DE CORISTA BEATA A DEVASSA INSACIÁVEL - II



Depois daquela quinta-feira, não voltamos a nos ver por duas semanas, ela não apareceu nos ensaios e na escola estávamos nas férias do inverno. Até que numa quinta-feira ela apareceu. Ela e o Tomás. De mãos dadas, trocando carícias e juras de amor o tempo todo. Eu então tentei não me portar como se nada houvesse ocorrido entre nós. Embora, aquele comportamento dos dois só me desse mais tesão ainda, de desejar e saber ao mesmo tempo, que já tinha possuído aquele corpo que aquele songo estava abraçando.

Tomás então disse que tinha que ir para a pelada. E ela então lhe desejou um bom jogo, dando-lhe um gostoso beijo na boca. Ele saiu e ela então entrou no estúdio. Estávamos só eu e o Carlão. O Fernando não tinha chegado ainda e a Marcela estava viajando, aproveitando as férias da escola. Falei então com o Carlão para esperar do lado de fora que eu tinha que conversar com a Talita. Ele fez menção de sair quando ela disse que ele tinha que ficar, que como éramos uma banda, as coisas da banda tinham que ser resolvidas por todos. Falei então que não era assunto da banda, ao que ela me disse que esperasse o ensaio acabar então.

Não falei mais nada. Saí e me sentei no sofá da sala externa, esperando o Fernando chegar. Depois de uns dez minutos minha mãe entrou e disse que o Fernando tinha ligado avisando que não poderia vir. Agradeci e ela disse que estava foda né, a banda sem a presença de dois integrantes. Eu disse que só passaríamos algumas músicas mais simples e que depois encerraríamos. Ela disse que seria melhor assim, para os dois que vieram não perderem também o dia deles.

Entrei então no estúdio e vi que Talita e Carlão estavam rindo de alguma coisa. Eu contei que o Fernando não vinha e que talvez tivéssemos que cancelar o ensaio. Carlão então se levantou e falou que por ele tudo bem. Talita, no entanto, disse que já que estávamos lá deveríamos aproveitar para fazer alguma coisa pela banda. Este papo de pela banda já estava me enchendo, mas perguntei-lhe o que era. Ela então disse que deveríamos continuar de onde paramos no último ensaio que ela veio. Falei que tudo bem, como ela gostaria que fizéssemos. Já pensando num jeito de descartar o Carlão, ao que ela respondeu que já que éramos uma banda, faríamos como uma banda. Eu já puto, perguntei que porra ela queria, ao que ela me respondeu, que queria fuder, e fuder muito. Fui até ela então e dei-lhe um beijo de língua, já agarrando sua bundona e depois falei: Você quer que eu e o Carlão foda com esse seu rabo de puta? Uma piroca só não está te satisfazendo não? Ela imediatamente abriu o botão da camisa logo abaixo do pescoço, puxando a mesma para cima, deixando à mostra aquele delicioso par de peitos, delicadamente guardados por um sutiã de renda branca. Chamou então o Carlão com a mão e me empurrou contra a parede do estúdio, dizendo: Nunca satisfez!

O Carlão veio e começou a beijar ela. Rindo, apertando sua bunda e seus peitos. Enquanto que eu, num ímpeto de sanidade, fui até a porta do barracão e a tranquei, apagando a luz da sala. Deixando apenas a luz do estúdio acesa. Fechei a porta do estúdio e olhei para os dois, ela, ajoelhada, já havia retirado a piroca do Carlão para fora da calça, um pedaço de tronco, pouco menor que o meu, mas com o dobro do diâmetro, ela tinha dificuldade até por aquilo dentro da boca, mas era esforçada, ah como aquela safada era esforçada.

Tirei minha roupa e me acerquei dela também. Peguei uma de suas mãos que estava nas bolas do Carlão e pus no meu pau. Na hora, mesmo com uma rola na boca ela soltou um gemido de prazer. Ela começou a me punhetar meio desajeitada, pois seu foco estava em outro lugar. Peguei-a pelo braço e fui levantando-a, mas ela não queria largar seu pirulito de porra. Deixei-a então do jeito que ficou de pé, mas inclinada sobre a piroca do Carlão, com aquela bunda majestosa virada para o meu lado. Abri bem as duas bandas e enfiei minha cara lá no meio, lambendo da sua bucetinha para seu cú, ela se arrepiou toda, empertigando o corpo como se uma brisa gelada a trespasse, embora o que estivesse por vir fosse muito quente. Ajoelhado atrás dela, fui lambendo ora sua buceta, ora seu cú, mas sempre que eu começava na buceta ela punha a mão me afastando e fazendo sinal de que não podia. Abri bem então as duas bandas, alargando bastante seu cuzinho que já piscava querendo uma pica. Dei mais uma boa lambida, caprichando na saliva e passei mais um bocado na cabeça do meu pau. Coloquei então na portinha e fui empurrando, e mais uma vez entrou sem esforço. Comecei então a bombar com força, empurrando-a de encontro ao pau do Carlão que ela engolia com gosto. Depois de alguns minutos acabei gozando e logo em seguida ele também gozou na boca dela, ela por sinal, nem tentou tirar a cabeça, engolindo cada gota.

Ela então pediu que trouxéssemos o sofá para dentro do estúdio, que ficaríamos mais confortáveis. O que atendemos de pronto. Assim que o colocamos no chão, sentamos um ao lado do outro, frouxos. Ela então se abaixou e começou a chupar, ora meu pau, ora o do Carlão. Em poucos minutos estávamos duros novamente. Ela então tentou sentar no pau do Carlão, e embora eu já tivesse amaciado bem aquele cú, a rola simplesmente não entrava. Ela então segurando pelo meio do cacete foi esfregando-o na entrada do rabo, peguei o banco da bateria e me posicionei de frente para os dois para ver aquela cena. Quando a cabeça entrou ela ficou segurando o pau dele, estava vermelha, da cabeça aos pés, e muito ofegante. Foi então soltando devagar e sentando. Gemia um gemido choroso, de dor mesmo. Me olhando às vezes com aqueles grandes olhos castanhos, cheios de lágrimas, mas com uma cara de tesão incrível. Depois que tudo já havia entrado ela tirou a mão e começou o movimento de sobe e desce, no início devagar, para depois acelerá-lo. Eu então me aproximei e coloquei mais uma vez a mão em sua buceta, fazendo fricção entre os lábios, sobre o grelo, que estava rijo como um bago de milho. Ela fazia que não com a cabeça, mas em momento algum tirou minha mão, e continuou no sobe desce no pau do Carlão, ao que eu só parei minha mão para que ela mesma se esfregasse em meus dedos. Em pouco tempo seu corpo tremeu e ela gozou, gozou urrando e foi caindo para frente, com as pernas bambas. Carlão não retirou o pau do cú dela, acompanhando a queda e meio que a segurando, ela caiu no chão do estúdio meio agachada meio de quatro, mas encolhida, o corpo em espasmos. Carlão então, em posição de galo, começou a bombar seu cú com força, e ela gemendo baixo, sem abrir a boca. Quando abriu foi para dar um berro: Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh puto, filho da puta! Me rasga toda desgraçado, goza dentro do meu cú! - O que foi prontamente atendida, já que vi o Carlão tremer também e dar umas duas últimas estocadas fortes antes de cair para o lado com o pau todo melado de porra e sangue. Olhei então para o rabo da Talita e o buraco simplesmente não fechava. Carlão tinha estragado a mina com força. Peguei ela pelos ombros e tentei colocá-la de pé, mas ela estava exaurida. Pedi então ajuda do Carlão e colocamos ela no banheiro. Falei com o Carlão para colocar as coisas no lugar que eu ia dar um banho nela. Ele limpou o pau com papel higiênico mesmo e foi arrastar o sofá de volta para sala. Abri o chuveiro e coloquei a Talita embaixo da água, tomando cuidado para não molhar seu cabelo, pois embora estivesse suada, isso era o normal dela sair do ensaios, haja vista o estúdio não ser climatizado. Fui lavando seu rosto e seus peitos, ela então abriu os olhos e ficou me olhando. Perguntei se ela havia gostado. Ela então me respondeu que gostara por de mais, que não saberia se conseguiria dar para um homem só de novo. Eu falei que isso era fácil de resolver, que ela ficando na banda, sempre teria pirocas e mais pirocas para ela. Ela riu um riso fraco. Dei-lhe um beijo e a coloquei de pé. Ela reclamou que as pernas ainda estavam doloridas, mas o que doía mesmo era a bunda. Falei com ela que tinha que ser muito corajosa para enfiar uma coisa daquelas no cú. Ao que ela me respondeu que enquanto não achasse o cara certo, só enfiariam no seu cú mesmo, e que aquela ali seria só o começo. Perguntei pelo Tomás, ela então me disse, que ela havia admitido que a estava traindo, pediu perdão e disse que nunca mais faria isso. Ela disse que perdoou, e enquanto ele não soubesse, o arranjo da banda continuaria.


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Comentários


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boxboxbox Comentou em 23/10/2015

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Ficha do conto

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Nome do conto:
DE CORISTA BEATA A DEVASSA INSACIÁVEL - II

Codigo do conto:
72741

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/10/2015

Quant.de Votos:
5

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0


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