes dos dois assim? - Gabriella simplesmente não ouvira a pergunta feita a ela.
-Porque eu sentiria? Eles são primos. - Respondeu chegando bem perto da garota e olhando a cena pela janela.
-Como se isso impedisse alguma coisa né. - Biella estava furiosa com o que via.
-Como assim? - O garoto fazia questão de se fazer de sonso.
-Ué eles já transaram, não transaram?! - A menina agora tinha medo de estar dando uma mancada e revelando algo que o garoto não soubesse, mas seu ódio era tanto que ela quis realmente prejudicar o relacionamento da menina com o namorado. - E pelo que o Anderson me disse, vão transar de novo.
-Assim como nós dois também vamos transar. - Gabriel encostava mais na garota e a encoxava forte, com o seu pau já quase completamente ereto.
-Ahn? - Gabriella tinha se assustado com a audácia do garoto, ou talvez com o troço descomunal que tocava seu rego com força.
-A gente pode transar antes se você quiser, de repente assim você fica mais confortável pra aceitar que ele ainda vai comer ela.

Gabriel notou que Anderson tinha revelado para a garota o que acontecia na família dele, a menina devia ainda estar na sua crise de consciência e o namorado tarado não quis nem esperar que ela se acostumasse com a idéia e foi logo se esfregar na prima, que sem conhecer, Gabriella já odiava.

-Vem comigo, vou te ajudar a por um bikini.

Biel puxou sua quase xará pela mão e a levou para o quarto onde ela ficaria com Anderson. Gabriella o seguiu, vendo as costas malhadas do garoto negro, sentiu sua bucetinha melar. A idéia de trair o namorado nunca a agradou muito, mas irritada, queria dar o troco nele, um troco bem mais dolorido. Sem contar que a idéia de por chifres na priminha puta dele a fazia ter ainda mais vontade de dar para o garoto que acabara de conhecer.

Assim que ela entrou no quarto Gabriel fechou a porta, a escorou na mesma e beijou sua boca. O garoto tinha uma pegada forte, ela não sabia o que fazer, pensou em recusar o beijo, mas quando a boca dele encontrou a sua foi inevitável que ela se entregasse. Pos as unhas na nuca dele e em seguida na sua careca, arranhando-a, enquanto ele apertava seu corpo mais ainda contra o dele, mordendo a boca dela e erguendo a mini saia, Biel colocou a mão na calcinha da menina e a sentiu úmida, alisou a buceta de Biella e ela não conseguiu controlar o gemido.

-AAAAAHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAHHHHHHHH - Falou ainda com o sou abafado pela boca dele.

Gabriel pegou com força os cabelos da namorada do primo emprestado e os puxou, fazendo ela inclinar o rosto para cima, ele mordeu o seu pescoço e em seguida a orelha.

-Geme mais, geme pro namoradinho ouvir lá na piscina e vir correndo aqui ver o que tá acontecendo. - Biel a provocava.

O resultado não foi o esperado, Gabriella o empurrou, se afastou dele e foi até a cama, onde estava sua mala, pegar um bikini.

-Vou me vestir, você precisa sair... - A garota ofegava.

Ela tinha ficado com medo do que Biel tinha falado, sabia que se Anderson descobrisse que ela tinha dado para o namorado da prima ficaria furioso, apesar de, pelo que ele tinha dito a ela, isso teria que acontecer em algum momento, se ela fizesse sem pedir sua permissão ele poderia até acabar com ela. Mas Gabriel não desiste fácil a vez na qual desistiu perdeu a chance de deitar com quem ele mais queria, não desistiria agora. Ele foi até a garota e ergueu sua mini saia por trás novamente.

-EU FALEI PRA SAIR DAQUI! - Esbravejou a menina, segurando sua roupa.

Gabriel obedeceu, pegou sua long neck de Budweiser e voltou para a piscina, chegou com o pau ainda duro, Isa o olhou sorrindo mandando um beijo de longe, continuava jogando vôlei com a família, agora tinham se juntado a eles Tamires e Jorge.

Tami, que ficou no mesmo time de Anderson, começou a agarrar o garoto, caindo em cima dele e se roçando todas as vezes que tinha oportunidade, aquilo deixou Gabriel furioso, fechou a cara novamente e tomou o resto da sua bebida.

Enquanto isso Gabriela estava no quarto trocando de roupa, ao se despir viu os seios grandes com os biquinhos extremamente duros e ao tirar a calcinha se assustou com a quantidade de mel que a molhara. Colocou um bikini pequeno, o menor que tinha, queria provocar o namorado deixando todos na família com vontade de come-la. O bikini era completamente preto, a parte de trás quase entrava inteira no seu reguinho, a parte da frente era baixa, quase aparecendo os pelinhos ralos da sua buceta.

Biella saiu do quarto e antes de ir para a área do quiosque olhou pela janela da cozinha o que acontecia na piscina e ficou furiosa, se arrependendo de não ter dado para Gabriel aquela hora. O namorado abraçava a outra prima agora, chegava a por as mãos em seus seios, brincando de segura-los.
A garota bufava quando Gabriel, também furioso, entrou na cozinha para pegar mais uma bebida. Ela não precisou pensar duas vezes.

-Biel, pode me ajudar a dar o nó na parte de cima? - Pediu olhando nos olhos do garoto.
-Mas ele já não tá dado? - Agora era Biel quem se fazia de difícil.
-Ficou ruim. Vem comigo no banheiro. - Ela tremia enquanto ia se dirigindo ao banheiro que ficava entre os quartos da casa.

Gabriel foi atrás dela, já imaginando o que ela queria, ficou concentrado no seu caminhar e no rebolado do seu rabo enorme. Logo quando chegou ao banheiro viu a menina tirando o nó superior do bikini, que prendia ele à sua nuca. O garoto, abusado como era, trancou a porta e puxou o outro nó dele deixando o sutiã cair no chão.

-Era só o de cima, seu tarado.- A garota ria.

Gabriel não deu bola, largou sua garrafa na piá do banheiro e a pegou por trás com força, encoxando-a sem piedade e segurando seus seios, ele alisava o biquinho dos dois com a ponta dos dedos enquanto a garota arranhava sua cabeça lisa e rebolava na cabeça de baixo. Ele mordeu a nuca da menina e em seguida a sua orelha, os cabelos longos o atrapalhavam um pouco, mas ele não se importava, desceu uma mão, e dessa vez por dentro da calcinha, começou a masturba-la, sentiu a buceta dela completamente encharcada, notando que desde quando estavam no quarto ela já o queria.

-Ela tá assim por que te peguei de jeito no quarto ou o que você viu na piscina te animou? - Sussurrou enquanto mordia sua orelha e depois o seu pescoço.
-O que você acha? - Ela agora miava, estava completamente à vontade.

Biel se ajoelhou enquanto ela virava de frente para ele.

- O que você vai fazer? - Perguntou surpresa. Não teve resposta.

Gabriel sem dizer nada afastou a calcinha do bikini para o lado, fazendo a garota abrir mais as pernas, em seguida pôs a língua no seu grelinho, fazendo-a fechar os olhos e morder os lábios, sabendo que não podia gemer. Gabriella agarrou a cabeça do garoto negro com as duas mãos e puxou mais ainda contra si, suas costas estavam escoradas no armarinho em volta da piá e se não fosse por ele, certamente teria caído.

Biel agarrava suas coxas e arranhava a parte interna delas, erguendo a menina e a chupando agora os lábios juntamente com a entrada da sua buceta, Biella quase sentava no armário, perdia completamente a noção do que estava fazendo, ficando em ecstase profundo, começou a gemer.


-AAAAAAHHHHHHH MEU DEUS, AAHAHHHHHH QUE DELÍCIA, AAHHHHHHH. - Logo notou que podia estar sendo ouvida e mordeu o lábio inferior com força, contendo seus gritos.

Gabriel, por sua vez, não continha sua lambidas, tocava a menina cada vez mais rápido, sugando seu mel, maxucando o nariz nos pêlos ralos que ela tinha ali. Quando o garoto enfiou o dedo médio na buceta dela, sentiu a menina rebolar para encaixar melhor, a vagina dela era extremamente fechada, Gabriel chegou a achar que ela fosse virgem ainda.

Biella mal conseguia se controlar, sentia as pernas ficarem bambas, o dedo do garoto entrava e saia rápido da sua buceta, parecendo arranha-la por dentro, ela começou a ter dificuldades para respirar, sentia o ar lhe faltar, começou a ficar ofegante e a perder as forças para gemer.

-AAAHHHHHH AHHHHHHH AAAAHHHHHHHHHHHHHHHH - fala quase sem emitir som nenhum.

Ela não sabia direito o que aquilo significava, mas começou a se tremer na boca de Biel, de um jeito que o namorado nunca lhe havia feito tremer. Gabriel sentia a menina gosar e enfiava ainda mais o dedo, agora com a buceta bem lubrificada ele entrava facilmente.

Biel se levantou e fez a menina, que ainda não tinha voltado a si, se virar, deixando-a de costas para ele, baixou a calcinha dela até os seus joelhos e ela tratou de tira-la mexendo as pernas. Gabriella mal sabia o que estava fazendo, ainda estava apenas tentando respirar, tirar a calcinha foi um ato mecânico. Ver aquela pele branquinha, a bunda gigante dela e a sua cara de atordoada fizeram Gabriel ficar ainda mais excitado, a menina não sabia direito aonde se apoiar quando sentiu aquela rola imensa forçar a entrada na sua bucetinha apertada.

-MEUUUUUU DEUUUUSSSSSSSSS. - Gritou a menina enquanto o pau do negrão abria ainda mais sua xoxotinha.
-Fica queta garota, quer que o corno ouça você dando. - Gabriel a xingou cochichando em seu ouvido, querendo provoca-la ainda mais.

Ele sentia a buceta dela estrangular seu pau, ela perdia completamente o equilíbrio e ficava mais a mercê ainda da situação, completamente dominada pelo garoto que ela acabará de conhecer.

-Isso, aguenta tudo quetinha, sem dar um piu. - Biel puxava os cabelos da menina e sussurrava mais no seu ouvido.
-Põe devagar, pelo amor de deus, não soca tudo, por favor. - Ela quase chorava, sentia sua xana arder cada vez mais.

Gabriel não tinha posto nem metade da rola nela ainda, começou a mexer o quadril socando a pica devagar na garota. Ele afastou uma das pernas dela colocando sobre a tampa do vaso, fazendo com que ela abrisse mais a bucetinha, debruçando seu corpo ainda mais sobre o armarinho abaixo da piá. O rosto de Gabriella quase tocou o espelho do armário suspenso e quando ela viu seu rosto suado, completamente escabelada e o reflexo daquele negro musculoso fechando os olhos, pirou, sorrindo para si mesma pelo espelho e decidiu aguentar tudo, fechou os olhos e começou a sentir as socadas mais intensas de Biel, foi inevitável começar a gemer.

-AAAAIIIII, ISSSSOOOO, METE EM MIM, AAAHHHHHH, que delicia de piru, aahhhhhhhh, cuidado, tá me rasgando todinha. - Ela gemia e se olhava no espelho, olhava Gabriel a pegando com força pela cintura.

Biella colocou o dedo na bucetinha e sentiu o sangue escorrendo dela, tocou o pau do garoto e sentiu a sua grossura, ficou orgulhosa de estar aguentando tudo aquilo, era descomunalmente maior que o de Anderson, doia muito, mas ela aguentava, estava adorando, pegou a garrafa de cerveja de Gabriel e bebeu tudo que ainda restava nela dando um gole após o outro, quase ficou tonta, não era muito acostumada a beber mas aqueles goles foram necessários para aguentar o que o garoto fazia com ela.

-Geme baixinho, só pra mim. Não quero que o corno saiba que eu já te fudi, vai ser um segredinho nosso. - Gabriel sussurrava no ouvido dela enquanto aumentava ainda mais o ritmo das metidas.
-Isssssooooooo, nosssoooo segrediiiiiinhoooooo, AAHHHHH CARALHO, METE AHHHHH. - Ela gaguejada conforme sentia as socadas do garoto.

Gabriella lembrou que o garoto não usava camisinha e se afastou rapidamente.

-ei que foi? - Falou Biel vendo sua rola cheia de sangue.
-Camisinha... - Biella respondia olhando aquele pau negro, com sangue o marcando.
-Você não toma pílula? - Perguntou mostrando preocupação.
-Não!

Gabriella abria as gavetas do armário procurando alguma camisinha, ela não queria que aquilo acabasse ali, sem fazer o garoto gosar, a transa mais gostosa da sua vida não podia ser uma frustração para o seu parceiro. Biel a ajudava, abriu a porta do outro armário. Mas nenhum dos dois encontrou.

-Posso gosar na tua boquinha se você quiser. - Biel ria, olhando para ela com cara de tarado.
-HAHAHAHAHA, NUNCA! Nunca vou beber porra. Gosa fora, na punheta.

Era a vez de Gabriella provocar o garoto, colocou sua mão pequena e delicada em volta da pica dele e começou a masturba-lo, viu sua mão ficar com sangue e sorriu, o namorado ia comer ela arregaçada essa noite.

-Achei que tu ia gostar de beijar o corno com o gosto da minha porra na tua boca. - Gabriel falava quase que mandando na garota.

Biella achou a idéia interessante, sentiu o pau dele começar a pulsar na sua mão e quando olhou para baixou viu que o líquido de pré goso estava saindo, molhando sua mão juntamente com o sangue que ela limpava. Ela não resistiu. Se ajoelhou na frente de Gabriel e começou a mamar, meio desajeitada, tinha perdido a virgindade com Anderson e se tivesse o chupado 5 vezes tinha sido muito, Gabriel pegou os seus cabelos e quase gosando começou a forçar o rosto dela contra sua pica, ele fudia sua boca enquanto os dentes da menina arranhavam seu pau, ela não conseguia engolir nem 1/5 do seu piru, sua boquinha fina e pequena não abria o suficiente para que engolisse tudo, mas ela o punhetava com maestria, batia com rapidez e o olhava nos olhos, com cara de piedade, como se implorasse por porra, ele não conseguiu segurar.

-AHAHHHHHH QUE BOQUETE BOM AAAHHHHHHHHH - Gemia enquanto gosava. - ENGOLE TUDO ou apanha! - Falou com voz de comando.

Claro que Biella não conseguiu engolir tudo, sentiu aquele líquido grosso passar pela sua garganta e a ânsia de vomito foi imediata, cuspiu o que conseguiu no vaso e não engoliu quase nada, a menina fazia força para não vomitar, depois de tossir muito e cuspir tudo que tinha ficado na sua boca sentiu as mãos do garoto puxarem-la pelos cabelos.

-EEIIIII , não faz isso. - Ela o olhava com medo e aquilo o deixava ainda mais louco.
-Olha que disperdício, cuspiu tudo...- Gabriel a olhava com tesão misturado com pena e seu jeito de tarado.
-Não me bate, por favor. - Ela fechava os olhos, esperando o tapa.

Gabriel virou o rosto dela para o vidro do banheiro mostrando seu queixo e buchecha cheios de porra, ela olhou e pensou no namorado a vendo daquele jeito, toda gosada, depois de ter arregaçado a buceta na pica do garoto que ele odiava, aquilo foi o que faltava para ela decidir se fazer parte daquela família era realmente o que ela desejava.

Descrição das Fotos:
Foto 1 - Tamires de roupão para transar com o primo.
Foto 2 - Kelly quando pegou o filho se masturbando.
Foto 3 - Aimé quando a filha entra no quarto.
Foto 4 - Isa enquanto fazia menáge com o pai e a mãe.
Foto 5 - Gabriella chegando à fazenda

Notas do Autor:

Quero agradecer a todos comentários e a todo mundo que mandou e-mail sobre o conto, muito obrigado por estarem gostando.

Lembrando que, dúvidas, idéias, sugestões, críticas ou se quiserem me conhecer melhor é só mandar e-mail.
Quem quiser me seguir no Twitter é só procurar por @mesquitabiiel lá tem fotos das meninas que me inspiram nos contos, muitas vezes vestindo as roupas descritas neles e mais outras fotos também.


Grande abraço e aproveitem!
                                
                                

Foto 1 do Conto erotico: Uma Família Amorosa - Capítulo IX

Foto 2 do Conto erotico: Uma Família Amorosa - Capítulo IX

Foto 3 do Conto erotico: Uma Família Amorosa - Capítulo IX

Foto 4 do Conto erotico: Uma Família Amorosa - Capítulo IX

Foto 5 do Conto erotico: Uma Família Amorosa - Capítulo IX


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Comentários


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Comentou em 24/11/2015

Excelente , os relatos muito excitante em ler , fotos maravilhosas . Votei




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mesquitabiiel

Nome do conto:
Uma Família Amorosa - Capítulo IX

Codigo do conto:
68561

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/07/2015

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
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