AJ05 – O Gozo de uma mulher santa e um cuzinho



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27/12/2002, sexta-feira – No educandário.
Foi uma semana alvoroçada, até parecia que aquele projeto era uma ação da prefeitura e da comunidade, todos estavam envolvidos, todos opinavam sobre esse ou aquele passo a ser dado.
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Naquela sexta-feira não foi diferente, era um corre-corre para que tudo estivesse pronto para a grande partida, para o início da Jornada.
— Professor... Professor... – ouviu os passos ágeis da irmã Jaqueline – Ainda quero conversar umas coisinhas com o senhor.
— O que preocupa meu anjo da guarda? – passou o braço pelo braço da freira amiga – Se for por causa de Clarisse...
— Qual o que Quim, essa é responsabilidade sua... Se bem que ela anda meio tristinha por perder seus carinhos... – entraram na diretoria – Doutor Abdias me falou que todos foram vacinas, e você Quim, tomou as vacinas?
— Preocupe não amiga, sou vacinado... Só ainda não encontrei uma vacina contra freiras... – abraçou a amiga e beijou a cabeça – Será que pela França não existe uma?
— Seu doido... Meu doidinho... – acariciou o rosto do professor antes de sentar em seu trono – É sobre o Adalberto e a Esmeralda... Tu vais ter que ficar muito atento para que...
— E alguém lá consegue impedir isso? – cortou e fechou a porta com chave – Me preocupo mais com a Rafa...
— Ela tornou a atentar esse meu professor? – sorriu – Sobre isso não tenho receio algum, conheço muito bem meu garoto e vou ter uma espião...
— Nandinha...
— É... Fernanda cuidará disso por mim... – levantou e entrou no banheiro – Hoje conferimos os mantimentos... Acho que deveriam levar mais frutas... – falou de dentro – Não sabemos se realmente encontrarão frutas depois do curvão.
Naquele horário e naquele dia a maioria das irmãs deveriam estar na capela, o educandário vazio parecia um lugar de almas.
Irmã Jaqueline saiu abotoando o vestido azul na cor da ordem que costumava vestir fora de seus afazeres no educandário.
— Me acompanha ao meu humilde aposento? – sorriu – Tenho umas coisas para você...
Ninguém estranhou quando eles subiram as escadas de mármore para a área reservada às irmãs, não foi a primeira vês que o professor visitava o quarto da irmã Jaqueline.
— Estou rezando por vocês... – irmã Joana segurou a mão do professor – Todas estamos orando para que a Jornada aconteça na paz do Senhor...
— Amém! Irmã, suas orações muitos nos auxiliam... – beijou a mão da irmã e seguiu para o final do longo corredor onde ficava o quarto da Irmã Jaqueline.
— Irmã Joana lhe adora, seu moleque... – segurava a pesada porta – Entre...
— Desde criança conheço a irmã...
— Eu sei, Irmã Joana me confidenciou algumas de suas pequenas aventuras... Que o diga a irmã Gorete... – sorriu e abriu a porta do enorme guarda-roupas de onde tirou uma caixa de presente – Isso aqui é para os momentos de aflição...
Joaquim recebeu e ia abrir, a irmã lhe impediu e pediu que só abrisse quando alguma coisa desse errado.
— Nada vai dar errado amiga... – sentou no colchão duro da cama – Dia 7 ou 8 estaremos de volta...
— Mas é bom prevenir... Me diga uma coisa que não entendi direito – sentou no outro lado da cama e se recostou no espaldar – Como essa Jornada começou?
— Isso é coisa de Aninha... – deitou e apoiou a cabeça na mão – Desde criança costumávamos sonhar com essa aventura e... Falou para Fernanda que contou para Adalberto e deu no que deu...
— Então, por tabela, esse é um projeto seu...
— Em parte, a ideia inicial sim, mas o resto é obra da turma – tocou no braço da irmã e acariciou – Preferi não me envolver, apenas dei algumas dicas para que veles assumissem tudo e que fosse projeto deles...
— Sei, mas hoje é projeto da cidade... – sorriu – Até o prefeito se envolveu...
— E isso foi bom, uniu mais a comunidade...
— E como uniu... – olhou para a mão lhe acariciando, gostava de verdade daquele professorzinho que sabia sonhar e envolver – Amanhã a cidade toda estará na prainha... Você não tem medo?
— Não... Paralelamente fiz meus estudos... – levantou, abriu a mochila e tirou um mapa que abriu na cama – Está tudo planejado... Aqui é o povoado Macacos onde vamos passar a primeira noite, aqui é o povoado Mangueira que, mesmo um pouco longe do rio, é de fácil acesso...
Continuou mostrando as marcações, Irmã Jaqueline se debruçou guardando na memória cada detalhe.
— E estaremos em contato o tempo todo pelo rádio... Você sabe: 12 horas e 6 horas vai ficar ao pé do rádio...
— Mas... E se acabar a bateria? – perguntou, o rosto bonito quase tocando nele – Será que essa geringonça do doutor Claus funciona?
— Funciona, testei centenas de vezes... Queria levar um gerador, mas é muito pesado e... Seria inviável na transposição – aproximou o rosto e beijou os lábios da freira que se deixou beijar sem abrir a boca – Vou sentir saudades de meu anjo da guarda...
— Não seria da freirinha? – sussurrou sentindo o corpo arder vivo de vida – A coitadinha...
Não terminou, Joaquim lhe puxou e deitaram amarrotando o mapa, a freira estava sedenta e não se fugiu dos beijos e se beijaram, e se abraçaram dentro de um silêncio aterrador e quando ele meteu a mão em sua blusa e acariciou seu seio ela gemeu e lembrou quem era.
— Quim... Vamos parar... Ui! Ai! Mon Dieu, pardonnez-moi... – sussurrou deixando e querendo que ele lhe tocasse – Quim... Não podemos... Não... Não aqui...
Mas ele não parava, parecia até estar possuído por demônios e continuou, e abriu os botões do vestido e ela ajudou, ajudou ansiando por ele continuar.
— Quim... Isso é loucura.. Não... Ui! Ai! – ele subiu o sutiã e lambeu o biquinho do peito e ela gemeu – Pardonnez mon bon Dieu, mais ce qui est bon...(1) – não sabia em que idioma falar e não precisava falar nada, apenas sentir o que sentira naquele dia no rio (AJ04 – O Grupo).
Naquele quarto simples já envolto nas sombras da noite apenas os sussurros da irmã quebrava o silêncio, Joaquim não falava nada, apenas deixava se guiar pelos desejos e Irmã Jaqueline já não suportava mais aquele querer de ser mulher, mulher de homem, mulher que tem desejos.
— Vem Quim... Vem... – a mão carinhosa acariciava sua vulva, seu grelo parecia um pequeno pênis ereto – Jesus... Maria santíssima... Je veux... Non, ce n'est pas le péché... Je suis une femme, une femme de Dieu et de l'homme... – e ele subiu em seu corpo santo e ela abriu as pernas e sentiu o cacete duro novamente dentro dela – Ai! Quim... Ui! Meu Deus... Meu Deus... Hum! Quim, mon homme, mon péché, bonne sensation sa bite me faire plaisir, me femme(2) – e gemeu arranhando as costa de seu professorzinho amante e ele estocou cada vez mais forte e ela gemia baixinho, sussurrando frases em francês que ele não entendia, só lhe bastava ela, ela e sua xoxota quente – Quim... Não goza dentro... Não... Hun! Ui! Ui! Ui! – e ele gozou e outra vez Jaqueline se sentiu mulher, mulher pecadora cheia do gozo do amante.
Joaquim girou e caiu de lado, o pau duro melado de seu gozo e do suco de Jaqueline que sentia escorrer, da vagina, o melado que ele tinha depositado dentro dela.
— Quim... Tu ainda vai me engravidar... – acariciou o peito suado de seu amante – Que diabos tu tens, menino... Ufa! Gozei como uma cadela...
Levantou limpando a xoxota com a calcinha, Joaquim continuava deitado, o pau ainda duro e ela suspirou e imaginou como Clarisse aguentava aquele negócio na bunda.
— Não queres tomar banho? – sentou do lado e acariciou a barriga e segurou o pau – Só tu me faz pecar, meu professor doidinho – se curvou, beijou a glande melada e colocou na boca e sugou sentindo engolir o resto de gozo ainda guardado na ureter – Vamos, vamos tirar esse perfume divino de nossos corpos...
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28/12/2002, sábado – Na Prainha, o início
Como Irmã Joaquina havia previsto, a Prainha estava lotada de gente, a turma dava os últimos retoques no Desbravador – nome que deram à embarcação – os pais e as mães faziam recomendações de ultima hora.
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— Cuida de minha menina... – Ana abraçou o irmão – É tão minha, quanto tua...
— Não é do Fernando? – Joaquim brincou.
— Ele só fez... Tu criou, é tua também... Meu safado...
Não queria se destacar, queria que o Grupo fosse visto com o real auto da façanha e ele apenas u professor que deu e daria uma mãozinha, mas não conseguiu fuicar invisível por muito tempo.
— Professor... Professor Joaquim! – viu professora Janaina acenando.
— Vai Quim, tuas colegas devem estar estranhando – abraçou o irmão e sussurrou – Cuidado que o marido tem fama de machão – saiu serelepe sem deixar o irmão replicar.
— Poxa, que homem difícil, meu Deus – segurou seu braço e puxou para a cantina quase vazia – Quim, cuida bem de minha filha... – olhou para os lados, ninguém por perto, mas puxou para o banheiro feminino, ele foi – Poxa Quim, tu não foi ontem?
— Fui, mas Irmã Jaqueline não largou de meu pé – mentiu e meteu a mão debaixo da saia – Tu esperou muito?
— Esperei... Ai! Rapaz, espera... – saiu e fechou a porta de serviço – Porra, duas semanas... Sozinho com essas doidinhas pode dar merda...
Se dependurou no pescoço dele e se beijaram, tinha conhecido Janaína ainda estudantes quando andaram se amassando e depois casamento se afastaram até um dia no aniversário dela em que trocaram carícias.
— Queria sentir teu pau antes... Antes... – empurrou Joaquim que sentou no sanitário, sentou em seu colo e afastou a beirada da calcinha, o pau já estava fora da bermuda e ela sentou – Uh! Uh! Ã! Ã! Porra Quim... Não acostumo com... Hun! Teu pau é... – gozou – Porra, tu me faz gozar ligeiro... Cuida de minha menina e... Não maltrata muito, viu?
— Tu sempre foi meio maluquinha... – acariciou seu rosto, não tinha gozado – Tu sabes que não tenho envolvimento algum com Rafa...
— Tu eu sei, mas Rafaela é maluca por ti e... E não esconde – mexeu a xoxota – Ela é como eu... Vai ser tua também... Mas, não maltrata a menina, viu? – e começou a dar pulinhos sentindo o pau roçar em suas entranhas até que ele gozou e encheu sua xoxota de gozo, ela suspirou e sorriu – Pena que sou ligada, queria ter tido um filho teu... Mas... Tu podes me dar um neto...
— Maluca... Tua filha é muito novinha para mim... Não sou doido de me envolver com a filha do homem mais brabo da região...
— Isso é só fita, aquele ali não é de nada – beijou a boca do professor antes de levantar e ajeitar a calcinha para eu não vazasse – Se ele fosse o que aparenta eu não estava aqui contigo...
Saiu primeiro, Joaquim se limpou e saiu pouco depois. Parecia que ninguém havia visto ou desconfiado e foi para a muvuca tentar apressar a partida.
— Beto, tá na hora – falou com o aluno líder – Reúne a patota pras fotos...
Foi emocionante, pais, mães, amigos, todos queriam fotografas o grupo diante do Desbravador.
Quando conseguimos zarpar era quase dez horas. Havíamos planejado sair oito, o primeiro dia transcorreu sem nada de importante, a não ser a chuva que começou cair depois das sete da noite.
— Quim, tá molhando a cozinha! – Esmeralda gritou.
Quem solucionou foi Rafa, mas o jantar estava perdido além das baterias que também ficaram encharcadas, mas isso foi o de menos. O que pegou mesmo é que não conseguíamos enxergar nada.
— Vamos procurar um lugar para ancorar – Joaquim tentava enxergar alguma vaga entre as ramas que encobriam a margem, a lanterna era de pouca serventia.
— Não é melhor alguém nadar até a margem e procurar, professor? – Adalberto estava com medo.
Não tinha visto quem havia mergulhado, e temeu quando soube que fora Rafaela, a mais afoita dentre todos. Os minutos pareceram séculos até avistarmos o foco da lanterna.
— Aqui gente! Aqui! – Rafaela gritava, tinha encontrado uma margem livre – Quim! Quim!
Todos pegaram os varões e conseguimos aportar na praia descoberta por Rafaela.
— Quem mandou você sair do barco Rafa! – estava com raiva, a garota poderia ter se ferido ou algo pior.
— Pô tio, ela encontrou, não encontrou? – Fernanda entregou uma toalha para a amiga.
— Mas deveria ter sido eu e não alguém de vocês... – olhou para o grupo, todos molhados – A partir de agora ninguém faz nada sem meu conhecimento...
— Desculpa Quim, não aconteceu nada e eu sei nadar – Rafaela tremia de frio – Mas... Tá certo, eu errei...
Não mais falaram sobre o incidente e Esmeralda com Dora fizeram uma sopa quente que tomamos com pão. A chuva não deu trégua e tivemos que trocar duas redes de lugar, mas assim não houve rede para todos e tivemos que deitar aos pares.
— Quim, posso deitar contigo? – era madrugada e todos dormiam.
— Não Rafa... – olhou para ela e ela tremia, estava com frio – Está bem, venha mas... Nada de suas brincadeiras – lembrou de Janaína.
— Não, só quero me aquecer... – abriu o cobertor e ela deitou se aconchegando a ele – Dora se meche muito, não consegui dormir...
— Ainda estou chateado com você – puxou a aluna passando o braço sob seu corpo – Não repita isso novamente...
— Ficou preocupado?
— Claro que fiquei e prometi a sua mãe...
— Vi vocês dois entrando na cantina... – ele tremeu – Fica preocupado não, ninguém mais viu...
— Fomos conversar... – tentou.
— Foram nada... – sorriu – Eu sei que vocês tem um caso...
— Não Rafa, não tenho nada com sua mãe...
Calou, deixou que o batuque da chuva no encerado e o vento frio a fizesse esquecer, mas a garota sabia demais e não ia perder aquela oportunidade.
— Ela é gostosa? – ele não respondeu – Ela é taradinha, né mesmo? – novamente Joaquim continuou calado – Papai fez por merecer esse chifre... – riu – Tu namorou ela, não namorou?
— Namoramos no ginásio... – não ia adiantar ficar calado – E... Alguém mais sabe?
— Não... Acho que não... Pelos menos o doutor Claus não sabe – acariciava o tórax cabeludo dele – Mas Santa Isabel é pequena...
— Tua mãe sempre foi doidinha... – na memória coisas que fizeram juntos – Nem sei como iniciamos... E você, o que acha disso?
— No início, quando descobri...
— E como você descobriu?
— No educandário... Ela te beijou e... E vocês foram para a quadra e... E eu segui... Ela é gostosa?
— É, mas...
— Olha Quim eu... Eu adoro minha mãe e se... E se tua faz ela feliz eu... Eu não tenho nada com isso – levantou a cabeça e olhou para as redes, não viu movimentos – Mas assim eu... Eu te perco...
— Como me perde?
— Não pensei que tu tivesse coragem de entrar no banheiro... – mudou de assunto – Se tu quisesse...
— Aquilo foi doideira minha... – acariciou a costa dela – Mas você me tentou...
— Tu... Tu teria coragem?
— Coragem de que?
— De me comer?
— Não... Não sei... Naquele dia teria se... Se não fosse a irmã ter chegado...
— Eu gostei... Tu chupou meu peito e... E pensei que ia ser ali...
— Você não tem nada nessa cabecinha oca...
— Tenho sim e... E tu sabes que eu tenho... – suspirou, sentia a xoxota melada – Tu me quer?
— Claro que te quero, minha doidinha desmiolada... – acariciava a costa da garota – Mas não assim como você quer...
— Porque não?
— Por muitos motivos...
— Quais?
— Você é minha aluna... Você é muito nova... Você é filha da mulher com quem me relaciono... Quer mais?
— Não, mas não te nada a ver eu ser tua aluna, e nem eu ser nova e muito menos porque tu come mamãe... – olhou para ele sorrindo – Tu podes comer a mãe e a filha e... E seríamos uma quase família perfeita!
— Maluca... – beijou o nariz gelado da garota – Você é virgem?
— Sou...
— Outro motivo...
— Se eu não fosse, tu me comias?
— E os outros motivos?
— Isso é besteira Quim... Milhões de garotas dão pra homens mais velhos e sobre mamãe... Ela não vai reclamar de te dividir...
— Tu não pensa na confusão se teu pai descobrisse?
— Não ia ser diferente se ele descobrir que tu mete chifre nele... – desceu a mão e apertou o pau duro – Tá duro, tu me quer, eu sei...
— Vamos falar em hipóteses... – deixou que ela segurasse seu pau duro – Eu te como e o pessoal descobre, como eu ia ficar?
— E como eles iam descobrir? – meteu a mão dentro da bermuda e tirou o pênis – Eu nunca vou falar, só se tu der bandeira...
— Olhe... – segurou no queixo da garota – Você pode brincar, mas eu não vou tirar sua virgindade e... Não fique se insinuando na frente deles, está certo?
— Assim não tem graça...
— O que não tem graça?
— Brincar como, só pegando no teu pau? – apertou a mão, ele sentiu dor – E tu podes gozar e eu?
— Você quer gozar?
— Quero... – respirou entrecortado – Como tu vai fazer, vai me comer?
— Não é preciso lhe comer para que tu gozes – desceu a mão e tocou na vagina úmida e morna – Mas... Não vamos fazer nada a mais que isso, você aceita?
— Uh! Ui! Não sei... Tu... Quer que eu... Hun! – o dedo bolinava no grelinho – Tu quer que eu... Hun! Hun! Tire a... Calcinha?
— Não, hoje não... – continuou dedilhando, Rafaela se remexia na rede sentindo que não demoraria gozar – Não faz barulho, podem acordar...
— Hun! Hun! E... Como... Como vou... Vou conseguir? Isso Quim... Mexe... Hun! Hun! Porra... Eu... Eu... Ai! – e ele colou na sua boca, meteu a língua e ela gozou, ele percebeu quando ela se retesou e bufou em sua boca...
— Agora durma... – beijou novamente – Cedinho saia da rede...
— Tá... Ufa! Nunca gozei tão gostoso... Mas... Tu ainda vai me comer...
— Quem sabe? – sorriu e segurou seus seios – Quem sabe?...
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4/10/1985, sexta-feira – Fazenda 3 Corações
Naquela noite Ana Amélia não conseguia dormir, talvez por falta da filha ou do irmão perdidos rio abaixo. Não estava inquieta, apenas sentia um vazio estranho e, sem se dar em conta, pareceu voa no tempo...
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— Quim! Quim! Aninha! – Raimunda gritava – Quéde essas crianças minha Nossa Senhora? Quim! Aninha!
— Deixa Mundica, vai ver estão pras matar do preá – Da Dores voltou para o alpendre – Fale para ela que o pai já chegou, Dolores volta hoje?
— Quá, siá! Sinhá deve de tá na Santa Izabé... Deve tá riscando... – parou na porta da cozinha – Sinhora nun qué mermo pomonha cum café?
— Não Mundica, o Coronel me espera... Dê isso aqui para Carina e diga que amanhã cedo venho busca-la...
Mesmo se fosse José no Alazão dificilmente encontraria os três embrenhados nas capoeiras do pé de galinha.
— E tu gostou? – Carina escava acocorada lavando a camiseta suja de tabatinga – Doeu muito?
— Nadica de nada menina... – Ana brincava com os peixinhos dourados lhe pinicando os pés – Só senti arder um pouco na outra vez, mas passou logo...
O sol já começava se esgueirar por detrás da mata fazendo os bichos do céu procurar poleiro.
— E tu não tem medo de ficar prenha?
— Fico não, eu lavo bem depois... – riu sentindo cócegas no solado do pé – Tu vai dar?
— Dou não... Se o pai descobre me mata... – terminou de lavar a camiseta que torceu e estendeu em um pé de comigo-ninguém-pode(3) e foi sentar do lado da amiga – Tu já deu a bunda pera ele?
— Ainda não, tu pode dar, tu quer?
— Sei não, dizem que dói muito – coçou a xixita – Tu deixa eu ver ele te comendo?
— Só se tu der pra ele...
— O pai me mata e... E mata ele também...
— Mata nada... Olha, na bunda não tem problema e tu vai continuar virgem...
— Sei não Aninha... E se doer?
— A gente fala com ele que não é pra meter com força... – calaram, Joaquim chegou com a gaiola de passarinhar – E aí, tu topa? – sussurrou ao ouvido da coleguinha e levantou – Pegou algum?
— Sé uma pipira-azul(4) – mostrou – E vocês pescaram algum?
— Só uns futricas(5) – mostrou a cambada – Vamos pedir pra Mundica fritar, tu vai te banhar?
— Vou, tô todo pinicado de carrapicho(6) – coçou as pernas antes de tirar o calção e pular nas água quietas do furo – Tu não vem?
A irmã e a amiguinha também ficaram nuas e pularam no rio brincando de jogar água nos outros, aos poucos aquela brincadeira se transformou em uma batalha de água até Ana mergulhar e nadar, debaixo d’água, até tocar na perna do irmão e engolir a piroca dura, Joaquim parou segurando a cabeça da irmã até ela ficar sem fôlego e ficar em pé e abraçar o irmão sentindo a piroca lhe apertar o pé da barriga.
— Tu quer comer a bunda dela? – olhou para a amiguinha sentada um pouco afastada – Ela não quer no xiri, mas... Deixa na bunda, tu quer?
— Quero... Tu deixa?
— Deixo, mas só essa vez viu? – brincou de lamber a ponta do nariz e pegou a piroca dura que colocou na entrada da xoxota – Ela só dá se a gente meter na frente dela... – sorriu e abraçou o corpo do irmão com as pernas, no movimento sentiu que tinha entrado... Hun! Mano... Me... Me leva pra beira... Hun! Mas... Não tira... Ai! Té tá durão, né seu safado.
Joaquim segurou pela bunda e caminhou, em passos incertos, para a margem. Ana olhou para a amiguinha.
— Taí, a gente tá metendo... – afastou um pouco o corpo para que Carina visse e novamente se empurrou – Hun! Mano... Tu tá mais grande... Ui!... Não... Não vai gozar, viu?
Carina olhava a bunda da amiga mexer sabendo que Quim estava enterrado nela, não sentiu vontade de dar o xiri, mas gostou de ver.
— Agora é tu, vem! – desceu dos braços do irmão sentindo vontade de não descer – Tu falou que ia dar, não falou.
— Sei não Aninha... – olhava fixo para a piroca dura – É muito grande, né?
— Né não, vem... Tu vai gostar – segurou a piroca dura, se acocorou e tornou engolir e chupou, Joaquim olhava para Carina que olhava para Ana – Vem... Olha... Fica de boi... Mano, passa cuspe pra não doer...
Carina não estava de todo convencida em dar a bunda, mas aquela cena da amiguinha saracoteando(7) na rola do irmão tinha lhe afetado e, sem se dar em conta, bolinava o pilotinho da vagina. Ana olhou, sorriu e se aproximou dela.
— Vem... Fica de boi(8), deixa que te ajudo, viu? – puxou o braço da amiguinha – Ele vai botar cuspe pra não doer, viu?
Carina suspirou sentindo o medo esfriar a barriga, mas levantou e se deixou guias até debaixo do pé de bolota. Olhou para trás, Joaquim continuava parado olhando as duas, o pingolim estava duro e ela ficou na posição que Ana lhe indicou, olhpu para baixo por debaixo de seu corpo.
— Vem Quim, cospe na mão e lambrega(9) ela – passou a mão na costa da amiga – Se doer tu para, viu?
Carina lembrou das brincadeiras com as irmãs no quarto quando, nuas, arrebitavam a bunda sentindo o vento entrar no buraquinho do cu. Joaquim olhou para a garota de boi e suspirou, os pequenos peitos apontado pro chão e a risca da xoxotinha lembregada que dava de ver o carocinho do pinguelo(10) como se fosse uma piroquinha saindo de dentro.
— Tu jura que tira se doer? – Carina olhou, ele tinha cuspido na mão – Jura?
— Juro... – passou a mão espalhando o cuspe no meio da bunda e tocou no buraquinho, Carina retesou o corpo fechando mais o anel cheio de pregas – Não aperta senão vai doer...
— Olha Carina, faz como se tu tivesse fazendo cocô, não aperta senão dói, viu? – Ana continuou acariciando suas costas, o irmão ficou de joelhos, a pico estava dura – Agora faz força como se tivesse cagando, tá?
Carina balançou a cabeça e fez, o buraquinho estufou e Joaquim, que também tinha cuspido na cabeça da piroca, apontou bem no meio do cuzinho e começou meter.
— Continua fazendo força, não para viu?
— Espera Quim, tá ardendo, espera... – tentava fazer como Ana tinha falado, era estranho, era como estivesse fazendo cocô pra dentro...
Ana percebeu que ela ia pedir pra ele tirar e resolveu agir, deitou e se escorregou para baixo da amiga que olhava sem entender.
— Afasta a perna...
— Pra que?
— Afasta... – Carina abriu mais as pernas, Quim tinha parado de empurrar – Fecha as pernas Quim... – ele fechou e a irmã se acomodou deitada debaixo da amiguinha que ainda não tinha entendido.
— O que tu vai fazer?
— Nada... Só vou ajudar... – tocou no biquinho do peito intumescido e Carina fechou os olhos sentindo aquela coisa entalada na beirada da bunda e fechou o cuzinho quando Ana começou chupar seu peito.
— Não tranca! – Joaquim sentiu o anel apertar a cabeça da piroca – Solta, faz como tu tava fazendo...
— Não dá... Ai! Ana, não morde... Ui! Quim, espera... Ui... Bota mais cuspe, bota!
Ela sentiu um alívio quando ele tirou e cuspiu na mão e lambregou mais o vazio da bunda, sentiu o dedo entrar escorregando e gemeu fazendo força, o buraquinho estufou de novo e ele colocou e empurrou.
— Ai! Devagar Quim, devagar... – tentou continuar fingindo que fazia cocô pera dentro, mas a piroca entrando era diferente de tudo o que já tinha sentido – Chupa Aninha... Chupa, mas não morde... – os olhos fechados, a boca entreaberta puxando ar e aquele negócio entrando na bunda – Devagar Quim, devagar... Ui! Tá ardendo Ana, Hun! Vai Quim, empurra só um pouquinho... Ai! Hun! Hun! Continua... – e se empurrou pra trás sentindo todo o pau dentro – Ai! – um grito mais forte e não foi pelo pau dentro do cu, foi porque Ana tinha mordido de novo...
Ana se assustou com o grito, também os passarinhos de arribação se assustaram e voaram de seus ninhos debaixo dos pés de espinho. Os corpos colado, e ele sentindo que elas aperava o anel do cu segurando sua piroca presa dentro dela, Ana sentiu que ela ia gritar de novo e puxou sua cabeça e beijou sua boca e sentiu o sopro assoprado do grito que não ouviu.
— Péra Carina, já entrou... Já entrou... – não tinha como olhar, mas sabia que o irmão estava todo enterrado no cuzinho da amiga que espremias os olhos em uma careta de dor – Já entrou viu?
— Hun! É esquisito Aninha, é esquisito... – olhou para o rosto da amiga e tentou sorrir, a dor não deixou – Tá doendo muito, Ana... Tá doendo...
— Tu quer que eu tire? – Joaquim estava preocupado.
— Não... Não... Deixa... Hun! Deixa mas... Hun! Ui! Ai! Não mexe, deixa... – a vontade era de botar a mão pra sentir se ainda faltava algum pedaço fora dela, mas a posição e Ana deitada debaixo dela não lhe permitia – Vai Quim, vai... Hun! Devagar... Hun! Vai... Pode meter... Ai! Ui! Ui! Esse... Esse negócio dentro... Hun! Dentro de mim...
Ana não deixou que ela terminasse, novamente pregou a boca na dela e meteu sentindo o sabor salobro de choro. Joaquim segurou no vazio e empurrou, sentia a bunda macia da garota tremer e tirou e meteu bem de levezinho para tirar e meter de novo. Carina não estava gostando, mas deixou que ele continuasse fodendo sua bunda cada vez mais forte, era estranho sentir o cu cheio e gemia, bufava, gemia a cada nova explosão dos corpos. Para ela parecia estar sendo enrabada há horas, para ele o tempo parecia não passar e sentia o canal alargar aos poucos até que Carina passou a não sentir dor, não sentia dor e aquele negócio entrando e saindo já não era tão estranho, talvez estivesse gostando, não sabia. Só sabia que ele estava comendo sua bunda e que aquele meter e tirar não era de todo ruim.
— Ai! Quim! Ai! Quim! Ai! Ui! Ui! Vai, mete, mete, ai! Hun! Ui! Que é isso?
Ele tinha gozado e enchido seu reto de gozo e ela sentiu um pinicão lá dentro da xoxota e caiu para frente, ficou deitada em cima da amiga, a piroca tinha escapulido e do anel arrombado uma mistura de cocô com gozo escorria melando a xoxota de Ana e respirou entre aliviada e satisfeita.
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29/12/2002, domingo – A Jornada (Povoado Preguiça)
Ainda era noite quando Rafaela voltou para a rede de Dora. Joaquim ficou pensando na loucura que tinha feito, mas sentiu que Rafa lhe manipulara com seu caso com Janaína...
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Mesmo sem parar de vez a chuva deu trégua e se transformou em um chuvisco intermitente. Joaquim não conseguiu pregar os olhos e levantou aos primeiros sinais de que a mata acordava.
Resolveu levantar e preparar o desjejum da molecada e foi o aroma do café que despertou Adalberto e Esmeralda – que dividiram a rede.
— Já de pé professor? – o garoto desatou a rede que colocou no saco impermeável – Parece que não vai passar tão cedo...
Escovou os dentes, urinou e foi ajudar nas coisas, aos poucos os outros também acordaram e começaram as arrumações da bagunça da noite de temporal. Sentados em volta da mesa dobrável tomaram café com beiju e ovo estrelado entre brincadeiras e potocas(11).
— Quim, tem onça aqui? – Esmeralda olhou para o namorado – Beto disse que ouviu um rugido.
— Não sei, não tive informações sobre onças... Tem muito veado, pacas, cutias e macacos... Mas deve ter – jogou um pedaço de beijo em Adalberto – Ficou com medinho, é?
— Medo não... Li que onças não se aproximam de gente e nem atacam, só se invadirem seu espaço ou se ele se sentir acuada... – tomou o restante do café – Onde nos estamos?
— Ainda não sei, não é no Povoado Preguiça... – juntou os canecos e pratos em uma pilha que Dora foi lavar – Vamos dar uma arrumação no Desbravador e nos reunimos em... Meia hora!
Voltaram às arrumações e Joaquim posicionou a antena do rádio em um galho próximo, Dora e Rafaela lavavam as louças.
— Pra onde tu fui de madrugada? – Dora perguntou baixinho.
— Fui fazer xixi, tava apertada... – mentiu.
— Tu demorou pra burro... – olhou para o professor trepado na árvore – Tu foi ó fazer xixi ou...
— Doida, claro que só fiz xixi, porque?
— Nada... Pensei que tu ia passar a noite toda com ele, sua santinha do pau oco – deu uma bisca na amiga – Tu tava na rede do Quim, eu vi...
— Tava sem sono e ficamos conversando...
— Então não foi só xixi, né?
Calaram, Fernanda sentou perto delas falando sobre a chuva da noite e dos problemas enfrentados.
— A gente vai ter que dar um jeito no encerado(12) – ajudou lavar os canecos – Sei não se der outra chuvarada dessas...
Adalberto estendeu o mapa guia na mesa, todos estavam em volta. O professor passeou o dedo pela linha do rio tentando se localizar.
— Acho que estamos aqui... – Dora colocou a pequena bússola marcando o norte – O Povoado é aqui... Devemos estar há uns trinta, quarenta minutos no máximo...
— O rádio funcionou tio? – Fernanda abraçou o tio.
— Ainda não testei, a antena está posicionada.
Foram para o rádio amarrado no caibro central, Joaquim ligou e esperou que os chiados cessassem antes de falar. Todos aguardaram ansiosos a resposta que parecia não vir.
— Alô! Aqui é Desbravador chamado mãe gansa... Aqui é Desbravador chamado mãe gansa... Câmbio! – Adalberto olhava sem piscar, a mão meio trêmula rogando aos céus que o rádio funcionasse.
Tornou chamar por outras cinco vezes antes de ouvirem, aos gritos, a voz de Irmã Jaqueline.
— Aqui mãe gansa... Aqui mãe gansa, responda Desbravador!
— Bom dia professora... Aqui Adalberto no Desbravador... Câmbio!
— Olá menino, onde vocês estão? Câmbio.
— Estamos no Brejo da Fogoió(13), perto do Povoado, câmbio!
Na sala onde estava o rádio no Educandário uma multidão ouvia em silêncio, Irmã Clarisse olhou para o mapa guia dependurado na parede e localizou o local.
— Aqui... Aqui... – todos queriam ver – Ainda nem passara pelo povoado, irmã!
— Qual motivo do atraso... Estão longe do ponto alfa... Câmbio!
Não ouviram nada além de chiados por quase três minutos, a sala abafada para tanta gente fazia calor e o silêncio pesado criava ares de preocupação.
— Noite... Forte... Professor... – foi o que a madre ouviu no meio de zumbidos e chiados, ninguém entendeu!
— Repita Desbravador, mensagem truncada, câmbio! – rezava a Deus para que estivesse bem.
— Passamos noite aqui... Muita chuva... Professor vai falar, câmbio!
— Professeur Joaquim, il est d'accord?... – irmã Joaquina estava nervosa.
— Em português irmã em português! – Janaína se exasperou, ouviram risos pelo rádio.
— Desculpe-me... Professor Joaquim, está tudo bem? – falou em português – Que chuva foi essa? Aqui céu limpo... Câmbio!
— Tudo bem, amiga... Choveu forte a noite toda, tivemos que ancorar no Brejo da Fogoió, cambio!
— Notícias de todos... Aqui todos pais na escuta, câmbio!
— Todos bem, nenhum acidente... Vamos zarpar para Povoado, câmbio!
— Filha... Como é que se faz nesse treco? – ouviram a voz de Janaína e caíram na gargalhada – Aqui Janaína, notícias Rafaela, câmbio?
— Mãe! Tá tudo bem... Tamos adorando, viu?
Joaquim deixou o grupo e foi arrumar para saírem.
— A mamãe é exagerada... – Rafa desceu do barco – Fernanda acha que devemos dar um jeito no encerado... – esperou que Joaquim voltasse, ela tinha mergulhado para examinar por baixo – Ouviu Quim?
— Ouvi... – tirou a água do rosto e sentou do lado da aluna – Também acho... A caída ficou pequena, mas aí vamos perder mais tempo, estamos atrasados...
— É melhor a gente perder um tempinho e dar um jeito – segurou a mão do professor – Pode ser que no povoado tenha carpinteiro...
Ainda ficaram por quase uma hora, no educandário todos falaram com seus filhos e alunos. Zarparam e voltaram a ancorar no povoado onde uma pequena multidão aguardava na beira do rio. Fora levados para a casa de farinha onde um banquete lhes aguardava e Joaquim saiu com Fernanda para ver o que poderia ser feito, Adalberto chegou logo depois com um rapaz carregando ferramentas. Tivera que desfazer a cobertura para serrar os caibros de pinho, somente Rafaela se juntou ao grupo enquanto as outras meninas se divertiam no terreiro. Feitas as adaptações Beto foi pra o grupo e Joaquim ficou com a sobrinha e Rafaela.
— Tô a fim de dar uns mergulhos tio, vamos?
O calor queimava as costas, o sol depois da chuva parecia mais quente e saíram caminhando abraçados para um local que tinham visto antes de chegarem.
— Vocês estão com roupas de banho? – Joaquim parou debaixo de um pé de bolota e tirou a bermuda molhada, estava com calção de banho.
— Tô não... – Fernanda olhou para Rafa – Não tem nada, a gente banha de calcinhas, né Rafa.
As duas tiraram as roupas brincando, ficaram de calcinha, a de Rafaela não encobria quase nada e a de Fernanda mais parecia um calçãozinho com flores cor de rosa. Joaquim olhou para as duas e viu a diferença, a sobrinha tinha corpo de menina com seios pequenos iguais aos da mãe quando criança, diferente de Rafaela com corpo formado e seios volumosos, foi ele quem primeiro mergulhou e nadou para uma pedra que quase tinha sido batida pelo Desbravador, Fernanda mergulhou e nadou batendo as pernas. Rafaela tomou distância e mergulhou com graciosidade e nadou com desenvoltura peculiar.
— Me ajuda aqui tio! – Fernanda não conseguia subir, a correnteza teimava em lhe puxar pra fora.
Joaquim sorriu e mergulhou saindo atrás da sobrinha que se segurava com dificuldade.
— Segura na pedra, Nanda! – mergulhou e empurrou pela bunda, a garota ficou deitada no tampo carasquento e o tio tornou a empurrar e o dedo pressionou na risca a vagina, ela deu um gritinho.
Rafaela, exima nadadora, também ajudou a amiga subir na pedra e viu o dedo forçar a bocetinha de Fernanda.
— Assim tu mete o dedo Quim... – riu e subiu na pedra sem deixar de aproveitar para se mostrar, abriu as pernas e Joaquim viu o fio enterrado no meio das beiradinhas da vagina – Me ajuda Quim, me empurra...
O professor olhou, a vagina vermelha das esfregadelas na noite mexeu com ele e ele empurrou sua bunda e atolou o dedo na caverninha melada...
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
No próximo episódio:
Carina reclamava que o cuzinho doía sempre que sentava, Dolores ouviu e soube que a menina tinha entrado na brincadeira dos filhos que nuca esperaram que a unha do destino fizesse a mãe lhes flagra... No convento as irmãs passavam quase o tempo todo na capelinha rezando pelo grupo da Jornada, irmã Clarisse é a mais preocupada e a madre superiora conversa com ela e ela confessa como foi a primeira vez com Joaquim... No quarto dia da Jornada o Desbravador enfrenta outro temporal e, no meio do vendaval, Joaquim tem duas surpresas...
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Glossário:
(1). Mon Dieu, pardonnez-moi ...: (tradução) Meu Deus, me perdoe...
(2). Pardonnez mon bon Dieu, ce qui est bon... (tradução) Perdão meu bom Deus, mas isso é gostoso...
(2). Je veux... Non, ce n'est pas le péché... Je suis une femme, une femme de Dieu et de l'homme... (tradução) Eu quero... Não, isso não é pecado... Sou mulher, mulher de Deus e do homem...
(2). mon homme, mon péché, bonne sensation sa bite me faire plaisir, me femme (tradução) meu homem, meu pecado, é bom sentir teu pênis me fazer feliz, me fazer mulher
(3). Comigo-ninguém-pode: Da família dos Araceae (Dieffenbachia picta Schott) também conhecida por aninga-do-Pará, é uma planta de folhas largas altamente tóxica; a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea que tem por princípio ativo: oxalato de cálcio, saponinas.
(4). Pipira-azul: A pipira-azul é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Com 18,5 centímetros de comprimento, esta ave existe apenas na Amazônia setentrional (diga-se, ao Norte do território). Quando voa, costuma justar-se a outros pássaros desta mesma família. O macho possui um bico grande, com plumagem azul escura. A barriga e a íris são amarelas.
Já a fêmea só difere dele por conta de ter um tom azul-esverdeado nas partes superiores. É considerado de grande beleza. Vive no alto de árvores frutíferas em florestas de terra firme.
(5). Futrica: Subst. fem. singular. mexerico, intriga. Pop. Também nomifica peixe pequeno, geralmente da família dos Pimelodidae (mandi).
(6). Carrapicho: s.m. Bras. Semente espinhosa de certas plantas. Erva daninha cujos frutos aderem ao pêlo dos animais.
(7). Saracotear: v.t. Agitar (o corpo, os braços, os quadris) graciosamente. Dançar, gingando. V.i. Estar buliçoso, irrequieto, andar de um lado para outro.
(8). Ficar de boi: Ficar de quatro como se fosse um aninal.
(9). Lambregar: Emporcalhar, brear, lambrecar, lambrecar, sujar. Passagem de substância pegajosa em um local. Sujar uma superfície com algo no estado liquido a pastoso
(10). Pinguelo: Pequeno órgão eréctil do aparelho genital feminino, situado na junção dos pequenos lábios, na parte superior da vulva. O mesmo que clitóris.
(11). Potoca: s.f. Bras. Pop. Mentira. Mentira cabulosa e deslavada. Causo.
(12). Encerado: s.m. Pano grosso alcatroado com que se cobrem barcos, caminhões etc., para resguardar as mercadorias da chuva. Oleado, toldo. Adj. Coberto de cera.
(13). Fogoió: Pessoa de cabelos ruivos ou loiro muito intenso.

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Ficha do conto

Foto Perfil viajem
santoanjo

Nome do conto:
AJ05 – O Gozo de uma mulher santa e um cuzinho

Codigo do conto:
82490

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
27/04/2016

Quant.de Votos:
2

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