MASTURBANDO NA SALA DE AULA



         Valério perdeu a paciência. Chutou, literalmente, o balde. Pela terceira vez a filha foi suspensa do colégio. Sempre a mesma desculpa. “Não fez os trabalhos de casa”. Queria tirar a estória a limpo. Pegou Cristina pelo braço e foi até o colégio.
          A diretora já os esperava em sua sala. A mãe tinha avisado que estavam a caminho. Estava constrangida ao dizer que o verdadeiro motivo de sua suspensão foi por “masturbar-se” na sala de aula. Das outras vezes encontrou uma desculpa, plausível, para safar a menina. Na presença do pai as coisas seriam diferentes.
         Na volta para casa, não quis discutir o assunto com a filha. Apenas perguntou se fazia aquilo para sacanear o professor e os colegas ou se a “periquita” estava piscando.
         Cristina não sabia o que dizer. Gostava de se masturbar. Sentia prazer com o ato de tocar o dedo na vulva. Até aí era aceitável, mas dentro da sala de aula, em frente ao professor e com 30 alunos assistindo a cena dantesca, já era demais.
         Como tudo tem suas restrições, para não constrangê-la, preferiu omitir da esposa as causas da suspensão. Optou por ter uma conversa séria com a filha em particular e explicá-la alguns detalhes sobre educação sexual.
         Cristina não é mais criança. Sabe muito bem o que é sexo e como é sua prática. Entraram no quarto e ele trancou a porta a chave para não ser incomodado pelo histerismo da esposa e nem pela curiosidade dos irmãos.
         _Vai desembuchando. _Ele foi logo questionando, sentando em uma cadeira ao lado da cama onde Cristina deitou.
         _O que você quer que eu diga? _ Ela questionou, dando de ombros.
         _Os motivos pelos quais a senhora masturbou-se em plena sala de aula.
         _Me deu vontade. _ Ela respondeu com displicência.
         _Quero que você me explique, detalhadamente, em quem você pensa quando se masturba? _ Perguntou o pai furioso.
       _No prazer que eu sinto...
       _Por alguém em especial?
       _Não. Quer dizer, sim.
       _Sim ou não? _Indagou o pai, acomodando-se na cadeira.
       _Sim
       _Posso saber quem é o felizardo?
       _Jura que não me dá uma surra?
       _Por que haveria de te bater?
       _Porque é em você que penso quando me masturbo. _Ela respondeu com vaidade.
       Aquela confissão, a princípio, soou como uma repulsa. Não tinha explicação à própria filha se masturbar pensando no pai. Era um absurdo admitir tal circunstância.
       _Eu? Eu sou seu pai, menina.
       _E daí? Você tem pinto e é homem. _Ela contestou com indiferença.
       _Jesus!
       _Não coloque terceiros no meio. O assunto é entre nós dois.
       Toda família tem preconceitos sobre o incesto. É uma prática asquerosa que muitos abominam e ele, que vem de uma educação austera e rígida, não poderia admitir a mórbida preferência da filha.
       _Quero que você me masturbe. _ Ela pediu sem constrangimento.
       _Nunca. Você ficou maluca?
       _Maluca vou ficar de prazer. _Ela murmurou, circulando os lábios com a língua.
       _Agora já merece uma surra.
       _Adoraria. De cinta ou de chinelo?
       _Não quero fazer isso. _Respondeu o pai limpando o suor que brotava na testa. Estava excitado e sentia certa inquietação com aquela conversa.
       _Por quê?
       _Você é minha filha.
       _Não te excita tocar a buceta de sua filha?
       _Cria juízo, menina! Tira essa ideia maluca da cabeça. Jamais faria uma aberração desta com uma filha minha.
       _Por que não?
       _Eu sou seu pai.
       _Melhor ainda. Sou sua filha. E daí? Você transa com sua esposa e ela é minha mãe. _Explicou Cristina com total cinismo.
       _É diferente...
       Percebendo o esperma umedecer sua cueca, já não sentia os preconceitos e convencionalismos que rondavam sua mente. Também tinha suas perversões e tocar a vagina da filha, talvez, não fosse tão pecaminoso como ouviu falar na juventude.
       Cristina desabotoou e retirou, lentamente, a calça jeans apertada, permanecendo deitada de costas. Valério admirou a sensualidade do corpo da filha. As coxas claras e o contorno que os pelos pubianos deixavam na calcinha branca. Sentiu um frisson percorrer seu corpo e instalar em seu pênis completamente ereto.
       Cristina passou os dedos nos lábios carnudos e sedosos antes de rodear o elástico da calcinha e começar a baixar. Valério fechou os olhos para não ejacular naquele momento, diante de sua filha, sem ainda ter tocado em sua genitália.
       _Me toca. Quero que você rela o dedo na minha buceta que esta latejando de excitação. _Ela ordenou mordendo os lábios.
       Valério não teve como negar o pedido da filha e sentando ao seu lado na cama, apalpou com a mão aberta a vagina de Cristina que gemeu ao sentir o primeiro contato.
       _Delícia! Esfrega bem gostoso essa bucetinha que eu quero gozar muito na sua mão. _Ela pediu, contorcendo os quadris para os lados e para cima.
       Com mais vigor, Valério segurou a filha pelas costas e empinando seu corpo, friccionou com força sua vagina que já respingava de excitação. A menina gemia de prazer contorcendo-se na cama. Estava totalmente envolvida com a sensualidade das mãos do pai que faziam com que ela chegasse a um orgasmo múltiplo, tal a precisão com que Valério correspondia os anseios da filha.
       Depois de sentir todos os prazeres concebíveis, Cristina ergueu um pouco a cabeça e voltou a atacar.
       _Agora mete a língua na minha buceta.
       _Ficou maluca, menina? Você é minha filha. _Ele respondeu, contendo-se para não deitar sobre ela naquele momento de ternura e acalanto entre um pai e sua filha.
       _Eu sei. Desde que nasci sou sua filha. E daí? Quem mete o dedo, pode meter a língua. _Ela explicou com ironia.
      _Você precisa de um psicólogo...
      _Psicólogo nenhum vai meter a língua na minha buceta. Desiste da ideia.
      _Precisa de um tratamento com um psicólogo. _Explicou com um tom de voz maneiro, sem tirar os olhos da vagina da filha.
      _Mete a língua na minha buceta. Não vou passar o resto da tarde aqui esperando.
       Sem ter como remover a ideia absurda da filha, cedeu aos seus caprichos e fez como ela pediu. Ao aproximar-se de sua vagina, sentiu um odor que exalava clamando por sexo. Abaixou-se um pouco mais, apoiou os braços sobre o corpo da filha e lambeu sua vulva com vontade, apalpando seus seios carnudos, tenros e sedosos. Sentia o esperma escorrendo pelas suas pernas, tal era a excitação que sentia em possuir a filha com a língua.
      Mamou, brincou, abusou como pôde da vagina ensopada de Cristina, até ela dar um gemido, voluptuoso, dizendo que estava prestes a gozar. Aumentou os movimentos de entra e sai da língua contra sua vulva e ela rebolou de um lado para outro, sentindo o calor e a saliva do pai misturando com seu prazer. Passou os braços por detrás, apalpou e apertou suas nádegas, fazendo com ela contorcesse, apoiada nos braços do pai.
      _Rela o dedo no meu cu. _Ela pediu com insistência.
      Umedeceu o dedo com a saliva dos lábios da filha e passou lentamente no ânus da menina, que gemia impiedosamente, molhada de excitação.
      _Vou gozar. _ Ela disse repentinamente.
      Ao sentir que a filha estava prestes a chegar a um novo orgasmo, aumentou os movimentos com a língua, mamando gostoso na vagina de Cristina e enfiou o dedo no seu ânus, fazendo com que ela passasse os braços por trás do corpo do pai e o abraçasse com força.
      Praticamente gozou junto com a filha sem, ao menos, tocar no pênis. Sentiu um prazer, indescritível, quando olhou a filha banhada de suor e a vagina latejando como nunca tinha visto nada parecido.
      Sentou-se na cadeira e limpou o suor que escorria da testa com a calcinha da filha. A respiração foi voltando à normalidade. Sentia a pulsação ainda batendo forte. Jamais imaginou uma cena como aquela que acabara de protagonizar com a própria filha. Não imaginava de onde tirou tanta excitação.
       Contemplou o corpo nu de Cristina, deitada de olhos fechados na cama e perguntou quase em sussurro:
      _Eu gostaria que você me respondesse uma última pergunta.
      _ Pergunte.
      _ Por que, eu?
      Sem cerimônia, ela respondeu.
      _Porque eu te amo, papai.




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Comentários


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Comentou em 12/03/2018

"Porque eu te amo" Caraca!!!! Parabéns

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submissive Comentou em 18/09/2017

O dia que vc quiser me amarrar e comer o meu cú me avise

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Comentou em 14/10/2016

Um conto audacioso e também delicioso, querida amiga e escritora Marinna... Os tabus que predominam no teatro das conveniências de nossa sociedade de máscaras vão e vem de tempos em tempos... Votado com certeza. Impossível ler e não se excitar. Gde bjo em teu coração!!!

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Comentou em 11/08/2016

A narrativa do conto é altamente excitante e chega a inebriar a cada parágrafo digitado, querida amiga Marinna. Te considero uma escritora fantástica. Grande beijo em teu coração deste seu sempre amigo, poeta e fã. Silv

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olitto Comentou em 11/07/2016

Excelente conto, excelente dissertaçãp

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celia latene Comentou em 10/07/2016

Delicia de conto minha amiga Marinna.

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Comentou em 10/07/2016

Muito bom. Parabéns

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Comentou em 10/07/2016

Olá, querida amiga e escritora Marinna. Nem preciso dizer que meu voto foi certeiro. A releitura se mantém prazerosa e faz este seu delicioso conto ainda mais excitante. Tua narrativa envolvente e sensual é precisa e estimula a cada linha o fogo do desejo... Adoro ler-te! Grande e carinhoso beijo em teu coração deste seu amigo, poeta e fã que muito te admira.

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kristen Comentou em 10/07/2016

Olha, vou ser sincero. Não gosto de conto de incesto. Votei em seu conto pelo que você já me fez gozar neste site com outros contos. Se puder volte a escrever sobre outro assunto. Marinna, não me leve a mal, estou sendo sincero contigo.

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eletrik Comentou em 09/07/2016

Como é bom ler um conto tão excitante. Incesto é um dos meu tema preferidos. Escreveu com bom humor e faço dos comentários abaixo minhas palavras. Você foi muito feliz em todas as colocações que fez. Eu que preciso te agradecer com a forma carinhosa que me responde no scrap. Beijos e muito sucesso amiga.

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Comentou em 09/07/2016

Apaixonante Marinna! O tema abordado é muito atual e não me surpreende as inúmeras e crescentes ocorrências dessa prática super erótica. Tb não me surpreende a qualidade da tua redação! Verdadeiramente vc escreve muito bem e deve sim continuar nos brindando com obras da literatura erótica, de uma forma que só vc sabe fazer. Parabéns querida! Votado! SUPER BEIJÃOZÃO do ZEUS!

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dibinhocarinhos Comentou em 09/07/2016

Olha, excelente é pouco....................................................... acho que até eu suei na frente do monitor..................................... o que ela fez com o Pai , foi muita sacanagem.................................logico que vai ter continuação...................continue escrevendo......................................nos estamos esperando..................faltou uma fotos...

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bilac Comentou em 09/07/2016

Outro conto formidável doce Marinna. Seus contos são excitantes e provocadores. É claro que eu li e votei. Um beijo grande minha princesa.

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taradinho25 Comentou em 09/07/2016

Querida Marinna você sabe cativar as pessoas. Tem um estilo próprio de escrever e isso atrai a atenção do leitor. Agradeço por responder minhas mensagens e quero continuar lendo e compartilhando seus contos e de sua amizade. Beijos.

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angelica24 Comentou em 09/07/2016

Conto bem humorado de incesto é raro encontrar. O tema é polêmico mas foi desenvolvido com bom senso e muito agradável de ler. Votei e quero uma filha desta para meu prazer.

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mateusleme Comentou em 09/07/2016

Marinna, que coisa linda este seu conto !!! Votei

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Comentou em 08/07/2016

Votei por merecimento, visite minha página, leia, comente, vote se gostar

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Comentou em 08/07/2016

TESÃO, MUITO FOGO NESSA CHOTA

foto perfil usuario meldivia

meldivia Comentou em 08/07/2016

É um prazer muito grande votar em seus contos e maior ainda tê-la como amiga e fã. Você é esforçada com vontade de progredir e terá cada vez mais sucesso. Beijos com carinho.

foto perfil usuario meldivia

meldivia Comentou em 08/07/2016

Você tem talento, amiga. Personagem cheia de fogo, abusada e decidida. Mesmo dominado pelos tabus religiosos e morais e sendo pai, não há como resistir a um desejo tão grande e indomável. O estilo em frases curtas e bem construídas tornam a leitura agradável e fácil, com boa fluência. Creio que você está progredindo e quanto mais se escreve e se lê os clássicos, mais se abrem os horizontes. Beijos

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beats Comentou em 08/07/2016

Delicioso.

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Comentou em 08/07/2016

Se fosse possível votaria mil e uma vezes nesta erótica obra prima aqui publicada. Uma nota 1000 ainda seria pouco para fazer jus a mais este conto que transborda inspiração e exala o delicioso aroma do mais puro sexo, querida amiga e escritora Marinna. Grande beijo transbordando de carinho em teu doce coração. Good night and sweet dreams 4 you!!! Seu fã, amigo e poeta que te adora, Thony

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perfeccto Comentou em 08/07/2016

Belo conto de incesto. Concordo com o comentário abaixo que deveria ter uma continuação. Espero que continue.

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onixd Comentou em 08/07/2016

O fogo não pode apagar, deliciosa Marinna.

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jurama Comentou em 08/07/2016

Grandiosa escritora Marinna com todo respeito venho dizer que és uma excelente contista. Seus contos são magníficos e espero que continue com essa sensualidade que é sua característica. O conto Masturbando na sala de aula é excelente. Agradeço pelas mensagens respondidas e desejo continuar lendo seus contos e correspondendo no scrap. Um beijo e sucesso.

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suzylee Comentou em 08/07/2016

adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bjos Su

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suzylee Comentou em 08/07/2016

que conto maravilhoso adorei amiga bjos da Su a chinesinha

foto perfil usuario danny22

danny22 Comentou em 08/07/2016

A Marinna além de gay é uma tremenda chata. Não gostei e não votei.

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antologico Comentou em 08/07/2016

Perfeito conto de incesto. Em qualquer categoria você arrebenta Marinna. Além de linda e educada uma ótima escritora.

foto perfil usuario laureen

laureen Comentou em 08/07/2016

achei lindoooooooooooo mas deve ter continuação afinal faltam a penetração da bucetinha e cuzinho desta putinha sensacional bj bj Laureen

foto perfil usuario laureen

laureen Comentou em 08/07/2016

Ao sentir que a filha estava prestes a chegar a um novo orgasmo, aumentou os movimentos com a língua, mamando gostoso na vagina de Cristina e enfiou o dedo no seu ânus, fazendo com que ela passasse os braços por trás do corpo do pai e o abraçasse com força. Praticamente gozou junto com a filha sem, ao menos, tocar no pênis. Sentiu um prazer, indescritível, quando olhou a filha banhada de suor e a vagina latejando como nunca tinha visto nada parecido

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laureen Comentou em 08/07/2016

ai... ai... amiga vc mata com este conto de incesto sabe que adoro ,meus contos de sucesso são de incesto e vc escreve muito bem bj bj adoro vc bjos da Laureen

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pitareli Comentou em 08/07/2016

Sensacional. Apesar de gostar mais dos seus contos gays, achei muito excitante. O final foi surpreendente. Eu gostei e votei.




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Ficha do conto

Foto Perfil marinna
marinna

Nome do conto:
MASTURBANDO NA SALA DE AULA

Codigo do conto:
85922

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/07/2016

Quant.de Votos:
73

Quant.de Fotos:
0


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